POLÍCIA FEDERAL

PF apura suposta compra de votos nas Eleições Municipais de 2024 no Ceará

Fortaleza/CE – A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (15/7), a Operação Voto Livre com o objetivo de cumprir mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Eleitoral no âmbito de investigação que apura a suposta prática de corrupção eleitoral no estado do Ceará durante as Eleições Municipais de 2024.

A ação tem como finalidade coletar elementos probatórios para o esclarecimento dos fatos investigados, especialmente quanto à autoria das condutas, à participação de terceiros, à origem dos recursos empregados e à eventual articulação dos envolvidos.

Durante o cumprimento das medidas judiciais, policiais federais realizam buscas para apreensão de materiais e documentos que possam contribuir para o avanço das investigações.

O material arrecadado será submetido à análise técnica e pericial, e as investigações prosseguirão sob supervisão da Justiça Eleitoral e do Ministério Público Eleitoral.

Os investigados poderão responder por crime eleitoral.

Comunicação Social da PF no Ceará
(85) 99972-0534

 

Fonte: Polícia Federal

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POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra operação contra grupo suspeito de fraudar empréstimos consignados e bloquear patrimônio dos investigados

Mandados são cumpridos em São Paulo e no Rio Grande do Sul; investigação apura prejuízos a servidores públicos, aposentados e pensionistas por meio de operações de crédito supostamente fraudulentas.

A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira (15), a Operação Fugazi, com o objetivo de aprofundar as investigações sobre um grupo econômico suspeito de utilizar operações de crédito consignado e cartões de crédito consignados para aplicar, em tese, fraudes contra servidores públicos, aposentados e pensionistas.

Por determinação da Justiça Federal em Mato Grosso, policiais federais cumprem 13 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul. Além das buscas, foi determinado o sequestro de bens móveis e imóveis, bem como o bloqueio de valores e ativos financeiros pertencentes aos investigados.

De acordo com a investigação, empresas ligadas ao grupo teriam estruturado operações financeiras apresentadas aos consumidores como cartão de crédito consignado, mas que, na prática, funcionariam como empréstimos consignados com juros elevados e mecanismos que dificultariam a quitação da dívida, ocasionando o aumento do saldo devedor.

Além da suspeita de fraude contra consumidores, a Polícia Federal também apura possíveis crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, bem como indícios de lavagem de dinheiro, sem prejuízo da identificação de outros delitos que possam surgir ao longo das investigações.

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Segundo a PF, as medidas cautelares têm como finalidade reunir novos elementos probatórios, rastrear o fluxo financeiro dos recursos movimentados pelo grupo investigado e esclarecer a participação de cada um dos envolvidos no suposto esquema.

A operação representa mais um desdobramento das ações de combate a crimes financeiros e fraudes envolvendo crédito consignado, modalidade amplamente utilizada por servidores públicos e beneficiários da Previdência Social, reforçando a atuação da Polícia Federal no enfrentamento de organizações suspeitas de explorar consumidores por meio de contratos considerados irregulares.

Até o momento, a Polícia Federal não divulgou a identidade dos investigados, e o caso segue sob investigação da Justiça Federal em Mato Grosso.

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