POLÍCIA FEDERAL
PF identifica suspeito de armazenar pornografia infantil em Macapá
Macapá/AP. A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (14/7), a Operação Ócio, para reprimir o crime de armazenamento de conteúdo pornográfico envolvendo crianças e adolescentes. Os policiais cumpriram um mandado de busca e apreensão na residência do investigado no bairro Infraero, em Macapá-AP.
A investigação:
A ação policial foi possível graças a cooperação entre a Polícia Federal e organismos internacionais que rastreiam a rede mundial de computados e visam denunciar crimes de abuso sexual infantil.
O trabalho resultou na identificação do investigado que estaria armazenado em torno de 178 mídias com conteúdo ilícito, entre fotos e vídeos, em equipamentos eletrônicos. Para dissimular sua identidade, ele utilizava equipamentos cadastrados no nome de sua irmã e de sua falecida mãe.
Com a busca, a PF verificará a existência de outras mídias contendo abuso sexual infantojuvenil, bem como se houve o compartilhamento com terceiros.
O investigado poderá responder pelo crime de armazenamento de material contendo abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes.
Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá
Contato: (96) 3213-7503
E-mail: [email protected]
Fonte: Polícia Federal
POLÍCIA FEDERAL
PF investiga fraude em escala de plantão do SAMU no Amapá
Macapá/AP. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (16/6), a Operação Escala Paralela, com o objetivo de desarticular um esquema criminoso de fraude em escalas de plantão do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) em Macapá. Foram cumpridos nove mandados de busca e apreensão na capital amapaense, expedidos pela Justiça Federal.
As investigações apontam a existência de um sistema fraudulento baseado na elaboração de duas escalas distintas de plantão: uma contendo os profissionais que efetivamente cumpriam as jornadas de trabalho e outra adulterada e encaminhada para fins de pagamento indevido de servidores.
Durante a apuração, também foram identificados indícios de pagamentos a servidores que se encontravam fora do estado no período dos supostos plantões, além da inclusão fraudulenta de profissionais em escalas de eventos sem a correspondente prestação do serviço.
Segundo as investigações, para dificultar a fiscalização e o controle administrativo, os envolvidos utilizavam documentos físicos, grupos de mensagens instantâneas e outros meios informais de comunicação, evitando a utilização dos sistemas oficiais de tramitação e de registro.
Os investigados poderão responder pelos crimes de associação criminosa, de peculato e de inserção de dados falsos em sistema de informações.
Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá
(96) 3213-7500
Fonte: Polícia Federal
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