NACIONAL
MPor cria Grupo de Trabalho para uniformizar regras de concessão de portos, aeroportos e hidrovias
O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) instituiu um Grupo de Trabalho (GT) para harmonizar as regras aplicáveis às concessões de portos, aeroportos e hidrovias. A iniciativa busca ampliar a segurança jurídica, aumentar a previsibilidade regulatória e tornar os projetos de infraestrutura mais atrativos para investidores.
Durante o evento, o ministro da pasta, Tomé Franca, destacou que, embora os três setores possuam características próprias, é necessário avançar em diretrizes comuns para fortalecer o ambiente regulatório das concessões realizadas pelo MPor.
“O nosso objetivo não é criar nenhum tipo de ruptura, mas, ao contrário, gerar uma coerência entre os modos de transportes. Naturalmente, respeitando as especificidades de cada setor, mas, naquilo que é fundamental, estruturante, a gente entende que é possível construir uma inteligência regulatória que traz as experiências de cada setor”, afirmou.
O Grupo de Trabalho será responsável por avaliar a possibilidade de harmonização das regras aplicadas aos diferentes modais administrados pelo MPor, considerando os impactos econômicos e regulatórios da medida. O colegiado também deverá analisar aspectos relacionados à segurança jurídica, com base em precedentes do Tribunal de Contas da União (TCU).
No caso das prorrogações contratuais, o GT deverá propor diretrizes voltadas à ampliação de vantagens econômicas para o Estado, à realização de novos investimentos e à melhoria da prestação dos serviços oferecidos à população.
Do ponto de vista econômico, a uniformização das regras tende a reduzir a percepção de risco por parte dos investidores, contribuindo para diminuir o custo médio ponderado de capital dos projetos. A medida também pode ampliar a atratividade das concessões e facilitar o financiamento de novos empreendimentos de infraestrutura.
“O governo conseguiu apresentar bons projetos, nós conquistamos nos últimos anos uma estabilidade institucional, que é importante. A relação com o Poder Executivo, com os tribunais, isso é importante para quem está investindo no Brasil e, naturalmente, o fortalecimento das agências para poder dar estabilidade regulatória. Esse tripé é fundamental para que a gente possa ir consolidando e crescendo esse ciclo de infraestrutura”, acrescentou o ministro.
Estrutura e funcionamento
O Grupo de Trabalho das Concessões será coordenado pela Assessoria Especial do Gabinete Ministerial e contará com representantes da Secretaria-Executiva, da Secretaria Nacional de Hidrovias e Navegação (SNHN), da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq). Especialistas e entidades externas poderão ser convidados a participar das discussões, sem direito a voto. A participação no GT é considerada prestação de serviço público relevante, sem remuneração.
Para o diretor-presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Tiago Faierstein, a integração promovida pelo grupo fortalece a infraestrutura nacional como um todo: “Não tem nenhum caso no mundo de setor desenvolvido sem a ajuda do Estado. E não existe país desenvolvido sem setores portuário e aeroportuário desenvolvidos. O que está sendo feito aqui é uma coisa que também não é cultural historicamente, que é a integração. A gente precisa atrair investimento, precisa conversar com o setor privado e entender como a gente cria um ambiente favorável”, afirmou.
“Um dos jeitos mais fortes de pensar em soluções diferenciadas é quando a gente senta à mesa junto e discute. E quanto maior for a diversidade, como é aqui, melhor. A gente tem que pensar no social, que é a única forma que o país vai crescer”, complementou a diretora substituta da Antaq, Cristina Castro.
O setor privado foi representado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), entidade de maior representação do segmento de transporte e logística no Brasil: “Isso demonstra para a gente uma abertura de todo mundo e o interesse de trazer o setor privado para contribuir com os debates. De fato, a gente acredita em um resultado perene e promissor”, destacou a assessora governamental da CNT, Dim Michelle Rodrigues.
O GT terá prazo de 90 dias para apresentar relatório final com os estudos desenvolvidos e propostas de diretrizes para políticas públicas e aperfeiçoamento normativo.
