NACIONAL

Projeto Golfinho Rotador, de Fernando de Noronha (PE), conquista selo internacional de sustentabilidade

O Projeto Golfinho Rotador, que desde 1990 trabalha a conservação marinha em Fernando de Noronha (PE), alcançou um feito histórico ao ser premiado com o Selo Ouro da Green Destinations Latinoamérica 2025. A iniciativa é a primeira de uma organização não governamental (ONG) da América Latina a alcançar o reconhecimento, destacando o Brasil como referência em práticas de turismo que aliam desenvolvimento e sustentabilidade.

A conquista está em total sintonia com as diretrizes do Ministério do Turismo, que faz do turismo responsável um pilar estratégico do setor. O órgão incentiva estabelecimentos e destinos a adotarem boas práticas, englobando a proteção do meio ambiente, a valorização da cultura local e o desenvolvimento social das comunidades. O prêmio concedido ao Golfinho Rotador é um exemplo prático do sucesso do modelo, que gera experiências turísticas e, ao mesmo tempo, conserva o patrimônio natural brasileiro.

O projeto de Fernando de Noronha foi consagrado por suas ações de pesquisa, preservação dos golfinhos e, principalmente, pelo trabalho de educação ambiental realizado junto a turistas e a moradores. A abordagem garante que o turismo de observação – um dos principais atrativos de Noronha – seja realizado de forma consciente e respeitosa.

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O ministro do Turismo, Celso Sabino, celebra a premiação. “Ver projetos receberem um reconhecimento internacional tão importante mostra que estamos no rumo certo. Incentivando um turismo que cuida, que preserva e que gera benefícios para todos, fortalecendo o Brasil como um destino verdadeiramente comprometido com a sustentabilidade”, aponta o ministro.

TURISMO RESPONSÁVEL – O Ministério do Turismo trabalha para consolidar o Brasil como um destino líder em turismo responsável, uma prática que busca o equilíbrio entre o crescimento econômico, a sustentabilidade ambiental e a justiça social. A iniciativa vai além da proteção da natureza, englobando um conjunto de boas atitudes que tornam a atividade turística mais ética, segura e inclusiva a todos: visitantes, trabalhadores e comunidades receptoras.

O órgão atua em diversas frentes, especialmente na prevenção da exploração sexual de crianças e adolescentes no turismo, na promoção da acessibilidade a pessoas com deficiência e na valorização do trabalho decente.

Por Victor Mayrink
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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NACIONAL

Escola Nacional de Hip Hop já tem adesão de 22 estados

As redes estaduais, distrital e municipais de educação têm até terça-feira, 30 de junho, para aderir ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Até 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam confirmado participação na iniciativa, que busca incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio da cultura e pedagogia hip-hop

A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. A adesão deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), mediante assinatura do termo de adesão.  

A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop é fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com as vivências dos estudantes por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação. 

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Na educação básica, o hip-hop funciona como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares. 

Adesão – No levantamento realizado em 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam aderido ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Entre as unidades da Federação que ainda não haviam formalizado a participação estão Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná. 

Nas capitais, 22 das 26 cidades já haviam confirmado adesão. Apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES) ainda não haviam concluído o processo. 

O levantamento também mostra que a mobilização das redes municipais já alcança índices elevados em diversas unidades da Federação. O Amapá lidera o percentual de adesão entre os municípios, com 93,75%, seguido por Roraima (93,33%) e Acre (81,81%). Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%), demonstrando o avanço da implementação do programa em diferentes regiões do país. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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