POLÍCIA FEDERAL
PF reprime crimes de pedofilia em Goiás e Mato Grosso
Jataí/GO– A Polícia Federal deflagrou, hoje (11/10), a Operação Falso Álibi, visando combater crimes de exploração sexual infantil, notadamente condutas envolvendo o comércio e a distribuição de imagens de pedopornografia.
Cerca de 13 policiais federais cumprem quatro mandados judiciais, sendo três de busca e apreensão e um de prisão preventiva, em Mineiros/GO e Cuiabá/MT.
Os alvos são pessoas investigadas por trocarem, armazenarem e divulgarem imagens de exploração sexual infantil e links de comercialização desse material por meio de grupos de aplicativos de mensagens. Inclusive, restou comprovado que um dos alvos integrava vários grupos desses aplicativos, compartilhando esse tipo de material.
O nome da operação reporta-se ao modo de agir dos investigados que, a pretexto de denunciarem essa prática criminosa, participavam ativamente do oferecimento, troca, distribuição dessas imagens. Um deles, inclusive, ainda se passava por autoridade policial federal, chegando a fornecer o endereço da Polícia Federal em Jataí em alguns cadastros, tudo a indicar a tentativa de criação de um falso álibi.
A pedofilia na internet corresponde à produção, publicação, venda, aquisição, troca, armazenamento de pornografia infantil por meio de páginas da web, e-mail, salas de bate-papo ou qualquer outro meio.
Para efeito dos crimes previstos no ECA, a expressão “cena de sexo explícito ou pornográfica” compreende qualquer situação que envolva criança ou adolescente em atividades sexuais explícitas, reais ou simuladas, ou exibição dos órgãos genitais de uma criança ou adolescente para fins primordialmente sexuais.
Os investigados poderão ser enquadrados nos crimes de distribuição e armazenamento de material contendo pornografia infantil, cujas penas somadas podem atingem 10 anos de reclusão.
Comunicação Social da PF em Goiás
E-mail: [email protected]
Telefones: (62) 3240-9607 / (62) 99216-6260
Fonte: Polícia Federal
POLÍCIA FEDERAL
PF apreende 26 kg de haxixe e prende duas pessoas no Aeroporto de Guarulhos/SP
Guarulhos/SP. A Polícia Federal realizou, no dia 18/6, ações de fiscalização que resultaram na prisão de duas pessoas, na apreensão de 26 kg de haxixe e na retenção de um passaporte no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos.
No desembarque de passageiros, policiais federais prenderam em flagrante uma mulher de nacionalidade malaia que utilizou a rota Bangkok (Tailândia) – Zurique (Suíça) – Brasil para trazer entorpecentes para o país. Com ela, foram apreendidos 26 kg de haxixe.
No mesmo dia, a Polícia Federal deu cumprimento a duas decisões judiciais. Em atendimento à determinação da Justiça de Ribeirão Preto/SP, em processo de execução por dívida, foi apreendido o passaporte de uma brasileira que tentava embarcar para a França. Em outra ação, por ordem da Justiça de Paraty/RJ, um brasileiro foi preso preventivamente, ao tentar embarcar para Maceió/AL, por suposto envolvimento no crime de associação para o tráfico de drogas.
Comunicação Social da Polícia Federal em São Paulo
Telefone: (11) 2445-3870
Instagram: @pfsaopaulo
Fonte: Polícia Federal
-
ENTRETENIMENTO2 dias atrásCuiabá recebe etapa do STU Nacional no maior skatepark da América Latina
-
POLÍTICA MT4 dias atrásGuarnieri promete documentos bombasticos sobre ligação entre Sérgio Ricardo e pré-candidato ao Governo
-
PICANTES2 dias atrásPaolla Oliveira registra viagem pela China e declara: ‘Encantada com a experiência’
-
POLÍTICA MT2 dias atrásUnião Brasil marca lançamento da pré-campanha de Mauro Mendes ao Senado e de Virgínia Mendes à Câmara Federal
-
POLICIAL7 dias atrásÚnico autor de feminicídio ocorrido em MT que estava foragido é preso no Estado da Bahia
-
CULINÁRIA2 dias atrásLa Maison nega fechamento definitivo e afirma que restaurante segue em pleno funcionamento
-
SAÚDE3 dias atrásMinistério da Saúde institui Política Nacional de Qualidade e Segurança do Paciente para fortalecer o cuidado em todo o SUS
-
CUIABÁ2 dias atrásPrefeitura de Cuiabá retoma descontos de consignações na folha dos servidores após decisão judicial

