NACIONAL
Brasil tem duas praias entre as 50 melhores do mundo e reforça o compromisso com o turismo sustentável
Dois pedaços do paraíso brasileiro ganharam ainda mais destaque no cenário internacional. O Pontal do Atalaia, em Arraial do Cabo (RJ), e a Baía do Sancho, em Fernando de Noronha (PE), foram incluídos no prestigiado ranking World’s 50 Best Beaches, que reúne as cinquenta praias mais incríveis do mundo. O reconhecimento, baseado em votos de mais de mil especialistas do setor, não é apenas motivo de celebração, é uma oportunidade estratégica para fortalecer o turismo sustentável no Brasil.
Entre tantas belezas naturais espalhadas pelo planeta, essas duas praias brasileiras se destacam por sua natureza exuberante e preservada. A Baía do Sancho, que ocupa a 25ª posição na lista, é exaltada por suas águas esmeraldas, penhascos impressionantes e pela experiência quase selvagem de mergulhar em um ecossistema intocado. Já o Pontal do Atalaia ganhou o apelido carinhoso de “Caribe brasileiro”, encantando visitantes com águas calmas, areias brancas e um cenário de cinema – cujo acesso mais restrito só contribui para seu charme e conservação.
As menções no ranking trazem atributos valiosos para a promoção do Brasil como destino turístico: exclusividade, contato genuíno com a natureza, autenticidade e preservação ambiental. Mais do que atrair visitantes, trata-se de atrair o turista consciente – aquele que valoriza experiências únicas, respeita os destinos e contribui para o desenvolvimento das comunidades locais.
Esses dois tesouros naturais também reforçam a importância de um turismo responsável. O acesso controlado e a presença em áreas de proteção ambiental, como é o caso de Fernando de Noronha, mostram que é possível conciliar o desejo de explorar com a necessidade de preservar.
CONHEÇA O BRASIL – Para incentivar que mais brasileiros explorem as belezas do próprio país, o Ministério do Turismo lançou o programa “Conheça o Brasil: Voando”. A iniciativa visa tornar as viagens mais acessíveis para todos os brasileiros, promovendo redução do custo operacional das empresas aéreas, melhorias no ambiente de negócios e na competitividade.
Por Lívia Albernaz
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
NACIONAL
Comunidade dos Países de Língua Portuguesa assinam acordo que garante segurança social para trabalhadores migrantes
Na última quarta -feira (19), os ministros dos Negócios Estrangeiros da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), responsável por promover a cooperação política, cultural, econômica e social entre os governos e os povos membros, assinaram, em Díli, capital do Timor-Leste, o acordo administrativo que permite pôr em prática a Convenção Multilateral de Segurança Social da Comunidade, 11 anos depois de o instrumento ter sido criado.
O acordo representa um passo importante para a efetivação da Convenção, criada há mais de uma década, e tem como objetivo reforçar a proteção social e garantir a portabilidade dos direitos de segurança social dos trabalhadores migrantes e de suas famílias que residem ou exercem atividade profissional em países integrantes da CPLP.
A Convenção Multilateral de Segurança Social da CPLP foi assinada em 24 de julho de 2015, também em Díli, durante a XX Reunião Ordinária do Conselho de Ministros da CPLP. O novo Acordo Administrativo estabelece os procedimentos necessários para colocar o instrumento em prática.
A medida se aplica às prestações relacionadas à invalidez, à velhice e à morte, e busca garantir que os cidadãos que trabalham ou residem em diferentes países do espaço lusófono não percam os direitos adquiridos ao longo de sua trajetória profissional.
Na prática, a Convenção permitirá que um trabalhador que tenha contribuído para os sistemas de segurança social de mais de um país da CPLP possa somar esses períodos para cumprir os requisitos necessários ao acesso a benefícios, como a aposentadoria. Dessa forma, mesmo que o cidadão não tenha alcançado, isoladamente em um único país, o tempo mínimo de contribuição exigido pela legislação nacional, os períodos cumpridos nos diferentes Estados Partes poderão ser considerados.
A Convenção também prevê que os períodos de contribuição anteriores à sua entrada em vigor possam ser contabilizados para a verificação do direito às prestações. As pensões já concedidas, no entanto, não serão revistas.
No Brasil, a Convenção está em fase final de aprovação. Na semana passada, o texto foi aprovado pela Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado e agora segue para votação em plenário.
Timor-Leste e Portugal foram os primeiros Estados a ratificar a Convenção, em 11 de setembro e 30 de outubro de 2023, respectivamente. Os demais países signatários também avançam nos procedimentos internos necessários para a ratificação do instrumento.
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