POLÍCIA FEDERAL

PF e CGU deflagram operação para combater fraudes em licitações e lavagem de dinheiro no Acre

Epitaciolândia/AC. A Polícia Federal deflagrou hoje (3/12), em conjunto com a Controladoria Regional da União no Acre (CGU/AC), a Operação Dilapsio, com o objetivo de desarticular uma associação criminosa especializada em fraudes em licitações, superfaturamento de obras públicas, uso de empresas de fachada e lavagem de dinheiro, envolvendo recursos federais destinados a diversos municípios do Acre.

As investigações, iniciadas em fevereiro de 2025 a partir de informações da CGU/AC, apontam que empresários e agentes públicos atuaram em conluio para direcionar contratos e simular processos licitatórios, desviando recursos provenientes de emendas parlamentares, popularmente conhecidas como “emenda Pix”, modalidade que permite repasses diretos da União sem convênios ou prestação de contas prévia.

Identificou-se no curso das investigações que o esquema utilizava três empresas do ramo da construção civil para fraudar licitações voltadas à contratação de serviços de engenharia pelas Prefeituras de Senador Guiomard, Assis Brasil e Plácido de Castro, causando prejuízo ao erário federal estimado em R$ 3,38 milhões.

Foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão, além do sequestro de imóveis e veículos e do bloqueio judicial de valores equivalentes ao prejuízo identificado. As medidas foram autorizadas pela Justiça Federal no Acre.

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Comunicação Social da Polícia Federal no Acre
Fone: (68) 99912-8812
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF prende duas pessoas em agência bancária no Rio de Janeiro por golpe contra o INSS

Rio de Janeiro/RJ. Na sexta-feira, 8/5, a Polícia Federal prendeu em flagrante um homem e uma mulher em uma agência bancária localizada na cidade do Rio de Janeiro. O indivíduo foi flagrado no momento em que apresentou cópia autenticada de um documento de identidade falso, referente ao titular de um benefício de aposentadoria por idade, e efetuou um saque na condição de procurador fraudulentamente cadastrado no sistema do INSS.

O prejuízo estimado aos cofres públicos em decorrência da prática – até a data da prisão – é de aproximadamente R$ 141,5 mil, com dano futuro evitado calculado em cerca de R$ 1 milhão.

A mulher que acompanhava o preso na agência tentou fugir do local ao perceber a abordagem, desobedecendo por duas vezes ordens expressas de policiais federais. Durante a tentativa de contenção, sendo necessário o uso de algemas. A presa também desacatou verbalmente um policial durante a ocorrência.

Policiais federais efetuaram as prisões em flagrante, com o apoio da Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social, a qual identificou diversas irregularidades no benefício, incluindo um requerimento realizado pela internet com dados dissociados do verdadeiro segurado e a concessão do benefício sem a devida apresentação de documentação de identificação.

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Após a lavratura do auto de prisão em flagrante, os presos foram encaminhados ao sistema prisional do estado, onde permanecerão à disposição da Justiça.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro

scs.[email protected]

(21) 2203-4404

Fonte: Polícia Federal

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