NACIONAL

Estado do Tocantins ganha duas novas rotas turísticas

O estado do Tocantins ganhou oficialmente duas novas rotas turísticas: Capim Dourado e Serras Gerais. As leis 15.274/25 e 15.275/25, sancionadas nesta quinta-feira (27.11) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, reconhecem os roteiros e abrem caminho para ampliar ações de promoção, estruturação e investimentos.

A coordenadora-geral de Produtos e Experiências Turísticas do Ministério do Turismo, Fabiana Oliveira, ressalta que a medida fortalece destinos tocantinenses.

“Com a rota oficialmente instituída, o Ministério do Turismo passa a ter base legal para intensificar ações de promoção do destino, além de estruturar trilhas, parques naturais e iniciativas de turismo de base comunitária”, explica Fabiana.

O reconhecimento das rotas turísticas amplia a visibilidade do Tocantins, contribui para a atração de investimentos e ajuda a valorizar, de forma sustentável, as riquezas naturais e culturais que marcam o estado.

ROTA DO CAPIM DOURADO – Com o reconhecimento, municípios como Mateiros, São Félix do Tocantins, Ponte Alta, Novo Acordo, Almas e Lagoa do Tocantins ganham novas condições para fortalecer vocações naturais e ampliar o turismo baseado na cultura e na tradição locais.

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ROTA DAS SERRAS GERAIS – O novo circuito, que abrange os municípios de Dianópolis, Arraias, Taguatinga e Natividade, fortalece o ecoturismo e impulsiona a preservação ambiental e cultural de uma das regiões mais exuberantes do estado.

 Por Lívia Albernaz 

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo 

Fonte: Ministério do Turismo

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NACIONAL

Escola Nacional de Hip Hop já tem adesão de 22 estados

As redes estaduais, distrital e municipais de educação têm até terça-feira, 30 de junho, para aderir ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Até 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam confirmado participação na iniciativa, que busca incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio da cultura e pedagogia hip-hop

A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. A adesão deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), mediante assinatura do termo de adesão.  

A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop é fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com as vivências dos estudantes por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação. 

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Na educação básica, o hip-hop funciona como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares. 

Adesão – No levantamento realizado em 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam aderido ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Entre as unidades da Federação que ainda não haviam formalizado a participação estão Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná. 

Nas capitais, 22 das 26 cidades já haviam confirmado adesão. Apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES) ainda não haviam concluído o processo. 

O levantamento também mostra que a mobilização das redes municipais já alcança índices elevados em diversas unidades da Federação. O Amapá lidera o percentual de adesão entre os municípios, com 93,75%, seguido por Roraima (93,33%) e Acre (81,81%). Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%), demonstrando o avanço da implementação do programa em diferentes regiões do país. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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