NACIONAL
Região Sudeste recebeu R$ 6,6 bilhões do Fundo da Marinha Mercante para projetos de infraestrutura aquaviária
O Fundo da Marinha Mercante (FMM) destinou cerca de R$ 6,6 bilhões em recursos para projetos na região Sudeste em 2025. No total, foram 118 obras aprovadas, com potencial de geração de mais de 16,4 mil empregos diretos. Os investimentos abrangem iniciativas de construção naval, modernização e ampliação de estaleiros, infraestrutura aquaviária, além de docagem e reparo de embarcações de apoio marítimo, portuário e de cabotagem.
O estado do Rio de Janeiro lidera o volume de recursos na região, com R$ 5,5 bilhões, distribuídos em 91 obras, e previsão de geração de cerca de 9.910 empregos diretos. Entre os destaques está o projeto da Cedro Participações S.A., voltado à construção do Terminal de Uso Privado (TEP), com investimento de R$ 3,5 bilhões em infraestrutura aquaviária, responsável sozinho por quase 2.850 postos de trabalho.
Dentre os projetos que receberam investimentos na região estão a CBO Serviços Marítimos S.A., com Wilson Sons Offshore S.A., Posidonia Shipping & Trading LTDA, OceanPact Serviços Marítimos S.A. e Marlin Navegação S.A.
Os projetos dessas empresas são voltados principalmente à docagem, reparo e modernização de embarcações de apoio marítimo, essenciais para as operações offshore e para a manutenção da frota nacional. O estado ainda concentra investimentos relevantes em modernização e ampliação de estaleiros, como o projeto da Green Port Logística Portuária LTDA.
Já a cidade de São Paulo concentra R$ 1,1 bilhão em investimentos do FMM, com 27 obras aprovadas e expectativa de geração de 6.570 empregos diretos. O principal destaque é a Wilson Sons Serviços Marítimos LTDA, responsável por projetos de construção e docagem de embarcações de apoio portuário, que somam mais de R$ 1 bilhão em recursos priorizados. As iniciativas têm como objetivo melhorar a capacidade logística e operacional dos portos paulistas.
“O Sudeste exerce um papel estratégico no crescimento da indústria naval brasileira. Os investimentos refletem o compromisso do Governo Federal com a geração de empregos, o desenvolvimento regional e o fortalecimento da navegação e da infraestrutura portuária em todo o país”, destacou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.
Os recursos de R$ 6,6 bilhões para a região Sudeste foram aprovados durante a 59ª Reunião Ordinária do Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante (CDFMM), realizada em julho do ano passado. Segundo o ministro Silvio Costa Filho, desde 2023 já foram priorizados quase R$ 70 bilhões em projetos navais pelo FMM, valor três vezes superior ao total aprovado durante os quatro anos da gestão anterior (2019 a 2022), que somou cerca de R$ 23 bilhões.
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos
Fonte: Portos e Aeroportos
NACIONAL
Como a energia chega até sua casa: conheça as etapas do setor elétrico brasileiro
A energia elétrica é um serviço essencial para a sociedade e está presente em praticamente todas as atividades do dia a dia dos brasileiros. Seu fornecimento depende de uma ampla estrutura que conecta usinas, linhas de transmissão e redes de distribuição em todo o país. Para garantir que a energia chegue aos consumidores de forma segura e contínua, o setor elétrico brasileiro é organizado em etapas que envolvem geração, transmissão, distribuição e comercialização de energia.
O funcionamento integrado dessas atividades garante que a energia produzida nas usinas seja entregue com segurança aos consumidores.
Da usina às linhas de transmissão
O primeiro passo é a geração de energia. No Brasil, a eletricidade é produzida por diferentes fontes, como hídrica, solar, eólica e térmica. Após a geração, a energia é transportada pelas linhas de transmissão em alta tensão, que conectam as usinas aos centros consumidores.
A transmissão é responsável por transportar grandes volumes de energia por longas distâncias, aproveitando o potencial energético de todas as regiões do país.
A etapa mais próxima do consumidor
Quando a energia elétrica chega às cidades, entra em ação o sistema de distribuição. As distribuidoras recebem a energia das redes de transmissão, reduzem a tensão em subestações e realizam a entrega para residências, comércios, indústrias, propriedades rurais, enfim, para toda a sociedade.
Além da distribuição física da energia, existem empresas responsáveis pela comercialização, atividade que envolve a compra e venda de energia elétrica entre agentes do setor.
O conjunto dessas etapas forma a cadeia responsável por garantir que a energia produzida nas usinas chegue aos consumidores em todo o território nacional.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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