NACIONAL
Celso Sabino apresenta em Belém a primeira embarcação movida a hidrogênio verde do mundo
O ministro do Turismo, Celso Sabino, apresentou neste domingo (9/11), em Belém (PA), a primeira embarcação movida a hidrogênio verde do mundo, um marco na transição energética e na promoção do turismo sustentável. O projeto JAQ Hidrogênio, é resultado de uma parceria do Grupo Náutica, o Itaipu ParqueTec e a GWM Hydrogen powered by FTXT, com o apoio do Ministério do Turismo, e integra as ações do Brasil durante a 30ª Conferência das Partes (COP30).
“O Brasil, os nossos cientistas e empreendedores marcam a história hoje com esse projeto inovador. A embarcação movida a hidrogênio verde demonstra que estamos na vanguarda das soluções energéticas e reafirma o papel do turismo como vetor de transformação e conscientização ambiental. Isso simboliza o futuro que queremos construir: limpo, eficiente e sustentável”, afirmou o ministro Celso Sabino.
A embarcação, batizada de JAQ H1, ficará ancorada na Escadinha do Cais do Porto, na Estação das Docas, e funcionará como modelo de turismo sustentável e mobilidade limpa. Alimentado por hidrogênio verde, o barco tem emissões zero de carbono — todos os sistemas a bordo, como iluminação, climatização, cozinha e entretenimento, operam com energia proveniente de células a combustível de hidrogênio, que produzem apenas água como subproduto.
O idealizador do projeto JAQ Hidrogênio e presidente do Grupo Náutica, Ernani Pacionick, comentou a importância do projeto. “Uma iniciativa desta magnitude nunca é o trabalho de um homem só. Ele exige a crença, a coragem de profissionais, de empresas e o endosso do Governo. Nos alegra a presença do Ministro do Turismo ao reconhecer no JAQ a vanguarda da “eco-educação” e do “emprego verde” pelas águas”, afirmou.
A embarcação conta com uma ilha flutuante de 540m², com auditório para 50 pessoas e lounge com capacidade para 75. O espaço servirá para debates, experiências e ações institucionais, reforçando o protagonismo do Brasil na pauta da inovação e do turismo sustentável.
O representante da GWM Hydrogen-FTXT Brasil, Davi Lopes, também ressaltou o papel do Brasil na agenda global. “O Brasil é um exemplo para o mundo em energia limpa. Temos uma das matrizes mais renováveis do planeta e um enorme potencial para produzir hidrogênio a partir de fontes sustentáveis, como solar, eólica e biomassa”, afirmou.
PROGRAMAÇÃO – Durante a COP30, o barco movido a hidrogênio será palco de um Talks sobre sustentabilidade, nos dias 17 e 18 de novembro, com a presença do ministro Celso Sabino e de líderes internacionais. O evento discutirá inovação, turismo verde e transição energética.
“O turismo sustentável é uma das chaves para preservarmos nossos biomas e fortalecermos a imagem do Brasil como referência global em responsabilidade ambiental”, concluiu o ministro.
Com o lançamento, o Ministério do Turismo reforça o papel do país como líder mundial em energias renováveis e protagonista na construção de um modelo de desenvolvimento alinhado à agenda climática global.
Por Lívia Albernaz
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
NACIONAL
InovaSUS Digital seleciona 75 instituições públicas de ensino
O Laboratório InovaSUS Digital selecionou, em resultado preliminar, 75 instituições públicas de ensino para integrar a iniciativa, que busca fortalecer a transformação digital no Sistema Único de Saúde (SUS). A seleção do Edital nº 1/2026, conduzido pelo Ministério da Saúde (MS) em parceria com o Ministério da Educação (MEC), está conectada às estratégias dos programas SUS Digital e do Agora Tem Especialistas, voltadas à ampliação do acesso da população a serviços especializados e à modernização dos sistemas de informação do SUS. O resultado preliminar do edital está disponível no site do MS.
Ao todo, o edital recebeu 657 propostas de diferentes organizações interessadas em contribuir com soluções tecnológicas inovadoras para a saúde pública. Desse total, 383 proponentes foram habilitados, incluindo 16 institutos federais e 59 instituições públicas de ensino superior, além de instituições privadas de ensino, empresas, startups e outros perfis institucionais.
A participação das instituições públicas de ensino reforça a contribuição das universidades federais e da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica no desenvolvimento de pesquisas, tecnologias e soluções inovadoras que podem ser incorporadas às políticas públicas. As propostas selecionadas passarão a integrar o ambiente colaborativo do Laboratório InovaSUS Digital, criado para estimular a cooperação entre governo, instituições de ensino, centros de pesquisa e setor produtivo no desenvolvimento de tecnologias aplicadas à saúde.
De acordo com o ministro de Estado da Educação, Leonardo Barchini, a participação das instituições públicas de ensino contribui com material de excelência no aprimoramento da transformação digital do SUS. “Com a expertise de nossas instituições públicas de educação superior e da Rede Federal de Educação Profissional, poderemos colaborar com a transformação digital do SUS para melhorar a eficiência e a qualidade do atendimento aos cidadãos. No MEC, nosso objetivo ao apoiar a ação do Ministério da Saúde é contribuir com iniciativas que impactem diretamente a vida dos brasileiros.”
Com a publicação do resultado preliminar, o Ministério da Saúde inicia a próxima fase do processo, que prevê o aprofundamento das propostas habilitadas. O objetivo é transformar as iniciativas apresentadas em soluções capazes de gerar impacto concreto na organização e na oferta de serviços do SUS. As soluções selecionadas poderão, futuramente, subsidiar parcerias estratégicas e processos de compras públicas de inovação, conforme avaliação técnica, jurídica e de conveniência do governo federal.
Seleção – Para participar do edital, as propostas deveriam estar alinhadas a eixos estratégicos como interoperabilidade e padrões de dados; telessaúde e serviços digitais ao paciente; dispositivos médicos e internet das coisas; gestão da informação em saúde; medicina de precisão; e aplicação de inteligência artificial.
Entre os critérios considerados na avaliação estavam relevância institucional, urgência do problema apresentado, potencial de escalabilidade, viabilidade técnica e grau de inovação. Para serem habilitadas, as propostas precisaram alcançar pontuação mínima de 60 pontos.
As instituições participantes também deveriam demonstrar capacidade técnica e experiência em saúde digital, além de atender a requisitos jurídicos e fiscais e apresentar compromisso com princípios éticos, governança, segurança da informação e proteção de dados pessoais, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do MS
Fonte: Ministério da Educação
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