NACIONAL

Estudo do BRICS mostra crescimento da EPT nos países membros

A Aliança de Cooperação em Educação Profissional e Tecnológica do BRICS (BRICS-TCA, na sigla em inglês) divulgou os resultados do estudo internacional sobre os sistemas de Educação Profissional e Tecnológica (EPT) dos países membros originais do bloco. De acordo com o estudo, o número de estudantes que escolhem o ensino técnico nos países do BRICS cresceu 20% nos últimos quatro anos.

O projeto, intitulado “Educação e Formação Profissional e seu Impacto no Desenvolvimento do Potencial dos Países do BRICS”, foi iniciado no final de 2024 sob a liderança da Presidência Pro Tempore russa.  

O diretor de Articulação e Fortalecimento da Educação Profissional e Tecnológica da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec), Cláudio Alex, representou o Ministério da Educação (MEC) no evento de lançamento, que ocorreu em formato virtual, e destacou a importância da pesquisa conjunta para a cooperação entre os países do bloco. 

Para elaboração do estudo, o Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif) contribuiu com dados e estudos de caso da Rede Federal. Este ano, sob a presidência brasileira, ocorrerá a segunda etapa da pesquisa, que incluirá os novos países que recentemente aderiram ao BRICS: Arábia Saudita, Egito, Etiópia, Irã, Indonésia e Emirados Árabes Unidos. A nova fase vai focar também na atualização dos dados referentes aos países participantes da etapa inicial. 

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Estão previstos outros três eventos virtuais do BRICS Educação neste semestre. Os webinários abordarão os temas “Educação no campo e em áreas remotas”; “Inteligência artificial aplicada à EPT”; e “Transição energética e energias verdes”. 

Agenda EPT – Em junho, o MEC recebeu representantes do BRICS para debater a importância da EPT no desenvolvimento socioeconômico dos países durante o encontro da Aliança de Cooperação em EPT do BRICS , em Brasília.  Na mesma semana, o MEC promoveu um seminário para discutir temas como inclusão, empregabilidade e desenvolvimento nacional por meio da educação profissional e tecnológica.  

Finalizando a agenda, os países assinaram declaração conjunta para o fortalecimento da EPT, a expansão da Rede de Universidades do BRICS e o uso ético da inteligência artificial na educação básica, em solenidade no Palácio Itamaraty

BRICS – Bloco econômico e político que representa uma parcela significativa da economia e da população mundial. Juntos, os países do BRICS abrigam cerca de 49% da população mundial e representam 39% do PIB global. Integram a aliança Brasil, Rússia, Índia, China, África do Sul, Arábia Saudita, Egito, Etiópia, Irã, Indonésia, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. O BRICS busca fortalecer a cooperação econômica, política e social entre seus membros, além de aumentar a influência dos países do Sul Global nas instituições internacionais. O grupo também tem como objetivo promover o desenvolvimento socioeconômico sustentável e a inclusão social. 

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Assessoria de Comunicação do MEC, com informações da Setec e do Conif 

Fonte: Ministério da Educação

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NACIONAL

Tomé Franca se reúne com representantes portuários e reforça agenda de modernização e diálogo com o setor

O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, participou, nesta quarta-feira (22), de reunião com a Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP) e representantes do setor de todo o país. O encontro marcou momento de diálogo direto entre a nova gestão da Pasta e o setor portuário, com espaço para apresentação de demandas, alinhamento de expectativas e atualização sobre as principais ações previstas para 2026. Esteve presente o diretor-presidente da entidade, Jesualdo Silva, e a agenda foi transmitida por videoconferência para mais de 110 representantes de empresas associadas, de 22 estados brasileiros.

“Tivemos hoje uma oportunidade valiosa de diálogo, podendo fazer um balanço das ações do ministério nos setores de portos e hidrovias, mas também apresentar nossa carteira de investimentos e projetos que estão acontecendo neste ano. Agradeço pela oportunidade de termos essa conversa franca, honesta e transparente, já que isso nos ajuda a construir políticas públicas que, de fato, promovam o desenvolvimento do setor em nosso país”, disse o ministro.

“Agradeço pela oportunidade de termos essa conversa franca, honesta e transparente, já que isso nos ajuda a construir políticas públicas que, de fato, promovam o desenvolvimento do setor em nosso país” Tomé Franca

O representante da ABTP, Jesualdo Silva, agradeceu pela oportunidade do encontro e também destacou a importância do diálogo constante e aberto com o MPor. “Quero agradecer ao ministro Tomé por essa abertura ao diálogo e pela forma transparente com que conduziu esse encontro, abordando todos os temas trazidos pelas associadas e colocando de forma clara as posições do ministério e do governo como um todo. A ABTP prima por esses momentos, já que buscamos sempre agir de forma proativa pelo bem do Brasil”, disse.

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Cooperação técnica

No evento, o ministro reforçou a parceria entre o MPor e a ABTP por meio do Protocolo de Cooperação Portuária, iniciativa que prevê atuação conjunta no desenvolvimento de estudos, propostas técnicas e políticas públicas. A cooperação abrange áreas como desburocratização e simplificação de outorgas, fortalecimento da competitividade do setor, promoção de inovação e tecnologia e adoção de práticas sustentáveis, incluindo ações voltadas à descarbonização das atividades portuárias.

No centro da parceria está o programa Navegue Simples, iniciativa do ministério que busca modernizar a gestão portuária por meio da digitalização de processos e da redução de prazos para concessão de outorgas, aumentando a previsibilidade e a segurança jurídica para investidores.

Agenda do setor

Ao longo da reunião, foram debatidos temas fundamentais para o desenvolvimento da infraestrutura portuária brasileira, incluindo o andamento de propostas legislativas, como o Projeto de Lei 733, que trata de aspectos relacionados ao trabalho portuário, e a aplicação da Convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que estabelece diretrizes para a consulta a comunidades potencialmente impactadas por empreendimentos.

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Também estiveram em pauta o avanço das dragagens nos principais portos do país, a melhoria dos acessos rodoviários e ferroviários aos terminais e medidas para ampliar a eficiência logística e reduzir custos operacionais.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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