NACIONAL

MEC apresenta estratégia de assistência técnica do Novo PAR

Para apresentar a estratégia de assistência técnica e formação para a etapa de planejamento do Novo Plano de Ações Articuladas (Novo PAR), o Ministério da Educação (MEC) realizou, nesta quinta-feira, 21 de agosto, um webinário voltado para articuladores da Rede de Formação e Assistência Técnica do Novo PAR (Renapar) e secretarias municipais e estaduais de educação. O encontro foi transmitido ao vivo pelo canal do MEC no YouTube. 

O Plano de Ações Articuladas (PAR) é um instrumento de diagnóstico, planejamento e gestão das redes de ensino da educação básica e de assistência técnica e financeira do MEC aos estados, aos municípios e ao Distrito Federal, com foco na melhoria da qualidade da educação básica. A etapa de diagnóstico do Novo PAR será concluída no dia 25 de agosto, quando terá início a etapa de planejamento na plataforma. A partir dessa data, as redes definirão prioridades, objetivos, ações e metas para o quinto ciclo do PAR (2025-2028). 

A diretora de Apoio à Gestão Educacional da Secretaria de Educação Básica, Anita Stefani, destacou que a transmissão contava com a participação de mais de 1.000 articuladores de todo o país e explicou sobre a próxima etapa. “Vamos falar da estratégia de formação e de apoio de assistência técnica para os estados e municípios do Brasil na elaboração dos seus planejamentos no âmbito do novo PAR, que em breve vai ser aberto”, destacou.  

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Stefani contou que o lançamento do Novo PAR foi em fevereiro deste ano, durante o Encontro Nacional de Prefeitos. Segundo ela, o lançamento no evento foi importante porque muitos novos secretários de educação foram nomeados por conta das eleições de 2024 e precisam conhecer como funciona o plano. “As redes municipais de ensino das cidades passaram por grandes mudanças de gestão e o PAR é um instrumento de planejamento e gestão educacional e acaba sendo ainda mais importante para essas equipes que estão chegando”, observou. 

Também participaram do webinário o coordenador-geral de Apoio às Redes de Ensino do MEC, João César; a vice-reitora da Universidade Federal de Itajubá, Janaína Santos; e o presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Luiz Miguel Martins.   

“Esse é um momento muito especial. Estamos construindo um novo PAR. Isso significa pensar estratégia de quatro anos para a educação brasileira, e pensar com qualidade e com técnica, com ciência embasando esse processo”, pontuou Luiz Miguel Martins. 

Novo PARO Novo PAR foi lançado pelo MEC em fevereiro de 2025, sendo resultado de um amplo processo participativo que envolveu as secretarias e as entidades vinculadas à pasta, por meio do grupo de trabalho instituído pela Portaria ministerial nº 1.887/2023. A ação também teve a parceria da Undime e do Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Educação (Consed), contando com a participação de representantes das secretarias estaduais e municipais de educação durante oficinas de construção da nova plataforma. 

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Entre os principais objetivos do Novo PAR, estão: 

• aprimorar as capacidades de diagnóstico, planejamento e gestão das redes de ensino; 

• fomentar a atuação em regime de colaboração entre os entes federados; 

• aprimorar a qualidade do investimento público em educação; 

• promover a equidade e a inclusão educacional. 

A Renapar é uma estratégia de formação e assistência técnica em regime de colaboração que contará, inicialmente, com cerca de 1.100 articuladores indicados pelas secretarias estaduais de educação e pela Undime, com o objetivo de apoiar as equipes técnicas das secretarias de educação durante a construção dos seus planos de ações articuladas.  

A Universidade Federal de Itajubá, em Minas Gerais, é parceira do MEC na implementação da etapa de planejamento do Novo PAR em sua estratégia de assistência técnica às redes de educação, com a realização de encontros presenciais e formações remotas. A pasta iniciará o processo formativo dos articuladores da Renapar em encontros presenciais que ocorrerão entre os dias 25 de agosto e 5 de setembro na universidade. 

 
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Básica 

Fonte: Ministério da Educação

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NACIONAL

Escola Nacional de Hip Hop já tem adesão de 22 estados

As redes estaduais, distrital e municipais de educação têm até terça-feira, 30 de junho, para aderir ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Até 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam confirmado participação na iniciativa, que busca incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio da cultura e pedagogia hip-hop

A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. A adesão deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), mediante assinatura do termo de adesão.  

A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop é fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com as vivências dos estudantes por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação. 

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Na educação básica, o hip-hop funciona como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares. 

Adesão – No levantamento realizado em 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam aderido ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Entre as unidades da Federação que ainda não haviam formalizado a participação estão Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná. 

Nas capitais, 22 das 26 cidades já haviam confirmado adesão. Apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES) ainda não haviam concluído o processo. 

O levantamento também mostra que a mobilização das redes municipais já alcança índices elevados em diversas unidades da Federação. O Amapá lidera o percentual de adesão entre os municípios, com 93,75%, seguido por Roraima (93,33%) e Acre (81,81%). Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%), demonstrando o avanço da implementação do programa em diferentes regiões do país. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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