NACIONAL
IFPE é prata em olimpíada internacional de astronomia
O investimento do Ministério da Educação (MEC) na participação de estudantes em olimpíadas de conhecimento está impactando a pesquisa nos Institutos Federais. O estudante Franklin da Silva Costa, do curso técnico de mecânica do campus Recife do Instituto Federal de Pernambuco (IFPE), conquistou a medalha de prata na 18ª Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA), finalizada semana passada em Mumbai, na Índia.
A experiência foi possível graças ao edital de apoio à participação em fases internacionais de Olimpíadas Científicas para equipes da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, iniciativa do MEC por meio da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec).
Único representante de escola pública e da Região Nordeste na equipe brasileira, Costa destacou o aprendizado ao longo das etapas da competição. “Foi uma experiência extraordinária, me senti adquirindo muito conhecimento, desde as fases iniciais da competição até chegar nesse prêmio”, afirmou o estudante.
O professor Guilherme Pereira, coordenador do Núcleo de Astronomia e Física do IFPE, que orientou Costa na preparação, lembra que esta é terceira vez que o instituto recebe medalhas. Segundo ele, essa conquista só foi possível porque Pernambuco é o único estado do Brasil que uma possui olimpíada sobre o tema há 15 anos, a Olimpíada Pernambucana de Astronomia e Astronáutica. “Isso mostra que a escola pública tem potencial e que vale a pena investir nessa instituição”, ressalta Pereira.
Além da prata obtida pelo estudante do IFPE, a equipe brasileira ainda conquistou um ouro (Luca Pieroni Pimenta, Valinhos/SP); outra prata (Francisco Carluccio De Andrade, (Campinas/SP); um bronze (Lucas Amaral Jensen, Itapetininga/SP); e uma menção honrosa (Giovanna Karolinna de Queiroz, São Paulo/SP).
Fonte: Ministério da Educação
NACIONAL
Escola Nacional de Hip Hop já tem adesão de 22 estados
As redes estaduais, distrital e municipais de educação têm até terça-feira, 30 de junho, para aderir ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Até 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam confirmado participação na iniciativa, que busca incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio da cultura e pedagogia hip-hop.
A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. A adesão deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), mediante assinatura do termo de adesão.
A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop é fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com as vivências dos estudantes por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação.
Na educação básica, o hip-hop funciona como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares.
Adesão – No levantamento realizado em 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam aderido ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Entre as unidades da Federação que ainda não haviam formalizado a participação estão Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná.
Nas capitais, 22 das 26 cidades já haviam confirmado adesão. Apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES) ainda não haviam concluído o processo.
O levantamento também mostra que a mobilização das redes municipais já alcança índices elevados em diversas unidades da Federação. O Amapá lidera o percentual de adesão entre os municípios, com 93,75%, seguido por Roraima (93,33%) e Acre (81,81%). Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%), demonstrando o avanço da implementação do programa em diferentes regiões do país.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi)
Fonte: Ministério da Educação
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