NACIONAL

Brasil e Panamá firmam Plano de Ação para fortalecer cooperação turística durante Fórum Internacional

O Brasil e o Panamá deram um passo estratégico no fortalecimento das relações bilaterais ao assinarem, nesta quarta-feira (28/01), na Cidade do Panamá, o Plano de Ação para Implementação do Acordo de Cooperação Turística entre os dois países. O ato contou com a presença do ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante o Fórum Econômico Internacional da América Latina, e marca uma nova etapa da parceria entre o Ministério do Turismo do Brasil e a Autoridade de Turismo do Panamá.

O plano prevê ações para ampliar o fluxo de turistas entre as duas nações e o intercâmbio de melhores práticas em inovação, sustentabilidade, acessibilidade, governança e uso de dados e estatísticas do setor, alinhados à Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

No ano de 2025, o Brasil recebeu 16.492 turistas do Panamá. Em comunicado conjunto, os presidentes Lula e José Raúl Mulino Quintero saudaram a assinatura do Plano de Ação para a Implementação do Acordo de Cooperação Turística entre o Ministério do Turismo do Brasil e a Autoridade de Turismo do Panamá, orientado a ampliar a cooperação no âmbito do turismo, com base nos princípios da igualdade e benefício mútuo.

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Entre os eixos previstos estão, ainda, o compartilhamento de informações e experiências em segmentos turísticos estratégicos, como inovação e transformação digital, turismo de natureza, sol e praia, turismo indígena (Experiências do Brasil Original), turismo cultural, náutico e de cruzeiros, gastronomia, aventura, afroturismo e o desenvolvimento de Destinos Turísticos Inteligentes.

O acordo foi assinado pelo ministro Gustavo Feliciano e pela ministra e administradora da Autoridade de Turismo do Panamá, Gloria De León Zubieta.

A assinatura integra a agenda da visita oficial do presidente Lula ao presidente do Panamá, José Raúl Mulino, nos dias 27 e 28 de janeiro — a primeira do chefe de Estado brasileiro ao país neste mandato. A participação do ministro do Turismo na comitiva reforça o papel estratégico do setor como vetor de integração regional, desenvolvimento econômico e geração de oportunidades.

O FÓRUM – O Fórum Econômico Internacional da América Latina, organizado pelo Banco de Desenvolvimento da América Latina e Caribe (CAF) em parceria com o governo do Panamá, reúne lideranças políticas e econômicas para debater temas como crescimento econômico, inclusão social, competitividade, integração regional e o papel da região em um cenário global mais instável. Nesta edição, o Brasil é o país convidado de honra, o que amplia a relevância da presença brasileira e da formalização do acordo na área do turismo.

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Por Fábio Marques
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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NACIONAL

InovaSUS Digital seleciona 75 instituições públicas de ensino

O Laboratório InovaSUS Digital selecionou, em resultado preliminar, 75 instituições públicas de ensino para integrar a iniciativa, que busca fortalecer a transformação digital no Sistema Único de Saúde (SUS). A seleção dEdital nº 1/2026, conduzido pelo Ministério da Saúde (MS) em parceria com o Ministério da Educação (MEC), está conectada às estratégias dos programas SUS Digital e do Agora Tem Especialistas, voltadas à ampliação do acesso da população a serviços especializados e à modernização dos sistemas de informação do SUS. O resultado preliminar do edital está disponível no site do MS. 

Ao todo, o edital recebeu 657 propostas de diferentes organizações interessadas em contribuir com soluções tecnológicas inovadoras para a saúde pública. Desse total, 383 proponentes foram habilitados, incluindo 16 institutos federais e 59 instituições públicas de ensino superior, além de instituições privadas de ensino, empresas, startups e outros perfis institucionais. 

A participação das instituições públicas de ensino reforça a contribuição das universidades federais e da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica no desenvolvimento de pesquisas, tecnologias e soluções inovadoras que podem ser incorporadas às políticas públicas. As propostas selecionadas passarão a integrar o ambiente colaborativo do Laboratório InovaSUS Digital, criado para estimular a cooperação entre governo, instituições de ensino, centros de pesquisa e setor produtivo no desenvolvimento de tecnologias aplicadas à saúde. 

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De acordo com o ministro de Estado da Educação, Leonardo Barchini, a participação das instituições públicas de ensino contribui com material de excelência no aprimoramento da transformação digital do SUS. “Com a expertise de nossas instituições públicas de educação superior e da Rede Federal de Educação Profissional, poderemos colaborar com a transformação digital do SUS para melhorar a eficiência e a qualidade do atendimento aos cidadãos. No MEC, nosso objetivo ao apoiar a ação do Ministério da Saúde é contribuir com iniciativas que impactem diretamente a vida dos brasileiros.”   

Com a publicação do resultado preliminar, o Ministério da Saúde inicia a próxima fase do processo, que prevê o aprofundamento das propostas habilitadas. O objetivo é transformar as iniciativas apresentadas em soluções capazes de gerar impacto concreto na organização e na oferta de serviços do SUS. As soluções selecionadas poderão, futuramente, subsidiar parcerias estratégicas e processos de compras públicas de inovação, conforme avaliação técnica, jurídica e de conveniência do governo federal.  

Seleção Para participar do edital, as propostas deveriam estar alinhadas a eixos estratégicos como interoperabilidade e padrões de dados; telessaúde e serviços digitais ao paciente; dispositivos médicos e internet das coisas; gestão da informação em saúde; medicina de precisão; e aplicação de inteligência artificial. 

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Entre os critérios considerados na avaliação estavam relevância institucional, urgência do problema apresentado, potencial de escalabilidade, viabilidade técnica e grau de inovação. Para serem habilitadas, as propostas precisaram alcançar pontuação mínima de 60 pontos. 

As instituições participantes também deveriam demonstrar capacidade técnica e experiência em saúde digital, além de atender a requisitos jurídicos e fiscais e apresentar compromisso com princípios éticos, governança, segurança da informação e proteção de dados pessoais, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do MS 

Fonte: Ministério da Educação

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