NACIONAL
MEC integra missão no Comitê de Direitos da Criança da ONU
O Ministério da Educação (MEC) integrou a missão brasileira na 99ª Sessão do Comitê de Direitos das Crianças da Organização das Nações Unidas (ONU), realizada em Genebra, na Suíça, na última semana. Na ocasião, foram apresentadas as ações do Estado brasileiro pela proteção de crianças e adolescentes.
O coordenador–geral de Políticas Educacionais em Direitos Humanos da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC, Erasto Fortes Mendonça, pontuou o entendimento da educação como prática social e direito humano, indispensável para o desenvolvimento pleno e integral das crianças. Além disso, posicionou a escola como parte do Sistema de Proteção Integral da Criança e do Adolescente, reforçando o compromisso do país na manutenção e na consolidação dos direitos das crianças e adolescentes.
De forma geral, o Brasil reforçou o compromisso com o cumprimento da Convenção dos Direitos da Criança, instrumento de direitos humanos adotado pela Assembleia Geral da ONU em novembro de 1989 e ratificado pelo Estado brasileiro em setembro de 1990. A convenção é utilizada como referência por peritos independentes que avaliam os países membros, os submetendo a sabatinas.
A garantia do acesso universal à educação como direito subjetivo e a permanência dos estudantes em percursos educacionais adequados foram pontuadas pelo coordenador-geral, que enfatizou a importância da colaboração entre os entes federados e da criação do Sistema Nacional de Educação, em tramitação na Câmara dos Deputados. “Destacamos a importância do Sistema Nacional de Educação como ferramenta essencial e estruturante para assegurar os direitos das crianças e dos adolescentes”, afirmou Erasto.
O representante do MEC citou o Censo Escolar, realizado anualmente, como um instrumento de identificação de tendências que permitem planejar, monitorar e avaliar a oferta educacional, e a qualidade do ensino. Também foram apresentados programas estruturantes da educação básica, como o Escola em Tempo Integral, o Compromisso Nacional Criança Alfabetizada e o Pé–de–Meia.
A promoção da equidade na educação foi indicada como um princípio estruturante das políticas educacionais brasileiras. Entre as políticas citadas nesse sentido, está a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), cujo nível de adesão dos sistemas de ensino municipais e estaduais chega a 97,3% e 100% respectivamente. A capilaridade da política é assegurada por uma rede nacional de governança composta por mais de 1.500 agentes de articulação e formação, distribuídos em todo o território nacional, além de recursos garantidos pelo Programa Dinheiro Direto na Escola e de um programa de formação continuada de profissionais da educação para a gestão e para a docência.
Ainda foram relatadas ações da Política de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva (Pneepei) e da educação escolar indígena e destacado o papel da educação em Direitos Humanos como instrumento essencial para o enfrentamento de preconceitos e discriminações contra crianças e adolescentes.
A comitiva brasileira foi coordenada pela ministra dos Direitos Humanos e Cidadania, Macaé Evaristo, e contou com a representação de nove ministérios. A chefe da delegação ressaltou a retomada de políticas públicas voltadas à infância e à adolescência após um período de desmonte institucional, tendo sido apresentadas ações desenvolvidas pelos ministérios do atual governo, baseadas em dados e participação social, exercida por meio de colegiados paritários.
A sessão ficou disponível na internet, por meio do portal Webtv da ONU.
Assessoria de Comunicação Social Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)
Fonte: Ministério da Educação
NACIONAL
MEC Idiomas: aprenda inglês e espanhol gratuitamente
O Ministério da Educação (MEC) lançou o MEC Idiomas, plataforma gratuita que disponibiliza oferta de cursos de inglês e espanhol com lições interativas, acompanhamento de progresso e certificados. A ferramenta já reúne 212.302 usuários ativos em todo o país.
Dois formatos – portal e aplicativo – o MEC Idiomas é uma plataforma de aprendizagem bilíngue autoinstrucional do nível básico ao avançado que tem como objetivo ser o primeiro ponto de contato digital entre o estudante de línguas iniciante e o idioma de sua escolha, acompanhando seu aprendizado até níveis mais avançados.
Inicialmente, os idiomas oferecidos são Inglês e Espanhol. As aulas estão organizadas em 6 níveis (A1 a C2); 4 a 6 módulos por nível, cada um deles com 10 a 15 aulas. Desde o lançamento, estão disponíveis cerca de 800 aulas.
O MEC Idiomas oferece diversas ferramentas para os estudantes: teste de proficiência; trilha de aprendizagem (aula e reforço); teste ao fim dos módulos; fale e pratique; agente de Inteligência Artificial para dar apoio e tirar dúvidas e praticar conversação; e comunidades de aprendizado.
Passo a passo para usar a plataforma:
• Basta acessá-lo via portal ou via aplicativo MEC Idiomas e fazer login com o Gov.br;
• Escolher o idioma que quer aprender – inglês ou espanhol;
• Fazer o teste de proficiência disponível que avalia o grau de conhecimento do estudante; • Fazer os exercícios de fixação e de ‘gamificação’, ao final de cada aula, que incentivam a concluir aulas e módulos e passar de nível.
Idiomas Sem Fronteiras (IsF) – o aplicativo está inserido no ecossistema do Idiomas Sem Fronteiras (IsF), compondo uma política de ensino bilíngue já consolidada. A parceria permite a oferta de cursos de especialização para a rede pública de ensino. A oferta dos cursos do IsF, que duram de 48 horas a três meses, acontece duas vezes ao ano. O intuito é melhorar os índices de proficiência e produções científicas. Serão disponibilizados R$ 1,68 milhão por ano para a iniciativa, que impactará 16 mil alunos por semestre.
As ações da Rede IsF tem como objetivo central desenvolver uma política linguística nacional para o ensino superior, fortalecendo a formação de professores de línguas estrangeiras e promovendo a capacitação linguística de estudantes, docentes e técnicos administrativos das Instituições de Ensino Superior (IES). Também contempla a formação de estrangeiros em língua portuguesa e o apoio à capacitação de professores da Educação Básica.
Assessoria de Comunicação Social do MEC
Fonte: Ministério da Educação
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