NACIONAL

Salão do Turismo terá espaço dedicado às macrorregiões do Brasil

O Brasil inteiro reunido em um só lugar. Essa é a proposta do espaço dedicado às macrorregiões brasileiras no Salão do Turismo: Conheça o Brasil, que acontece de 21 a 23 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP). O evento, promovido pelo Ministério do Turismo, é gratuito e aberto ao público.

No espaço, os visitantes poderão vivenciar experiências, conhecer a gastronomia típica, se informar sobre os principais atrativos e mergulhar na cultura local de cada estado e do Distrito Federal. Cada região estará representada por cores diferentes, criando uma identidade visual marcante e facilitando a navegação do público.

Todos os estandes serão padronizados, com uma área de 100 m² para cada unidade federativa, garantindo igualdade de exposição e reforçando a representatividade nacional no evento. “Será um ponto de encontro do Brasil em um só lugar, valorizando a diversidade cultural, as experiências imersivas e turística do nosso país”, destaca o ministro do Turismo, Celso Sabino.

Para refletir a identidade de cada localidade, as regiões serão visualmente reconhecidas por cores: a Região Norte será representada pelo verde, em alusão à floresta e à riqueza natural; o Nordeste, com o vermelho, que remete à energia vibrante da cultura local; o Centro-Oeste estará simbolizado pelo amarelo, evocando as paisagens do cerrado e do Pantanal; o Sul será identificado pelo azul claro, refletindo suas belezas naturais e tradições; e o Sudeste terá o azul escuro como cor oficial, destacando sua diversidade econômica e cultural.

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CIDADE SEDE – Em homenagem à cidade de São Paulo, sede da edição 2025 do Salão do Turismo, o Ministério do Turismo batizou os pavilhões do evento com nomes de pontos turísticos paulistanos. A jornada do público começa pelos portais “Ponte Estaiada” e “MASP”, passa pelo “Parque Ibirapuera” — espaço institucional do MTur —, segue pela vibrante “Vila Madalena”, onde agências e operadoras oferecem pacotes de viagem, e chega ao “Mercadão de Pinheiros”, com sabores e produtos regionais de todo o Brasil. Já o “Núcleo do Conhecimento”, inspirado no interior paulista, será palco de oficinas, painéis e debates voltados ao fortalecimento do setor.

Por Fábio Marques

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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NACIONAL

Resolução do CNE garante continuidade do processo educativo em crises e emergências

O Conselho Nacional de Educação (CNE) publicou, na segunda-feira, 13 de julho, a Resolução CNE/CEB n° 3/2026 que institui diretrizes nacionais para assegurar a continuidade do processo educativo diante de crises, emergências e outras ocorrências que comprometam o funcionamento regular das escolas. Durante a construção da norma, o conselho reconheceu que diversos fatores vêm provocando interrupções no calendário escolar em todo o país nos últimos anos, de modo que afeta a frequência, a aprendizagem e o cumprimento dos 200 dias letivos estabelecidos pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB). 

A principal orientação é o planejamento prévio. Em vez de decidir no momento da emergência, os sistemas de ensino deverão elaborar protocolos antecipados, definir os responsáveis pelas decisões e articular ações com áreas como saúde, segurança pública, defesa civil e infraestrutura, sempre que a causa da interrupção ultrapassar o campo da educação. A norma reforça que a resposta cabe ao sistema de ensino, e não à escola isoladamente, que deve receber apoio técnico e orientação. 

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Cada decisão de suspender, adaptar ou retomar as atividades deverá ser formalizada em ato próprio, com indicação do motivo, da abrangência, da duração prevista e da data de reavaliação, além de ser comunicada às famílias e à comunidade escolar por canais oficiais. Os sistemas também deverão monitorar as ocorrências e seus impactos sobre estudantes, profissionais e territórios. 

Quanto ao calendário, as redes deverão reorganizar as datas e repor os dias necessários. Em situações excepcionais, o ano letivo poderá ultrapassar o ano civil, desde que ouvida a comunidade escolar e aprovada a alteração pelo órgão normativo competente.  

A resolução não proíbe a suspensão de aulas em situações de risco, nem flexibiliza os 200 dias letivos e a carga horária anual, mas estabelece protocolos para garantir a continuidade educativa em momentos de crise e emergência. Interrupções ainda poderão ocorrer, inclusive de forma imediata, mas deverá ser comunicada ao sistema de ensino, formalizada, reavaliada e acompanhada de medidas com vistas ao retorno seguro. 

As decisões continuam sob responsabilidade dos sistemas estaduais, distrital e municipais de ensino. O CNE estabelece um núcleo mínimo nacional, preservando a autonomia dos entes para regulamentar a execução conforme suas realidades. As diretrizes também deverão ser observadas pelas redes privadas, no que couber. 

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ContextoA Resolução surgiu a partir de uma demanda encaminhada pelo Ministério Público sobre os impactos das operações policiais no direito à educação no Complexo da Maré. Além disso, o parecer do CNE destacou que, em 2023, 34% das escolas brasileiras suspenderam dias letivos em razão de eventos climáticos extremos, enquanto até setembro de 2024 o índice era de 20%, chegando a 66% das unidades da Região Sul.  

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Conselho Nacional de Educação (CNE)  

Fonte: Ministério da Educação

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