POLÍCIA FEDERAL

PF prende duas pessoas e apreende cocaína que seria levada para a Suíça

São Paulo/SP. A Polícia Federal, em ações distintas realizadas no Aeroporto Internacional de São Paulo, nesta quinta-feira (9/10), prendeu uma passageira com droga e, em razão de mandado de prisão, prendeu uma mulher apontada como responsável pelo aliciamento de pessoas para o tráfico.

Policiais federais, que fiscalizam passageiros e bagagens com o auxílio de cães farejadores, prenderam uma brasileira que pretendia embarcar em voo para a Suíça transportando em volume fixado ao seu corpo 1 kg de cocaína.

Em outra ação, policiais federais cumpriram mandado de prisão preventiva, em desfavor de uma mulher apontada como responsável pelo aliciamento de uma “mula do tráfico”, presa neste aeroporto em maio com cápsulas contendo cocaína dentro do aparelho digestivo e ocultas sob as vestes.

Nesta ocasião, o preso foi flagrado com um 1.4 kg da droga (volume correspondente às cápsulas que estavam no corpo e as que foram expelidas no hospital). A presa seria responsável ainda pela operacionalização de todos os trâmites que envolve uma viagem internacional como reservas, documentação, compra de mala e roupas, traslado, etc.

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Na madrugada desta quinta-feira (10/10), um passageiro nacional da República Dominicana que pretendia embarcar em voo para a Espanha foi detido após apresentar passaporte espanhol pertencente a terceiros. Ele foi conduzido à delegacia da PF e deverá responder pelo crime de falsa identidade.

De janeiro a 10 de outubro de 2024, já foram presas por tráfico de drogas, no Aeroporto Internacional de SP/Guarulhos, 466 pessoas, 48% a mais, se comparado com o mesmo período de 2023 (314 prisões). Essa quantidade de presos por tráfico de drogas, já supera o total anual de todos os anos anteriores, neste aeroporto.

Esse aumento foi impulsionado pelas prisões de 149 pessoas flagradas com a droga, na forma de cápsulas, dentro do aparelho digestivo (de janeiro a 10 de outubro).

Comunicação Social da Delegacia Especial no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos
Tel: (11) 2445-2212

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra operação contra grupo suspeito de fraudar empréstimos consignados e bloquear patrimônio dos investigados

Mandados são cumpridos em São Paulo e no Rio Grande do Sul; investigação apura prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas por meio de operações de crédito supostamente fraudulentas.

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (15), a Operação Fugazi, com o objetivo de aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de utilizar operações de crédito consignado e cartões de crédito consignados para aplicar, em tese, fraudes contra servidores públicos, aposentados e pensionistas.

Por determinação da Justiça Federal em Mato Grosso, policiais federais cumprem 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul. Além das buscas, foi determinado o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros pertencentes aos investigados.

De acordo com a investigação, empresas ligadas ao grupo teriam estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com juros elevados e mecanismos que dificultariam a quitação da dívida, ocasionando o aumento do saldo devedor.

Além da suspeita de fraude contra consumidores, a Polícia Federal também apura possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, bem como indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir ao longo das investigações.

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Segundo a PF, as medidas cautelares têm como finalidade reunir novos elementos probatórios, rastrear o fluxo financeiro dos recursos movimentados pelo grupo investigado e esclarecer a participação de cada um dos envolvidos no suposto esquema.

A operação representa mais um desdobramento das ações de combate a crimes financeiros e fraudes envolvendo crédito consignado, modalidade amplamente utilizada por servidores públicos e beneficiários da Previdência Social, reforçando a atuação da Polícia Federal no enfrentamento de organizações suspeitas de explorar consumidores por meio de contratos considerados irregulares.

Até o momento, a Polícia Federal não divulgou a identidade dos investigados, e o caso segue sob investigação da Justiça Federal em Mato Grosso.

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