POLÍCIA FEDERAL

PF e Receita Federal apreendem mais de 8kg de cocaína com três passageiras

Campinas/SP. A Polícia Federal prendeu em flagrante nesta sexta-feira (6/10) três passageiras, todas brasileiras, que tentaram embarcar em voos internacionais para Lisboa e Paris, com aproximadamente 8 kg de cocaína em suas bagagens e no corpo.

As drogas foram localizadas durante fiscalização de rotina de passageiros e bagagens, realizadas pela Polícia Federal e Receita Federal no Aeroporto Internacional de Viracopos.

O primeiro flagrante foi de uma brasileira que carregava 4,3 kg de cocaína em um fundo falso de sua mala, e tentou embarcar em voo para Lisboa.

O segundo flagrante foi de outra brasileira, oriunda de Santa Maria/RS, que tentou embarcar para Lisboa, com 3,2 kg de cocaína também em fundo falso da mala.

O terceiro flagrante foi de mais uma brasileira, que tentou embarcar em voo para Paris, com drogas em cápsulas ingeridas. Levada a atendimento médico, expeliu, até o momento, 29 cápsulas e será mantida internada até expelir todas as cápsulas.

Não há indícios, até o momento, de ligação entre os três casos.

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As presas responderão pelo crime de tráfico internacional de drogas, cuja pena máxima pode chegar a 25 anos de prisão.

Comunicação Social da Polícia Federal em Campinas

19 33452260

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra segunda fase de operação para apurar suposto desvio de recursos públicos na UFF

Niterói/RJ. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (2/7), a segunda fase da Operação Quadro Negro, com o objetivo de aprofundar investigação relacionada a suposto esquema de desvio de recursos públicos destinados à Universidade Federal Fluminense (UFF).

Foi cumprido um mandado de busca e apreensão no município do Rio de Janeiro, expedido pela 2ª Vara Federal de Niterói. Durante as diligências, foram apreendidos documentos e um disco rígido (HD).

As investigações apuram suposto esquema de corrupção, desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e organização criminosa em prejuízo da UFF, com prejuízo estimado em aproximadamente R$ 9,6 milhões. Segundo as apurações, servidores e representantes de empresas contratadas pela universidade teriam atuado em conluio para viabilizar pagamentos irregulares e ocultar a destinação dos recursos.

Nesta fase, a Polícia Federal busca esclarecer a atuação de empresa que, em tese, teria assumido a intermediação financeira do esquema após a interrupção dos repasses anteriormente identificados, com indícios de continuidade das atividades investigadas até 2019.

Os fatos apurados podem caracterizar, em tese, os crimes de peculato, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e organização criminosa.

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Comunicação Social da PF no RJ
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Fonte: Polícia Federal

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