NACIONAL

Países do BRICS movimentaram 503 milhões de toneladas de cargas nos portos brasileiros em 2024

Os países que compõem o BRICS movimentaram 503 milhões de toneladas de cargas nos portos brasileiros em 2024, conforme levantamento do Ministério de Portos e Aeroportos, a partir de dados estatísticos da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). Além do Brasil, integram o BRICS Rússia, Índia, China e África do Sul e os novos membros admitidos: Arábia Saudita, Egito, Emirados Árabes Unidos, Etiópia, Indonésia e Irã.

Os dados foram obtidos a partir dos registros de embarques feitos nos portos do Brasil para os demais países do bloco e dos desembarques portuários com origem nas nações do BRICS ao longo do ano passado. De acordo com o levantamento, foram 437,3 milhões de toneladas exportadas e 65,8 milhões importadas, em 2024.

“Esse grande volume de movimentação portuária, meio bilhão de toneladas, mostra a importância do bloco para a economia brasileira. Com os novos leilões de portos que estamos planejando para 2025 e 2026, vamos modernizar ainda mais e fortalecer a atividade portuária brasileira”, afirmou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

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Para o secretário Nacional de Portos do MPor, Alex Ávila, os números revelam que os portos brasileiros estão atuando com eficiência para garantir o comércio exterior do País. “A relação com os países do BRICS e a ampliação da produção brasileira contribuíram para os recordes de movimentação portuária”, afirmou o secretário, lembrando que no ano passado foi registrada a maior movimentação portuária da história, com 1,32 bilhão de toneladas.

Segundo o levantamento, o principal destino em volume de carga foi a China, com 398,6 milhões de toneladas. Entre os produtos enviados para o país asiático com maior volume estão minérios de ferro (277,9 milhões), soja (66,9 milhões) e óleos brutos de petróleo (28,8 milhões). Em segundo lugar nas exportações em toneladas vem o Egito, com 12,9 milhões, com destaque para o milho (5,3 milhões). E em terceiro lugar aparece o Irã, com 8,9 milhões de toneladas, sendo a maior parte também de milho (4,4 milhões).

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Nas importações feitas pelo Brasil, a China também lidera em volume de carga, sendo a origem de 32 milhões de toneladas, a maior parte em contêineres (17,2 milhões), que incluem máquinas e equipamentos, filamentos sintéticos, produtos de borracha e inseticidas. Também da China, o Brasil importa em maior volume de carga adubos (7,5 milhões de toneladas) e ferro e aço (2,7 milhões). Em segundo lugar vem a Rússia, com 22,1 milhões de toneladas, com destaque para adubos (11,7 milhões) e combustíveis minerais (8,4 milhões). Em terceiro lugar vem a Arábia Saudita, com 5,3 milhões de toneladas, das quais também os combustíveis minerais representam o maior volume (3,6 milhões).

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O Brasil está na presidência do BRICS e sedia neste ano a Reunião da Cúpula do bloco, que ocorrerá em julho, no Rio de Janeiro. O BRICS reúne 39% do Produto Interno Bruto (PIB) mundial e 49% da população do planeta.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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NACIONAL

Obras no Aeroporto do Recife e entorno serão acompanhadas por grupo com prefeitura, concessionária e MPor

O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, participou, nesta sexta-feira (17), da formalização do Grupo de Trabalho (GT) que acompanhará os investimentos em infraestrutura no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes Gilberto Freyre (PE) e em seu entorno. A iniciativa reúne a Prefeitura da capital pernambucana, a concessionária Aena Brasil e o Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) para garantir a integração das ações e a viabilização dos projetos previstos para o terminal.

Com foco na expansão da aviação e no fortalecimento da logística do Recife, o grupo atuará no desenvolvimento dos acessos ao novo complexo aeroportuário e no acompanhamento das intervenções urbanas ligadas ao terminal. A proposta é aproximar o aeroporto da cidade e transformar a área em um novo polo de mobilidade, serviços e negócios.

Segundo o ministro Tomé Franca, a iniciativa representa um marco para Pernambuco e reforça a visão integrada adotada pelo Governo do Brasil para o setor aéreo. “Esses investimentos representam melhorias não apenas para quem viaja, mas também para quem trabalha, produz e vive aqui. Um aeroporto moderno é mais do que uma porta de embarque: é um motor de desenvolvimento econômico, de turismo e de geração de oportunidades para a população”, afirmou.

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Os investimentos previstos estão divididos em duas frentes principais: o Plano de Desenvolvimento Imobiliário, com aporte de R$ 580 milhões, e o Terminal Intermodal, com R$ 60 milhões. Juntos, os projetos têm potencial para gerar cerca de 15 mil empregos diretos e indiretos. As obras serão executadas pela Aena Brasil em parceria com o Governo Federal, com início previsto ainda no segundo trimestre deste ano.

O projeto prevê um espaço de múltiplos usos, integração com a Praça Salgado Filho, reorganização dos fluxos para veículos por aplicativo, vans e ônibus de turismo, além de áreas de convivência, equipamentos culturais e soluções voltadas à mobilidade sustentável. A intenção é qualificar a experiência dos passageiros e fortalecer a conexão entre o aeroporto e a capital pernambucana.

“O sucesso do aeroporto é também o sucesso da cidade. Atuaremos juntos, com muita energia, para garantir um ambiente moderno, saudável e bem planejado”, afirmou o prefeito do Recife, Victor Marques.

Composto por representantes da Prefeitura do Recife, da Aena Brasil e do MPor, o Grupo de Trabalho acompanhará a implementação das ações de infraestrutura e dos processos de licenciamento urbano vinculados ao Plano de Desenvolvimento Imobiliário. O plano prevê o aproveitamento de 543 mil metros quadrados de áreas subutilizadas, com 1,3 milhão de metros quadrados de potencial construtivo, destinados à instalação de centros logísticos, empreendimentos comerciais, hotelaria e serviços.

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Para o diretor-presidente da Aena Brasil, Santiago Yus, o GT permitirá um acompanhamento mais eficiente das obras. “É fundamental termos uma forma de monitorar o projeto de maneira integrada, ao mesmo tempo em que as intervenções avançam”, destacou.

Aeroporto estratégico para o Nordeste

Atualmente, o terminal do Recife é o 5º maior do país em volume de cargas transportadas e um dos principais hubs aéreos do Nordeste. Em 2025, 9,7 milhões de passageiros passaram pelo terminal, que hoje oferece voos para dez destinos internacionais, incluindo Argentina, Estados Unidos e Portugal.

Com a ampliação da infraestrutura e as melhorias no entorno, a expectativa é que o principal terminal de Pernambuco ultrapasse a marca de 10 milhões de passageiros, consolidando-se como vetor de desenvolvimento urbano, logístico e turístico para o estado.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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