NACIONAL

Rede inteligente do SUS contará com cinco HUs federais

Cinco hospitais universitários federais (HUs) irão integrar a Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes do Sistema Único de Saúde (SUS). O anúncio da rede ocorreu no Palácio do Planalto, em Brasília (DF), nesta quarta-feira (7), com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva; do ministro da Educação, Camilo Santana; do ministro da Saúde, Alexandre Padilha; e do presidente da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), Arthur Chioro. Os HUs são geridos pela Ebserh, vinculada ao Ministério da Educação (MEC).   

A iniciativa de modernização do SUS terá R$ 4,8 bilhões em investimentos, por meio de parceria com o Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), do BRICS. A rede visa garantir infraestrutura de saúde com tecnologias avançadas, nas cinco regiões do país. Durante a solenidade, o presidente Lula ressaltou que a população mais vulnerável deve ser beneficiada pelas novas tecnologias. “Nós precisamos garantir que o povo mais humilde não seja invisível, ele tem que ser olhado. É para ele que a gente governa, é em função dele que nós temos que melhorar”, defendeu.  

Os serviços inteligentes de saúde utilizarão infraestrutura com tecnologias digitais avançadas, como inteligência artificial (IA), big data, telemedicina e monitoramento remoto, a fim de tornar o atendimento mais ágil, personalizado, eficiente e acessível. O uso de tecnologia otimiza processos, melhora os resultados para os pacientes e pode reduzir em mais de cinco vezes o tempo de espera por atendimento especializado em situações de urgência e emergência. A rede de UTIs inteligentes funcionará também como centro nacional de pesquisa e inovação.  

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Etapas – Na primeira fase de implementação da Rede Nacional de Hospitais e Serviços Inteligentes, serão inauguradas 14 unidades de terapia intensiva (UTIs) inteligentes em hospitais de 13 estados das cinco regiões do país, com o intuito de permitir diagnósticos e tratamentos de ponta. As ações de modernização abrangem os Hospitais Universitários da Universidade de Brasília (HU-UnB) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (HU-UFRJ) e o Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Minas Gerais (HC-UFMG), da rede Ebserh/MEC.  

Já na fase 2, os investimentos, na ordem de R$ 1,7 bilhão, serão destinados para a construção do primeiro hospital inteligente do país para urgências e emergências – o Instituto Tecnológico de Medicina Inteligente (ITMI), no Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), na capital do estado.  

Em seguida, a fase 3 contemplará a estruturação de serviços inovadores no novo Hospital Universitário da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp); bem como a modernização de hospitais de excelência: no novo Hospital Universitário dos Servidores do Estado (HUSE-Unirio); no Instituto do Cérebro (RJ); e no Novo Hospital de Oncologia (RJ).  

HU-Unifesp – Parte do projeto de implementação da rede inteligente do SUS, o hospital universitário da Unifesp será construído com recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), que somam R$ 206 milhões. A licitação das obras acontece até março deste ano.  

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A estrutura, de cinco andares em 36.750 m2, terá 326 leitos e atenderá casos de alto complexidade nas especialidades de neurologia, oncologia, traumato-ortopedia e cardiovascular. Além disso, por meio de atendimento clínico, cirúrgico e materno-infantil, ofertará cirurgias referenciais, ambulatório de especialidades e emergência clínica, contando também com um centro de diagnóstico por imagem.  

Para as atividades de ensino e pesquisa, o hospital contará ainda com um centro de simulação, salas de aula, espaços de discussão de casos clínicos, auditório, ambulatório com ilhas didáticas e um centro de pesquisa clínica, além de priorizar uma ambiência humanizada. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Ministério da Saúde (MS) e da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh)  

Fonte: Ministério da Educação

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NACIONAL

Alexandre Silveira anuncia medida para consumidores rurais e reforça compromisso do Governo do Brasil com o agronegócio

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, assinou, nesta segunda-feira (8/6), portaria que garante mais flexibilidade e eficiência no uso da energia elétrica no campo com novas regras para concessão dos descontos tarifários destinados às atividades de irrigação e aquicultura. A medida, formalizada durante o evento Bahia Farm Show, em Luís Eduardo Magalhães, dá cumprimento à Lei nº 15.235/2025, que modernizou a legislação do setor e flexibilizou os horários de utilização do benefício para consumidores da Classe Rural. A medida reforça o compromisso do Governo do Brasil com o agronegócio nacional, o setor produtivo e a garantia da segurança energética.