Fonte: Portos e Aeroportos
NACIONAL
MEC Idiomas: aprenda inglês e espanhol gratuitamente
O Ministério da Educação (MEC) lançou o MEC Idiomas, plataforma gratuita que disponibiliza oferta de cursos de inglês e espanhol com lições interativas, acompanhamento de progresso e certificados. A ferramenta já reúne 212.302 usuários ativos em todo o país.
Dois formatos – portal e aplicativo – o MEC Idiomas é uma plataforma de aprendizagem bilíngue autoinstrucional do nível básico ao avançado que tem como objetivo ser o primeiro ponto de contato digital entre o estudante de línguas iniciante e o idioma de sua escolha, acompanhando seu aprendizado até níveis mais avançados.
Inicialmente, os idiomas oferecidos são Inglês e Espanhol. As aulas estão organizadas em 6 níveis (A1 a C2); 4 a 6 módulos por nível, cada um deles com 10 a 15 aulas. Desde o lançamento, estão disponíveis cerca de 800 aulas.
O MEC Idiomas oferece diversas ferramentas para os estudantes: teste de proficiência; trilha de aprendizagem (aula e reforço); teste ao fim dos módulos; fale e pratique; agente de Inteligência Artificial para dar apoio e tirar dúvidas e praticar conversação; e comunidades de aprendizado.
Passo a passo para usar a plataforma:
• Basta acessá-lo via portal ou via aplicativo MEC Idiomas e fazer login com o Gov.br;
• Escolher o idioma que quer aprender – inglês ou espanhol;
• Fazer o teste de proficiência disponível que avalia o grau de conhecimento do estudante; • Fazer os exercícios de fixação e de ‘gamificação’, ao final de cada aula, que incentivam a concluir aulas e módulos e passar de nível.
Idiomas Sem Fronteiras (IsF) – o aplicativo está inserido no ecossistema do Idiomas Sem Fronteiras (IsF), compondo uma política de ensino bilíngue já consolidada. A parceria permite a oferta de cursos de especialização para a rede pública de ensino. A oferta dos cursos do IsF, que duram de 48 horas a três meses, acontece duas vezes ao ano. O intuito é melhorar os índices de proficiência e produções científicas. Serão disponibilizados R$ 1,68 milhão por ano para a iniciativa, que impactará 16 mil alunos por semestre.
As ações da Rede IsF tem como objetivo central desenvolver uma política linguística nacional para o ensino superior, fortalecendo a formação de professores de línguas estrangeiras e promovendo a capacitação linguística de estudantes, docentes e técnicos administrativos das Instituições de Ensino Superior (IES). Também contempla a formação de estrangeiros em língua portuguesa e o apoio à capacitação de professores da Educação Básica.
Assessoria de Comunicação Social do MEC
Fonte: Ministério da Educação
-
POLÍTICA MT4 dias atrásWellington lidera corrida ao Paiaguás com 35%; Jayme Campos tem 23% e Pivetta aparece em terceiro com 19% após quatro meses no comando do governo Natasha tem 10% – veja graficos
-
POLICIAL5 dias atrásPRF intensifica fiscalização nas rodovias de Mato Grosso durante o feriado de Corpus Christi 2026
-
ARTIGOS3 dias atrásBiomagnetismo Medicinal: Quando o Cuidado Vai Além do Tratamento
-
ARTIGOS5 dias atrásCRECI-MT: RESPEITAR A HISTÓRIA, RECONHECER AS CONQUISTAS E RENOVAR PARA O FUTURO POR ALEX VIEIRA PASSOS
-
POLÍTICA NACIONAL3 dias atrásURGENTE: Nova versão de delação de Vorcaro inclui Flávio Bolsonaro em relato sobre recursos para filme inspirado em Jair Bolsonaro
-
MINISTÉRIO PÚBLICO MT3 dias atrásFronteiras
-
POLÍTICA MT3 dias atrásSessão é marcada pela leitura da LDO 2027 e aprovação de projeto que cria Programa Social Creches da Terceira Idade
-
POLÍTICA MT3 dias atrásLúdio apresenta projetos para fortalecer Código Ambiental de Mato Grosso

