POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra operação para reprimir fraudes bancárias no Rio de Janeiro

Rio de Janeiro/RJ. Na manhã desta quinta-feira, 8/8, a Polícia Federal deflagrou a Operação Token Free com o objetivo de cumprir seis mandados de prisão preventiva e 16 mandados de busca e apreensão em desfavor de membros de uma organização criminosa especializada em crimes bancários, especialmente contra a CAIXA, no Rio de Janeiro. Nesta ação, a Polícia Federal contou com o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

A investigação apura uma movimentação ilegal do grupo criminoso superior a R$ 50 milhões. Além dos mandados, que estão sendo cumpridos no Rio de Janeiro, em São Paulo e Pernambuco, a 5ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro autorizou a apreensão de bens no valor de até R$ 51 milhões.

As investigações, que tiveram início a partir de informações da Centralizadora de Segurança da Caixa, apontam que a organização criminosa praticava golpes por aplicativo de mensagens instantâneas e contra a previdência social.

Os crimes bancários iniciavam com a subtração de tokens de funcionários da CAIXA. Uma vez em posse dos tokens, os criminosos acessavam os sistemas bancários e autorizavam transações e saques em caixas automáticos.

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Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, estelionato, furto mediante fraude, falsidade documental e outros que poderão surgir no decorrer da investigação.

Balanço parcial

Dois presos: 1 no RJ (Recreio), 1 em São Paulo/SP (Jardins);

R$ 25 mil, em espécie, apreendidos com um dos alvos na Via Dutra (Posto da PRF);

3 veículos de luxo apreendidos.

Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
[email protected]
(21) 2203-4404

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra operação contra esquema de vazamento de informações e garimpo ilegal na Amazônia

Porto Velho/RO. A Polícia Federal deflagrou, nesta quinta-feira (11/6), a Operação Âmbitus, com o objetivo de apurar a atuação de grupo suspeito de corromper servidor público para obter informações sigilosas sobre ações de fiscalização ambiental na região amazônica.

Na ação, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão nos estados de Rondônia, Goiás e Alagoas, além de um mandado de prisão preventiva. A Justiça Federal também determinou o sequestro de bens e valores no montante de R$ 22 milhões.

As investigações tiveram origem em elementos obtidos durante operações de combate ao garimpo ilegal e apontam que integrantes da organização criminosa teriam recebido antecipadamente informações sobre ações policiais e fiscalizatórias, permitindo a adoção de medidas para dificultar a atuação do poder público e assegurar a continuidade das atividades ilícitas. Entre os investigados está um servidor público federal, ocupante do cargo de policial federal, suspeito de repassar informações sigilosas em benefício da organização criminosa.

Também são apurados possíveis crimes de lavagem de dinheiro, mediante a utilização de empresas e outras estruturas destinadas à movimentação e ocultação de recursos supostamente oriundos das atividades investigadas.

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Os investigados poderão responder, na medida de suas participações, pelos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, violação de sigilo funcional, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

As investigações prosseguem para identificar todos os envolvidos e aprofundar a apuração dos fatos.

Coordenação-Geral de Comunicação Social
imprensa@pf.gov.br

Fonte: Polícia Federal

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