“Estamos modernizando uma política importante para o produtor rural brasileiro, garantindo mais liberdade para que irrigantes e aquicultores utilizem a energia elétrica nos horários mais adequados à sua produção, sem perder o benefício tarifário. É por reconhecer essa força e essa necessidade de irrigação que o governo do presidente Lula traz essa entrega histórica para o agronegócio e para a população baiana. Essa medida também acompanha a evolução do nosso sistema elétrico, além de aproveitar melhor a energia disponível, especialmente das fontes renováveis. Estamos reduzindo custos para quem produz e fortalecendo a competitividade do agronegócio, que é um dos motores do desenvolvimento econômico do país”, ressaltou o ministro.

Como funciona a flexibilização?

Agora, os produtores rurais passam a ter mais liberdade para definir os horários de uso da energia com o desconto, adequando a irrigação às necessidades das culturas agrícolas – diferentes espécies vegetais cultivadas para fins econômicos, alimentares, industriais ou energéticos – e às características de cada propriedade, sem perder o benefício tarifário.

A portaria estabelece um período diário de 8 horas e 30 minutos de desconto, que poderá ser utilizado entre às 21h30 até às 17h do dia seguinte, de forma contínua ou fracionada. Além disso, o consumidor terá preferência na definição da escala de horários e poderá adotar diferentes programações ao longo do ano, conforme as necessidades de produção.

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“Nós regulamentamos uma lei para dar liberdade ao produtor. Antes, o horário do desconto na conta de luz era muito restrito e engessado, agora o irrigante ganhou flexibilidade. Vocês terão um período diário de oito horas e trinta minutos de duração de desconto. É o produtor quem terá a preferência para definir essa escala de horário, podendo até se beneficiar de escalas diferentes para períodos distintos do ano. Isso permite que a irrigação seja feita no momento mais adequado para cada planta, como no início da manhã ou no período noturno. É aumento da produtividade e da eficiência. Essa medida inteligente permite o melhor aproveitamento da energia solar, reduz o desperdício energético e reduz os cortes da geração renovável”, destacou o ministro.

Mais eficiência para o campo e para o sistema elétrico

A medida atualiza o modelo anterior, onde os descontos foram instituídos com objetivo de estimular o consumo de energia elétrica durante a madrugada, período em que havia excedentes de geração hidrelétrica decorrentes da baixa demanda. Com a expansão do uso das fontes renováveis, especialmente a energia solar, e o crescimento da geração distribuída, a dinâmica do setor mudou. Em diversas regiões do país, o aproveitamento da energia disponível passou a ser mais eficiente em horários diferentes daqueles originalmente previstos.

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Nesse cenário, a flexibilização dos horários de desconto permite melhor utilização da energia gerada ao longo do dia, contribuindo para a operação do sistema elétrico e ampliando o aproveitamento das fontes renováveis. Ao mesmo tempo, garante ao produtor rural maior autonomia para irrigar nos momentos mais adequados ao desenvolvimento das culturas, como no início da manhã ou durante a noite, favorecendo ganhos de produtividade e redução de custos.

A iniciativa mantém os benefícios tarifários aos irrigantes e aquicultores, ao mesmo tempo em que promove uma utilização mais eficiente da energia elétrica, alinhada às transformações do setor e às necessidades atuais do campo brasileiro.

Investimentos em distribuição de energia

Em seu discurso, Alexandre Silveira também destacou os investimentos previstos com a renovação da concessão da Neoenergia Coelba, formalizada no mês passado durante evento com a participação do presidente Lula e do ministro. O novo contrato prevê R$ 24,8 bilhões em investimentos na Bahia até 2030 para ampliar e modernizar a infraestrutura de distribuição elétrica, com potencial para gerar mais de 13 mil empregos diretos e indiretos.

Desse total, R$ 3 bilhões serão destinados ao Oeste baiano, região onde está localizada Luís Eduardo Magalhães, sede da Bahia Farm Show e um dos principais polos do agronegócio brasileiro. Os recursos vão fortalecer a infraestrutura necessária para acompanhar a expansão da produção agrícola e da agroindústria local.

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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