POLICIAL

Batalhão de Trânsito fiscaliza 732 veículos e aplica 348 multas durante fim de semana


O Batalhão de Trânsito Urbano e Rodoviário da Polícia Militar de Mato Grosso (BPMTran) fiscalizou 732 veículos e aplicou 348 Autos de Infração de Trânsito (AIT), durante o fim de semana de Carnaval. As ações de fiscalização intensificada continuam até esta quarta-feira (02.03). 

Entre sexta-feira e domingo (25 a 27.02), o Batalhão de Trânsito montou 23 pontos de bloqueio e barreira para motoristas, em toda a Baixada Cuiabana. Foram realizados 114 testes de etilômetro, que resultaram na prisão de 11 motoristas por alcoolemia, além de 23 registros de multa por embriaguez ao volante. 

Entre as aplicações de AIT, 96 foram por transporte irregular de crianças (Art. 168), 47 por situação irregular com a habilitação (Art. 162), 31 por não uso de cinto de segurança (Art. 167), 29 por uso de som automotivo irregular (Art. 228), 21 por uso de celular ao volante (Art. 252), 17 infrações por ultrapassagem em local proibido (Art. 191 e 203), 16 por escapamento de veículo irregular (Art. 230) e três por não uso de capacete (Art. 244).

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Entre as medidas restritivas aplicadas estão: o recolhimento de 12 Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs), 25 recolhimentos de Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLV) e sete remoções de veículos. O Batalhão de Trânsito ainda registrou o atendimento a três acidentes nas rodovias de Mato Grosso, em que quatro pessoas ficaram feridas, sem gravidade.

Os policiais militares do BPMTran continuam presentes nas rodovias MT-251 (acesso à Chapada dos Guimarães), MT-010 (acesso ao Distrito de Nossa Senhora da Guia) e MT-040 (acesso a Santo Antônio de Leverger), além da área urbana, sobretudo, nas regiões centrais de Cuiabá e Várzea Grande. 

As ações de fiscalizações no período de Carnaval também contam com a Operação Lei Seca, da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT). 

Fonte: PM MT

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POLICIAL

Polícia Civil prende homem que manipulou criança na internet para cometer abuso

A Polícia Civil de Mato Grosso prendeu, nessa sexta-feira (29.5), em Dom Eliseu, no Pará, um homem que manipulou uma criança de apenas nove anos, por meio da internet, e cometeu um abuso que resultou em lesão grave.

O caso teve início após a mãe da vítima procurou a Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança, Adolescente e Idoso (DEDMCAI) de Sinop informando que a filha, uma criança de nove anos, havia cometido uma ação sexual violenta contra si mesma a mando de uma pessoa que conheceu em um aplicativo de vídeos da internet.

As investigações apontaram que a criança sofreu forte manipulação psicológica e aliciamento, e que o suspeito solicitava o envio de vídeos de cunho sexual em troca de moedas usadas no jogo Roblox.

A criança ficou extremamente abalada psicologicamente, chegando a ameaçar atentar contra a própria vida quando a família descobriu sobre o crime. O último caso, que levou à descoberta, causou uma lesão que fez com que a criança precisasse ser submetida a um procedimento cirúrgico.

Diante da brutalidade dos fatos e do perigo iminente que o suspeito representava, a autoridade policial responsável pelo caso representou imediatamente pelos mandados de prisão, busca e apreensão e quebra de sigilo telemático do suspeito, que foram prontamente deferidas pelo Poder Judiciário.

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Nessa sexta-feira (29.05), uma equipe da DEDMCAI de Sinop percorreu mais de 2.700 quilômetros, atravessando cinco estados, e cumpriu os mandados de prisão preventiva e busca e apreensão em Dom Eliseu, no Pará.

O suspeito é investigado pelos crimes de estupro de vulnerável, posse de material de abuso sexual infantil e aliciamento de crianças com fins sexuais na internet.

A delegada Renata Evangelista, responsável pela investigação do caso, alerta aos pais sobre os perigos no ambiente virtual.

“O avanço da tecnologia trouxe os criminosos para dentro de nossas casas através das telas de celulares e tablets. Este caso trágico é um alerta urgente para todos os pais e responsáveis. O monitoramento do uso da internet por crianças não é invasão de privacidade, é um ato de proteção e sobrevivência. Os criminosos se passam por amigos e por crianças da mesma idade, utilizam jogos e redes sociais aparentemente inofensivas para manipular mentes vulneráveis. Fiquem atentos a mudanças repentinas de comportamento, isolamento e ao conteúdo consumido por seus filhos. A Polícia Civil está vigilante, mas a prevenção começa no ambiente familiar”, orientou.

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Fonte: Policia Civil MT – MT

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