POLÍCIA FEDERAL
PF cumpre mandado em repressão à pornografia infantil em Macapá
Macapá/AP. A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta-feira (14/7), a Operação Ócio, para reprimir o crime de armazenamento de conteúdo pornográfico envolvendo crianças e adolescentes. Os policiais cumpriram um mandado de busca e apreensão na residência do investigado na capital amapaense.
A investigação
A ação policial partiu do rastreamento promovido por organismos internacionais que visam denunciar crimes de abuso sexual infantil, na rede mundial de computadores, bem como pelo Serviço de Repressão a Crimes de Ódio e Pornografia Infantil (SERCOPI) da Polícia Federal, em Brasília, que encaminhou o caso para a Superintendência da Policia Federal no Amapá, iniciando a investigação.
O trabalho resultou na identificação do investigado e apontou que este teria armazenado em torno de 178 mídias, entre fotos e vídeos, em equipamentos eletrônicos. O mesmo utilizava equipamentos cadastrados no nome de sua irmã e de sua mãe que é falecida.
Com a busca, a PF verificará se há mais mídias contendo abuso sexual infantojuvenil, bem como se houve o compartilhamento com outras pessoas. O investigado poderá responder pelo delito de armazenamento de material contendo abuso sexual envolvendo crianças e adolescentes.
Em caso de condenação, a pena pode chegar a quatro anos de reclusão e multa.
Durante o cumprimento do mandado de busca, a PF encontrou diversos vídeos no aparelho celular do investigado. O homem foi preso em flagrante por armazenamento de material contendo abuso sexual infantojuvenil e conduzido à sede da PF para realização dos procedimentos cabíveis.
Comunicação Social da Polícia Federal no Amapá
(96) 3213-7500
Fonte: Polícia Federal
POLÍCIA FEDERAL
PF combate esquema de fraudes no Paraná
Maringá/PR. Na data de hoje (6/5), a Polícia Federal, com a participação do serviço de inteligência do Ministério do Trabalho e Emprego, deflagrou a Operação Labor Fictus, desenvolvida para desarticular um esquema de fraudes na concessão do Seguro-Desemprego.
Criminosos utilizavam a estrutura de empresas de contabilidade e registros falsos em nome de terceiros e, após a criação de vínculos inexistentes, solicitavam o pagamento do Seguro-Desemprego ao governo federal.
Estima-se que o prejuízo aos cofres públicos poderia ultrapassar R$ 8 milhões caso todos os pedidos irregulares fossem efetivados.
Foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão nas cidades de Maringá/PR, Marialva/PR, Paranaguá/PR, Curitiba/PR e Santana de Parnaíba/SP.
Comunicação Social da Polícia Federal em Maringá/PR
Telefones: (44) 3220-1419
Fonte: Polícia Federal
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