NACIONAL

MEC se reúne com estudantes e gestores do IF Baiano

Nesta sexta-feira, 6 de fevereiro, o ministro da Educação, Camilo Santana, se reuniu com gestores e servidores do Instituto Federal Baiano (IF Baiano), para tratar dos novos campi da instituição. Além disso, o chefe do Ministério da Educação (MEC) se encontrou com estudantes do Programa Mulheres Mil e do Programa Nacional de Promoção de Igualdade de Oportunidades para acesso de estudantes da rede pública de ensino à Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Partiu IF)

Durante a visita, Santana parabenizou os professores e os estudantes da instituição. “Eu tenho muito orgulho desse instituto e do trabalho de vocês. Para mim, é uma honra estar aqui. O ministério está de portas abertas ao diálogo e à transparência, para que a gente possa fortalecer a educação básica, a educação superior e a educação técnica do país”, destacou. 

Para a expansão dos institutos federais, o IF Baiano está recebendo investimento de R$ 100 milhões, destinados à construção e aquisição de equipamentos dos novos campi em Santo Estêvão, Ribeira do Pombal, Ruy Barbosa e Remanso (BA).  

O investimento faz parte da ação do governo federal para a construção de mais de 100 novas unidades de institutos federais em todo o país, com recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), totalizando R$ 2,5 bilhões. A previsão é criar mais de 142 mil novas vagas de educação profissional e tecnológica. Cada campus recebe investimento médio de R$ 25 milhões e terá capacidade de atender, em média, 1.400 estudantes.   

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Para a consolidação das unidades existentes, o Novo PAC destina recursos no valor de R$ 1,4 bilhão, voltados à melhoria e ampliação da infraestrutura, com foco na construção de restaurantes estudantis, bibliotecas, salas de aula, laboratórios, quadras poliesportivas e unidades em instalações definitivas. No IF Baiano, o investimento é de R$ 38,5 milhões. Entre 2023 e 2025, foram repassados R$ 38,1 milhões.  

Mulheres Mil – O programa Mulheres Mil promove a autonomia econômica das mulheres, capacitando-as, fortalecendo a renda familiar, dinamizando as economias locais e contribuindo para a redução da pobreza e da violência doméstica. No IF Baiano, o Mulheres Mil recebe investimentos por meio do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) de R$ 1,2 bilhão para a oferta de 1.064 vagas.   

Partiu IF – Já o Partiu IF oferta aulas e atividades voltadas para a recuperação das aprendizagens de estudantes, com foco nos estudantes do 9º ano que cursaram integralmente o ensino fundamental na rede pública de ensino, negros, quilombolas, indígenas ou que tenham deficiência e renda familiar per capita de até um salário mínimo. A ação ainda capacita esses estudantes para ingressarem nos institutos federais.  

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec)  

Fonte: Ministério da Educação

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NACIONAL

MEC amplia prazo de participação no Diagnóstico de Equidade Racial

O Ministério da Educação (MEC) ampliou o prazo de participação no Diagnóstico Equidade 2026. Agora, redes estaduais e municipais de ensino terão até o dia 15 de julho para preenchimento e envio das informações. O Diagnóstico faz parte da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e está disponível no módulo Pneerq do Sistema Integrado de Monitoramento Execução e Controle do Ministério da Educação (Simec). Até o momento, 89% dos questionários foram enviados (totalizando 4.967 municípios e 23 estados); 2% de preenchimento em andamento e 8% de questionários não foram iniciados.  

O Diagnóstico tem o objetivo de mapear os avanços e desafios das redes na implementação da Lei nº 10.639/2003, alterada pela Lei nº 11.645/2009, que tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira, africana e indígena nas escolas. 

O mapeamento busca subsidiar políticas públicas voltadas à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nas escolas. O diagnóstico também tem a proposta de monitorar a implementação da educação para as relações étnico-raciais (Erer), da educação escolar quilombola (EEQ) e da educação escolar indígena (EEI) nas redes públicas de ensino de todo o Brasil.   

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Os eixos do diagnóstico estão organizados em dez dimensões temáticas: fortalecimento do marco legal; formação de gestores e profissionais da educação; gestão educacional; materiais didáticos e paradidáticos; currículo; financiamento; indicadores, avaliação e monitoramento; gestão democrática e mecanismos de participação social; educação escolar quilombola; e educação escolar indígena. 

Pneerq – A Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola, criada pela Portaria nº 470/2024, objetiva implementar ações e programas educacionais voltados à superação das desigualdades étnico-raciais e do racismo nos ambientes de ensino, bem como à promoção da política educacional para a população quilombola.   

São compromissos dessa política: estruturar um sistema de metas e monitoramento; assegurar a implementação do art. 26-A da Lei nº 9.394/1996; formar profissionais da educação para gestão e docência no âmbito da educação para relações étnico-raciais (Erer) e da educação escolar quilombola (EEQ); induzir a construção de capacidades institucionais para a condução das políticas de Erer e EEQ nos entes federados; reconhecer avanços institucionais de práticas educacionais antirracistas; contribuir para a superação das desigualdades étnico-raciais na educação brasileira; consolidar a modalidade educação escolar quilombola, com implementação das Diretrizes Nacionais; e implementar protocolos de identificação e resposta ao racismo nas escolas (públicas e privadas). 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi  

Fonte: Ministério da Educação

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