NACIONAL

MME destaca papel dos minerais estratégicos na transição energética durante o Brazil Windpower 2025

O Ministério de Minas e Energia (MME) participou, nesta quarta-feira (29/5), do Brazil Windpower 2025, principal evento do setor eólico da América Latina, destacando a importância da integração entre as políticas de energia renovável e de minerais estratégicos para o avanço da transição energética no Brasil.

Durante o painel Tendências e Inovações Tecnológicas para Materiais Avançados e Minerais Estratégicos, o coordenador-geral de Minerais Estratégicos e Transição Energética do Setor Mineral, Gustavo Masili, ressaltou que o fortalecimento da base mineral e tecnológica nacional é essencial para o desenvolvimento das fontes limpas de energia.

“A geração eólica, assim como os veículos elétricos e a robótica, dependem de ímãs permanentes de alta performance produzidos a partir de terras raras e outros minerais estratégicos. O Brasil tem potencial para ocupar um papel relevante nessa cadeia global, mas isso exige investimento em pesquisa, desenvolvimento e inovação, além de políticas que incentivem a produção e a transformação local desses insumos”, afirmou Masili.

O representante do MME também destacou as ações do Governo do Brasil voltadas à valorização dos minerais estratégicos na transição energética, como o mapeamento geológico, o apoio à cadeia produtiva, o estímulo à inovação e a cooperação internacional para o desenvolvimento tecnológico. Entre as medidas em andamento está a regulamentação das debêntures com incentivo fiscal no setor mineral, que deve ser publicada nos próximos meses. O instrumento pretende estimular a transformação mineral no Brasil, promovendo o desenvolvimento regional, a geração de valor local e empregos de qualidade, com sustentabilidade.

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O Fundo de Investimento em Participações (FIP) Minerais Estratégicos, criado pelo BNDES em parceria com o MME, também foi citado como iniciativa relevante para fomentar projetos voltados à transição energética e à produção sustentável de minerais essenciais, como lítio, cobre, níquel e terras raras. Já o Guia do Investidor Estrangeiro em Minerais Críticos, lançado neste ano, apresenta um panorama sobre o ambiente regulatório e as oportunidades de investimento no país.

Masili ressaltou ainda que está em fase final de elaboração a Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos (PNMCE). A política vem sendo construída de forma interministerial e participativa, com o objetivo de ampliar o conhecimento geológico, incentivar a pesquisa mineral e promover a agregação de valor no território nacional, garantindo que o Brasil avance na produção e industrialização de minerais essenciais à transição energética e ao desenvolvimento sustentável.

O Brazil Windpower 2025 reuniu representantes do governo, empresas, associações e especialistas do setor para discutir o futuro da energia eólica no Brasil, as novas fronteiras de desenvolvimento offshore e o papel das fontes renováveis na descarbonização da matriz energética nacional.

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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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NACIONAL

PND: 14 municípios do Acre aderiram ao exame

O estado do Acre registrou a adesão de 14 municípios à Prova Nacional Docente (PND) em 2026. O número representa 63,6% do total de cidades no estado (22). A adesão ao exame teve um crescimento de 31,79% em comparação à edição de 2025, quando apenas sete municípios acreanos participaram.

As inscrições deste ano estão abertas até 3 de julho, no Sistema PND. O Ministério da Educação (MEC), por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), aplicará a prova no dia 20 de setembro. Confira a lista de municípios em que haverá aplicação do exame.

Em 2026, a adesão à PND passou a ter validade por tempo indeterminado. Isso significa que as redes que aderiram poderão utilizar os resultados da prova nos próximos anos sem a necessidade de nova adesão, bastando prever, expressamente, o uso dos resultados da PND em seus editais de seleção. 

Brasil – Em 2026, 2.031 entes federativos aderiram à Prova Nacional Docente (PND), esse número representa uma participação de 96% das capitais e 85% dos estados brasileiros. Em comparação com 2025, a adesão ao exame cresceu mais de 30%. Do total de entes que aderiram ao exame, 615 manifestaram interesse em utilizar os resultados da PND em seus processos seletivos deste ano.

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Confira a adesão à PND por unidade da Federação (UF):

UF

Adesão PND 2026

Nº municípios aderidos

AC

63,6%

14

AL

60,8%

62

AM

83,9%

52

AP

62,5%

10

BA

32,6%

136

CE

20,7%

38

DF

0,0%

0

ES

35,9%

28

GO

39,0%

96

MA

21,7%

47

MG

31,4%

268

MS

65,8%

52

MT

54,2%

77

PA

31,9%

46

PB

26,0%

58

PE

31,4%

58

PI

34,4%

77

PR

38,6%

154

RJ

65,2%

60

RN

33,5%

56

RO

94,2%

49

RR

40,0%

6

RS

28,0%

139

SC

50,5%

149

SE

25,3%

19

SP

36,6%

236

TO

14,4%

20

PND – A Prova Nacional Docente tem como objetivo contribuir para a melhoria da qualidade dos processos seletivos de professores, a fim de incentivar não apenas a realização de concursos públicos mais frequentes, mas também a ampliação da presença de profissionais mais qualificados nas redes públicas de ensino.

O exame soma-se a outras iniciativas do programa Mais Professores para o Brasil, que reúne ações integradas para promover a valorização e a qualificação do magistério da educação básica e o incentivo à docência no Brasil.

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Diretrizes –Edital Inep nº 67/2026 dispõe sobre as regras e os procedimentos para a realização da PND. A prova terá a mesma matriz da avaliação teórica do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) das Licenciaturas, que, desde a sua edição de 2024, tem enfoque nos cursos de formação docente. Neste ano, será aplicada no dia 20 de setembro, e os anos subsequentes contarão também com a avaliação.

Mais Professores – Instituído pela Lei nº 15.344/2026 e pelo Decreto nº 12.358/2025, o programa Mais Professores para o Brasil foi criado em reconhecimento ao papel central dos docentes no processo de aprendizagem dos estudantes e no sucesso das políticas educacionais. A iniciativa busca fortalecer a formação docente, incentivar o ingresso de professores no ensino público e valorizar os profissionais do magistério, proporcionando-lhes recursos e oportunidades de desenvolvimento profissional contínuo. Além disso, estima-se que o programa atenda 2,3 milhões de docentes em todo o país, com as seguintes iniciativas, além da PND: Bolsa Mais Professores, Pé-de-Meia Licenciaturas, Portal de Formação, bem como ações de valorização em parceria com bancos públicos e outros ministérios.   

 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria-Executiva (SE)

Fonte: Ministério da Educação

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