NACIONAL

Brasil assume liderança do Grupo de Trabalho da ONU Turismo sobre Turismo e Ação Climática

Em uma decisão unânime, o Brasil foi eleito para liderar, pelos próximos dois anos, as discussões sobre Turismo e Ação Climática  no âmbito da ONU Turismo. A eleição para presidência do grupo, composto por 29 países, foi realizada na manhã desta sexta-feira (07), em Riade, Arábia Saudita, onde acontece a reunião da 26a Assembleia Geral da ONU Turismo.  A vice-presidência será dividida entre duas ilhas fortemente impactadas pelas mudanças climáticas: Maldivas e Antígua e Barbuda. 

A secretaria-executiva do Ministério do Turismo, Ana Carla Lopes, presidiu a primeira reunião do grupo criado na última edição do Conselho Executivo da ONU Turismo em maio, em Segóvia, na Espanha. A proposta foi apresentada pelo ministro do Turismo e presidente do Conselho Executivo do órgão, Celso Sabino, como forma de reforçar o multilateralismo das ações de combate e mitigação das mudanças climáticas.

“Com a presidência deste grupo, o Ministério do Turismo entrega uma parte importante de nosso plano de ação para a COP30. Enquanto  o mundo tem a oportunidade de debater sobre o impacto das mudanças climáticas na porta de entrada da floresta amazônica, nós temos a chance de fazer parte dessa mudança aqui em Riade, de forma complementar”, afirma Ana Carla Lopes.

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Durante o encontro, ficou definido que os próximos passos do grupo devem contemplar um plano de trabalho para os próximos dois anos. Outra decisão foi incluir a UNFCCC, responsável pela realização da COP, como observador do grupo. Em Belém, onde participa da Cúpula dos Líderes, o ministro Sabino comemorou o resultado. “Esta é mais uma conquista do Brasil que reafirma seu protagonismo do cenário mundial e ainda mais na região das Américas. Nosso olhar atento a floresta mas principalmente com aqueles que vivem nela, e podem encontrar no turismo, um aliado para a preservação e sustento de sua família, certamente fará a diferença durante esse trabalho”, conclui.

Por Lívia Nascimento 

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo 

Fonte: Ministério do Turismo

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NACIONAL

Exportações por carga aérea crescem 43% no primeiro trimestre de 2026

As exportações brasileiras por carga aérea cresceram 43% no primeiro trimestre de 2026 e alcançaram US$ 5,8 bilhões, impulsionadas pela demanda internacional e pelo avanço do comércio eletrônico. No mesmo período, o transporte aéreo de cargas movimentou 308,7 mil toneladas no Brasil, considerando operações domésticas e internacionais, segundo dados do Painel de Indicadores da Carga Aérea, disponível na plataforma Hórus, do Ministério de Portos e Aeroportos (MPor).

O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, destacou que o avanço da carga aérea reflete o fortalecimento da logística e a capacidade do setor de responder ao crescimento do comércio internacional. “Os números mostram que o Brasil tem ampliado sua competitividade logística. O crescimento das exportações por via aérea demonstra a confiança do mercado internacional nos produtos brasileiros e reforça a importância dos investimentos em infraestrutura aeroportuária e eficiência operacional”, afirmou.

Mercado doméstico

No mercado doméstico, a movimentação total alcançou 101,2 mil toneladas, leve retração de 1,5% em relação ao mesmo período de 2025. Apesar disso, o transporte realizado por aeronaves cargueiras apresentou crescimento de 18,3%, chegando a 39,8 mil toneladas e ampliando sua participação para 35,6% da carga doméstica movimentada no país. Já o transporte em aeronaves mistas (que transportam passageiros e cargas) totalizou 61,4 mil toneladas, queda de 11,2%.

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Entre as principais rotas domésticas, destacaram-se os fluxos entre Manaus (AM) e Guarulhos (SP), além da ligação entre Manaus (AM) e Viracopos (SP). Isso reforça a importância da integração logística entre os polos industriais, centros de distribuição e hubs aeroportuários do país.

O crescimento do comércio eletrônico também segue impulsionando a demanda por operações logísticas mais rápidas e eficientes em diferentes regiões brasileiras.

Exportações e rotas internacionais

No cenário internacional, a movimentação de carga aérea somou 207,5 mil toneladas no trimestre, com estabilidade em relação ao mesmo período do ano anterior. O destaque ficou novamente para as aeronaves cargueiras, que movimentaram 99,5 mil toneladas, alta de 10,9%, enquanto as aeronaves mistas transportaram 107,9 mil toneladas, retração de 9,3%.

As rotas entre Brasil e Estados Unidos seguiram concentrando os maiores volumes internacionais, especialmente nas operações envolvendo Miami (EUA) e Santiago (CHI).

O secretário Nacional de Aviação Civil do MPor, Daniel Longo, destacou a importância do monitoramento técnico e da produção de estudos para orientar políticas públicas e investimentos no setor. “Levantamentos como o Painel de Indicadores da Carga Aérea são fundamentais para acompanhar o comportamento do mercado, identificar tendências e apoiar decisões estratégicas. Esses números demonstram a força do setor e ajudam o poder público e a iniciativa privada a planejarem investimentos com mais eficiência e previsibilidade”, afirmou.

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Exportações em alta

As exportações brasileiras por carga aérea alcançaram US$ 5,8 bilhões no primeiro trimestre, considerando o valor das mercadorias embarcadas para exportação. Isso representa um crescimento expressivo, de 43%, frente ao mesmo período de 2025. Já as importações somaram US$ 13,6 bilhões, avanço de 0,8%.

Os Estados Unidos, a China e a Alemanha lideraram as origens das importações aéreas brasileiras, concentrando cerca de 45% do valor movimentado. Já os principais destinos das exportações foram Estados Unidos, Canadá e Suíça, responsáveis por 48,3% do valor exportado por via aérea. Produtos farmacêuticos, máquinas e eletrônicos, além de cargas de alto valor agregado, permaneceram entre os itens de maior relevância no comércio aéreo internacional brasileiro.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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