NACIONAL

MME destaca protagonismo do Brasil na transição energética durante Fórum Econômico Mundial

O Rio de Janeiro tem se consolidado como um polo estratégico da transição energética no Brasil. A avaliação foi feita pelo secretário Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia (MME), Pietro Mendes, que representou o ministro Alexandre Silveira na abertura do Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês) realizado nesta segunda-feira (2/06), no Rio de Janeiro.

Em nome de Silveira, Pietro afirmou que o estado reúne infraestrutura, capital humano e capacidade técnica para liderar agendas emergentes no setor energético — como a instalação de data centers e o avanço da inteligência artificial alimentada por energia limpa, em especial a nuclear.

“O Brasil não apenas acompanha o movimento global — está ajudando a moldá-lo”, disse Pietro durante a abertura do evento.

Representado pelo secretário, Silveira também enfatizou o protagonismo brasileiro na transição energética mundial, citando uma matriz elétrica 90% renovável, segurança jurídica para investidores e políticas públicas que integram inclusão social e desenvolvimento econômico.

Entre os destaques, estão os avanços regulatórios nos combustíveis sustentáveis, no hidrogênio de baixa emissão, na exploração de minerais críticos e na reformulação da Tarifa Social de Energia, por meio do programa Luz do Povo.

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Secretário Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia (MME), Pietro Mendes. Foto: Ricardo Botelho/MME

Secretário Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis do Ministério de Minas e Energia (MME), Pietro Mendes. Foto: Ricardo Botelho/MME

Fórum Econômico – evento

Ao longo do dia, o evento contará com painéis temáticos, em que serão discutidos temas relativos ao setor energético mundial. 

O secretário Nacional de Transição Energética e Planejamento do MME, Thiago Barral, participa do painel “Transição Inteligente: desbloqueando o potencial da IA para a energia limpa”, onde discute como a inteligência artificial pode acelerar a modernização e digitalização do setor energético brasileiro, desde que acompanhada de infraestrutura e regulação adequadas para dar conta da crescente demanda energética dos centros de dados.

A secretária Nacional substituta de Geologia, Mineração e Transformação Mineral, Ana Paula Lima, será uma das painelistas da sessão “O papel dos minerais críticos em uma nova era geoeconômica”, na qual destaca os esforços do Brasil para atrair investimentos sustentáveis na cadeia dos minerais estratégicos e garantir agregação de valor local. De acordo com ela, o papel do novo Fundo de Investimentos em Minerais Estratégicos lançado com apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é crucial para a iniciativa.

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Pietro Mendes, além de representar o ministro na abertura, também integra o painel “Oportunidades para os combustíveis sustentáveis na América do Sul”. Na oportunidade serão apresentadas as políticas do governo brasileiro para o avanço do biodiesel, etanol, hidrogênio de baixa emissão e outros biocombustíveis, destacando o potencial do país para liderar o mercado global de combustíveis limpos.

Encerrando o evento, a assessora Especial do ministro Alexandre Silveira, Mariana de Assis Espécie, ainda modera o painel “Financiamento e inovação para um futuro energético mais inteligente”, em que serão debatidos os instrumentos para destravar capital e tecnologia com foco em sistemas energéticos mais limpos, resilientes e inclusivos.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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NACIONAL

Sisu+ 2026: MEC disponibiliza consulta às vagas

O Ministério da Educação (MEC) disponibilizou, nesta segunda-feira, 8 de junho, a página de consulta de vagas do Sisu+, etapa complementar inédita do Sistema de Seleção Unificada (Sisu). A ferramenta do Portal de Acesso Único permite a consulta antecipada da oferta de vagas disponíveis no programa. A plataforma permite filtrar cursos, instituições, estados e municípios, além de apresentar detalhes importantes sobre modalidades de concorrência e ações afirmativas próprias das instituições. 

O Sisu+ visa ofertar eventuais vagas disponíveis nas instituições ofertantes para ingresso no segundo semestre de 2026. Ao todo, aderiram ao programa 34 instituições públicas de educação superior. 

Inscrição – Os estudantes interessados em participar do Sisu + podem se inscrever no período de 15 a 19 de junho, por meio do Portal de Acesso Único. Para se inscrever, é necessário que os candidatos tenham participado de uma ou mais edições do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) nos últimos três anos e que tenham concorrido a vagas na etapa regular do Sisu 2026. Para fins de inscrição, classificação e seleção dos estudantes, será utilizada a edição do Enem que resulte na melhor média ponderada de acordo com a opção de curso e com os critérios preestabelecidos. Na inscrição, o candidato poderá escolher até duas opções de curso, turno, local de oferta e instituição, optando por uma ordem de preferência. 

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Confira o cronograma do Sisu+ 2026: Cronograma SISU

Sisu+ – O programa integra um ciclo mais amplo de aprimoramento do Sisu, como as alterações recentes da Lei de Cotas, aprimoramentos importantes no sistema de inscrição e melhorias na organização de vagas. A seleção é uma etapa complementar ao Sisu que tem o objetivo de ampliar o acesso à educação superior, contribuindo para a ocupação de vagas disponíveis, e de aperfeiçoar os processos da ferramenta de seleção. A etapa fortalece as instituições públicas de educação superior ao permitir que utilizem a estrutura do Sisu para ofertar vagas que, de outra forma, poderiam depender de processos seletivos próprios, com maior dispersão de regras, calendários e canais de divulgação. 

A participação é voltada às instituições públicas e gratuitas que tenham participado da etapa regular do Sisu 2026 e formalizado a participação por meio do termo de adesão. A tendência é que o Sisu+ seja utilizado especialmente para: cursos que, tradicionalmente, dependem de chamadas sucessivas para preenchimento de vagas; instituições que realizariam processos seletivos próprios para vagas com ingresso no segundo semestre; cursos de licenciatura, engenharias e demais áreas estratégicas em que a ampliação do acesso esteja associada a políticas públicas complementares; e instituições que desejem utilizar a infraestrutura do Sisu para reduzir custos administrativos, ampliar a divulgação das vagas e padronizar procedimentos de seleção. 

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O objetivo é reduzir a necessidade de processos seletivos próprios paralelos e apoiar a organização das ofertas acadêmicas em ambiente já conhecido pelas instituições e pelos estudantes, incluindo instituições localizadas em regiões interiorizadas do país e ampliando a visibilidade de vagas eventualmente disponíveis fora dos grandes centros urbanos. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu)

Fonte: Ministério da Educação

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