NACIONAL

MPor investe R$ 11,6 milhões em estudos para implantação do Porto Indústria Verde no RN

O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) e o Governo do Rio Grande do Norte estão dando um novo passo estratégico para a infraestrutura portuária brasileira: o Porto Indústria Verde, em Caiçara do Norte. A iniciativa, integrante do Novo PAC, contará com investimento de R$ 11,6 milhões da União para a execução, ao longo de dois anos, de estudos técnicos que servirão de base para a implantação do empreendimento.

Com início previsto para agosto de 2025 e conclusão em julho de 2027, os estudos englobam a análise de alternativas tecnológicas, soluções de logística integrada, impactos socioeconômicos e ambientais, além do planejamento logístico estadual e das medidas necessárias ao licenciamento ambiental. O objetivo é estruturar um terminal moderno, sustentável e capaz de impulsionar a transição energética e a competitividade logística do país.

O projeto está alinhado ao Acordo de Paris, que prevê a redução das emissões de gases de efeito estufa em até 43% até 2030, e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, como Energia Acessível e Limpa (ODS 7), Indústria, Inovação e Infraestrutura (ODS 9) e Combate às Alterações Climáticas (ODS 13). O Rio Grande do Norte, pioneiro na geração de energia eólica onshore (em terra), busca agora aproveitar seu potencial para a produção de energia offshore (no mar), associada à geração de hidrogênio verde e a um porto multiuso.

Leia Também:  Programa alfabetiza e eleva escolaridade de trabalhadores do MEC

A execução dos estudos será acompanhada pela Secretaria Nacional de Portos, em articulação com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e a Secretaria de Infraestrutura do RN. O processo permitirá identificar as melhores soluções técnicas e ambientais e planejar a integração do porto a rodovias e ferrovias.

“O Porto Indústria Verde de Caiçara do Norte será um marco para o futuro da infraestrutura portuária brasileira e para a transição energética no país. Com esse projeto, unimos desenvolvimento econômico, inovação tecnológica e sustentabilidade, aproveitando o potencial do Rio Grande do Norte para gerar energia limpa e impulsionar a competitividade logística”, afirmou o ministro Silvio Costa Filho.

O investimento no Porto Indústria Verde integra um conjunto mais amplo de ações do MPor no Rio Grande do Norte, que totalizam quase R$ 141 milhões. Entre elas estão a dragagem do Porto de Natal, a instalação de defensas e dolfins, e a reforma de armazéns e galpões com usina fotovoltaica. Essas iniciativas reforçam o compromisso do Ministério em modernizar e ampliar a infraestrutura portuária potiguar, promovendo desenvolvimento econômico aliado à sustentabilidade.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Leia Também:  Torta de Camarão e a riqueza cultural maranhense são destaques no 9º Salão do Turismo

Fonte: Portos e Aeroportos

Propaganda

NACIONAL

MME participa da inauguração de cozinha comunitária sustentável no Ceará

O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nesta quinta-feira (25/6), da inauguração da Cozinha Solidária Paz e Bem, em Fortaleza (CE).A unidade integra o Projeto-Piloto Cozinhas Comunitárias Sustentáveis, desenvolvido em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), a Secretaria-Geral da Presidência da República, Itaipu Binacional, a Cáritas Brasileira, Abiogas, Copa Energia e o Centro Sustentável de Tratamento de Resíduos (CSTR).

Localizada no bairro São João do Tatuapé, a cozinha incorpora soluções energéticas sustentáveis que reforçam seu compromisso com a preservação ambiental. Entre elas, destaca-se o biodigestor, responsável por transformar resíduos orgânicos em biogás, utilizado no preparo das refeições, e em biofertilizante, destinado a hortas comunitárias e à piscicultura. A unidade também conta com um sistema de geração de energia solar, que amplia a eficiência energética e contribui para a redução dos custos operacionais. Em seus primeiros 120 dias de funcionamento, o biodigestor produziu 14,7 m³ de biogás, evitando a emissão de 178 kg de CO₂ equivalente.

Além dos benefícios ambientais e econômicos, as tecnologias contribuem para fortalecer a atuação comunitária por meio de ações de educação socioambiental, mobilização social e iniciativas voltadas à valorização do protagonismo feminino no enfrentamento da insegurança alimentar.

Leia Também:  Dia da Amazônia: Brasil se prepara para receber o mundo na COP30 em Belém

Sobre o projeto
O projeto surgiu no contexto do Grupo de Trabalho de Transições Energéticas do G20 e em sinergia com a Aliança Global Contra a Fome e a Pobreza, que visa reduzir desigualdades e contribuir com parcerias globais para o desenvolvimento sustentável, defendendo caminhos de transição sustentáveis justos e inclusivos.

A instalação de biodigestores na cozinha solidária integra as ações do MME em parceria com a Abiogas e no âmbito da Lei do Combustível do Futuro (14.993/24), que instituiu mandatos para o biogás e para o biometano, ampliando o uso de fontes limpas no país.

Ao transformar resíduos orgânicos em energia e biofertilizante, os biodigestores promovem o aproveitamento de resíduos gerados pelas cozinhas comunitárias, fornecem biogás para o preparo dos alimentos e produzem insumos para o fortalecimento de hortas e quintais produtivos, contribuindo para a segurança alimentar, a economia circular e a transição energética sustentável.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


Instagram Twitter Facebook YouTube Flickr LinkedIn

Fonte: Ministério de Minas e Energia

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA