NACIONAL

Brasil tem duas praias entre as 50 melhores do mundo e reforça o compromisso com o turismo sustentável

Dois pedaços do paraíso brasileiro ganharam ainda mais destaque no cenário internacional. O Pontal do Atalaia, em Arraial do Cabo (RJ), e a Baía do Sancho, em Fernando de Noronha (PE), foram incluídos no prestigiado ranking World’s 50 Best Beaches, que reúne as cinquenta praias mais incríveis do mundo. O reconhecimento, baseado em votos de mais de mil especialistas do setor, não é apenas motivo de celebração, é uma oportunidade estratégica para fortalecer o turismo sustentável no Brasil.

Entre tantas belezas naturais espalhadas pelo planeta, essas duas praias brasileiras se destacam por sua natureza exuberante e preservada. A Baía do Sancho, que ocupa a 25ª posição na lista, é exaltada por suas águas esmeraldas, penhascos impressionantes e pela experiência quase selvagem de mergulhar em um ecossistema intocado. Já o Pontal do Atalaia ganhou o apelido carinhoso de “Caribe brasileiro”, encantando visitantes com águas calmas, areias brancas e um cenário de cinema – cujo acesso mais restrito só contribui para seu charme e conservação.

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As menções no ranking trazem atributos valiosos para a promoção do Brasil como destino turístico: exclusividade, contato genuíno com a natureza, autenticidade e preservação ambiental. Mais do que atrair visitantes, trata-se de atrair o turista consciente – aquele que valoriza experiências únicas, respeita os destinos e contribui para o desenvolvimento das comunidades locais.

Esses dois tesouros naturais também reforçam a importância de um turismo responsável. O acesso controlado e a presença em áreas de proteção ambiental, como é o caso de Fernando de Noronha, mostram que é possível conciliar o desejo de explorar com a necessidade de preservar.

CONHEÇA O BRASIL  – Para incentivar que mais brasileiros explorem as belezas do próprio país, o Ministério do Turismo lançou o programa “Conheça o Brasil: Voando”. A iniciativa visa tornar as viagens mais acessíveis para todos os brasileiros, promovendo redução do custo operacional das empresas aéreas, melhorias no ambiente de negócios e na competitividade.

Por Lívia Albernaz 

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo 

Fonte: Ministério do Turismo

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NACIONAL

Escola Nacional de Hip Hop já tem adesão de 22 estados

As redes estaduais, distrital e municipais de educação têm até terça-feira, 30 de junho, para aderir ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Até 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam confirmado participação na iniciativa, que busca incorporar ao ambiente escolar saberes urbanos, periféricos e negros por meio da cultura e pedagogia hip-hop

A Escola Nacional de Hip-Hop integra a Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq) e prevê investimento de R$ 50 milhões entre 2026 e 2027. A adesão deve ser realizada exclusivamente pelo Sistema Integrado de Monitoramento, Execução e Controle (Simec), mediante assinatura do termo de adesão.  

A proposta da Escola Nacional de Hip-Hop é fortalecer práticas pedagógicas que dialoguem com as vivências dos estudantes por meio de atividades ligadas à música, dança, grafite, batalhas de rima e formação cultural. Entre as ações previstas estão trilhas formativas voltadas à gestão de carreira de MCs, breaking olímpico, slams estudantis, batalhas de rima, atividades de grafite e experiências pedagógicas relacionadas ao hip-hop na educação. 

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Na educação básica, o hip-hop funciona como uma ferramenta de apoio ao sucesso acadêmico de estudantes em três grandes áreas: fortalecimento da identidade e da representatividade; integração de saberes e perspectivas decoloniais ao currículo; e melhoria do clima escolar, incluindo ações culturais que possam contribuir para reduzir o uso excessivo de celulares nos intervalos escolares. 

Adesão – No levantamento realizado em 24 de junho, 22 estados e o Distrito Federal já haviam aderido ao Programa Escola Nacional de Hip-Hop. Entre as unidades da Federação que ainda não haviam formalizado a participação estão Amazonas, Espírito Santo, Mato Grosso e Paraná. 

Nas capitais, 22 das 26 cidades já haviam confirmado adesão. Apenas Boa Vista (RR), Manaus (AM) e Vitória (ES) ainda não haviam concluído o processo. 

O levantamento também mostra que a mobilização das redes municipais já alcança índices elevados em diversas unidades da Federação. O Amapá lidera o percentual de adesão entre os municípios, com 93,75%, seguido por Roraima (93,33%) e Acre (81,81%). Na sequência aparecem Maranhão (78,34%), Bahia (77,69%) e Rio de Janeiro (77,17%), demonstrando o avanço da implementação do programa em diferentes regiões do país. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) 

Fonte: Ministério da Educação

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