NACIONAL
MEC dialoga sobre alimentação escolar fórum da FAO
Durante a 53ª Sessão do Comitê de Segurança Alimentar Mundial (CSA), realizada na sede da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em Roma, o Ministério da Educação do Brasil (MEC) reiterou seu compromisso com o direito humano à alimentação adequada. A reunião acontece de 20 a 24 de outubro, com o tema “Fazer a diferença em segurança alimentar e nutricional”, com foco na mobilização de esforços concretos e transformadores frente aos desafios que afetam a realização desse direito.
O Brasil possui uma trajetória consolidada na integração entre educação e segurança alimentar, com destaque para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), reconhecido internacionalmente por sua abrangência e seu impacto positivo na promoção de hábitos alimentares saudáveis, no fortalecimento da agricultura familiar e na melhoria da aprendizagem e da equidade social.
- Leia mais: Pnae: um direito que transforma vidas
O país reafirmou sua disposição em fortalecer a cooperação internacional, ampliando o intercâmbio de experiências com outros países do Sul Global e fomentando redes de pesquisa e inovação em alimentação escolar para contribuir com estratégias globais de combate à fome e à má nutrição.
“Acreditamos que a alimentação adequada é pilar essencial para o desenvolvimento sustentável e a dignidade de todos os povos. Com políticas públicas sustentáveis, compromisso político e investimentos adequados, a escola continuará sendo um espaço fundamental de proteção e transformação social”, ressaltou a representante do MEC, coordenadora da Assessoria de Assuntos Internacionais, Lêda Gomes.
Também participam do evento representantes da Agência Brasileira de Cooperação (ABC); delegações dos governos do Quênia, Ucrânia e Suécia; além de representantes da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza; da Coalizão para a Alimentação Escolar; da Rede de Alimentação Escolar Sustentável (RAES); do Centro de Excelência contra a Fome do WFP; da sociedade civil e do setor privado.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Assessoria Internacional
Fonte: Ministério da Educação
NACIONAL
Escola Nacional de Hip Hop já tem adesão de 22 estados
As redes estaduais, distrital e municipais de educação têm até terça-feira, 30 de junho, para aderir ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Até 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam confirmado participação na iniciativa, que busca incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio da cultura e pedagogia hip-hop.
A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. A adesão deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), mediante assinatura do termo de adesão.
A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop é fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com as vivências dos estudantes por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação.
Na educação básica, o hip-hop funciona como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares.
Adesão – No levantamento realizado em 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam aderido ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Entre as unidades da Federação que ainda não haviam formalizado a participação estão Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná.
Nas capitais, 22 das 26 cidades já haviam confirmado adesão. Apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES) ainda não haviam concluído o processo.
O levantamento também mostra que a mobilização das redes municipais já alcança índices elevados em diversas unidades da Federação. O Amapá lidera o percentual de adesão entre os municípios, com 93,75%, seguido por Roraima (93,33%) e Acre (81,81%). Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%), demonstrando o avanço da implementação do programa em diferentes regiões do país.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)
Fonte: Ministério da Educação
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