NACIONAL

Viagens corporativas mantêm crescimento e reforçam papel estratégico do turismo de negócios no Brasil

O mercado de viagens corporativas segue apresentando desempenho positivo no acumulado de 2025, consolidando o turismo de negócios como um dos vetores de dinamização da atividade turística no país. Entre janeiro e novembro deste ano, o setor movimentou R$ 12,7 bilhões, crescimento de 0,3% em relação ao mesmo período de 2024, de acordo com o estudo mensal da Associação Brasileira de Agências de Viagens Corporativas (Abracorp), que acompanha o comportamento de 11 segmentos do mercado.

Somente no mês de novembro, o faturamento do setor alcançou R$ 1,11 bilhão, com movimentos distintos entre os principais produtos que compõem as viagens corporativas. Os Serviços Aéreos permaneceram como o principal segmento, somando R$ 611,3 milhões no período e concentrando 55% do faturamento total, o que evidencia a relevância do transporte aéreo para a conectividade e a competitividade dos destinos brasileiros.

A hotelaria apresentou crescimento expressivo de 16,39% em novembro, avançando de R$ 310,7 milhões para R$ 361,6 milhões. Com esse resultado, o segmento ampliou sua participação no total de despesas, passando de 26,39% para 32,53%, o que reforça a importância da hospedagem na estrutura de custos das viagens corporativas e indica maior tempo de permanência e investimento em serviços nos destinos.

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Outro destaque do mês foi o segmento de Cruzeiros, que registrou o maior crescimento percentual, com alta de 236,59%, saltando de R$ 144,4 mil para R$ 486,2 mil. Já o transporte Rodoviário manteve desempenho estável, totalizando R$ 5,18 milhões, praticamente em linha com o resultado do mesmo período anterior. O modal segue sendo um importante meio de deslocamento, especialmente em viagens regionais e de curta distância.

Os dados da Abracorp indicam que, apesar das oscilações mensais, o mercado de viagens corporativas mantém trajetória de crescimento em 2025, sustentado pelo desempenho acumulado no ano e pela expansão do transporte aéreo, da hotelaria e dos modais terrestres. O cenário abre espaço para novas estratégias, investimentos e oportunidades em toda a cadeia do turismo, fortalecendo o papel do setor como indutor do desenvolvimento econômico e da geração de negócios no Brasil.

Por Fábio Marques
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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NACIONAL

CNPM aprova diretrizes para reduzir ociosidade e ampliar oferta de áreas minerárias

O Conselho Nacional de Política Mineral (CNPM) aprovou, nesta quinta-feira (2/7), resolução que estabelece diretrizes de política mineral para a racionalização da gestão, a redução da ociosidade e a ampliação da oferta eficiente de áreas minerárias no País, com vistas à dinamização do setor mineral brasileiro.

A medida representa um avanço na modernização da política mineral brasileira ao orientar a atuação da administração pública federal na gestão das áreas minerárias, com foco na eficiência administrativa, na segurança jurídica, na transparência, na redução do passivo processual que hoje afeta o setor e no aproveitamento responsável dos recursos minerais.

“O patrimônio mineral pertence ao povo brasileiro e precisa cumprir sua função social. Área parada significa investimento parado, emprego que deixa de ser criado e desenvolvimento que não chega aos territórios. Estamos construindo um ambiente mais moderno, eficiente e competitivo para a mineração brasileira”, afirmou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

A resolução parte do diagnóstico de que a manutenção prolongada de áreas inativas, a baixa rotatividade de áreas em disponibilidade e a morosidade na reinserção dessas áreas ao ambiente concorrencial reduzem a eficiência do setor mineral e dificultam a atração de investimentos.

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Além das diretrizes aprovadas, o texto recomenda ao Ministério de Minas e Energia (MME) a coordenação de propostas normativas sobre o aperfeiçoamento da disciplina de suspensão temporária de atividades de lavra, a caracterização objetiva do abandono de mina ou jazida e a regulamentação do grupamento mineiro. Outra recomendação é a realização de estudos para a criação de encargo anual progressivo sobre a inatividade de lavra, a exemplo do que é praticado nos principais países mineradores como mecanismo de desincentivo à ociosidade.

Entre as diretrizes aprovadas estão o fortalecimento da transparência e dos sistemas de informação sobre áreas minerárias e o estímulo à articulação entre os órgãos e entidades competentes, com vistas ao compartilhamento de dados e à redução de entraves administrativos no setor.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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