NACIONAL

MEC realizará seminário sobre diretrizes para EaD na graduação

Para debater as diretrizes da educação a distância (EaD) na educação superior, o Ministério da Educação (MEC), em parceria com o Conselho Nacional de Educação (CNE), promoverá o seminário “Diretrizes para a Educação a Distância no Âmbito da Graduação”. O encontro contará com especialistas, gestores e autoridades educacionais para discutir desafios, oportunidades e experiências relacionadas à modalidade. O seminário ocorrerá na quinta-feira, 14 de maio, das 8h45 às 13h (horário de Brasília), no plenário do CNE, em Brasília (DF), com transmissão ao vivo pelo canal do MEC no YouTube.  

A programação será composta por quatro painéis temáticos. O primeiro abordará o tema “A experiência brasileira da regulação da EaD”, seguido do debate sobre “O papel dos polos no processo de ensino e aprendizagem e sua conexão com as sedes”.  

Já o terceiro painel discutirá os “Desafios e oportunidades da mediação pedagógica” e o quarto apresentará experiências internacionais sobre modelos híbridos de oferta de graduação. 

A abertura contará com a participação da secretária de Regulação e Supervisão da Educação Superior do MEC, Marta Abramo; do presidente do CNE, Cesar Callegari; do presidente da Câmara de Educação Superior do CNE, Otavio Rodrigues; e do representante da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Antonio Carlos Rodrigues de Amorim. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do CNE 

Fonte: Ministério da Educação

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NACIONAL

CNPM aprova diretrizes para reduzir ociosidade e ampliar oferta de áreas minerárias

O Conselho Nacional de Política Mineral (CNPM) aprovou, nesta quinta-feira (2/7), resolução que estabelece diretrizes de política mineral para a racionalização da gestão, a redução da ociosidade e a ampliação da oferta eficiente de áreas minerárias no País, com vistas à dinamização do setor mineral brasileiro.

A medida representa um avanço na modernização da política mineral brasileira ao orientar a atuação da administração pública federal na gestão das áreas minerárias, com foco na eficiência administrativa, na segurança jurídica, na transparência, na redução do passivo processual que hoje afeta o setor e no aproveitamento responsável dos recursos minerais.

“O patrimônio mineral pertence ao povo brasileiro e precisa cumprir sua função social. Área parada significa investimento parado, emprego que deixa de ser criado e desenvolvimento que não chega aos territórios. Estamos construindo um ambiente mais moderno, eficiente e competitivo para a mineração brasileira”, afirmou o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira.

A resolução parte do diagnóstico de que a manutenção prolongada de áreas inativas, a baixa rotatividade de áreas em disponibilidade e a morosidade na reinserção dessas áreas ao ambiente concorrencial reduzem a eficiência do setor mineral e dificultam a atração de investimentos.

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Além das diretrizes aprovadas, o texto recomenda ao Ministério de Minas e Energia (MME) a coordenação de propostas normativas sobre o aperfeiçoamento da disciplina de suspensão temporária de atividades de lavra, a caracterização objetiva do abandono de mina ou jazida e a regulamentação do grupamento mineiro. Outra recomendação é a realização de estudos para a criação de encargo anual progressivo sobre a inatividade de lavra, a exemplo do que é praticado nos principais países mineradores como mecanismo de desincentivo à ociosidade.

Entre as diretrizes aprovadas estão o fortalecimento da transparência e dos sistemas de informação sobre áreas minerárias e o estímulo à articulação entre os órgãos e entidades competentes, com vistas ao compartilhamento de dados e à redução de entraves administrativos no setor.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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