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Promotores substitutos iniciam atuação no interior nesta segunda-feira

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Após cumprirem uma carga horária de 160 horas/aula na primeira etapa do curso de formação, os cinco novos promotores de Justiça substitutos começam na segunda-feira (09) a atuar nas comarcas para onde foram designados. Na bagagem, além dos conhecimentos teóricos adquiridos no decorrer dos vários anos de preparação, eles também estão levando informações gerais sobre a estrutura organizacional, estratégica e administrativa do Ministério Público do Estado de Mato Grosso.

Levam ainda orientações gerais para o exercício da atividade-fim, que foram repassadas pelas Procuradorias Especializadas e Centros de Apoio Operacional, e a experiência adquirida no treinamento prático junto às Promotorias de Justiça. De acordo com informações da Corregedoria-Geral do MPMT, Pedro Facundo Bezerra irá para Colniza; José Luciano da Silva para São Félix do Araguaia; Jacques de Barros Lopes para Vila Rica; Driele de Oliveira Maschio para Cotriguaçu e Vanessa Assis Baruffi para Porto Alegre do Norte. 

As atividades foram encerradas com palestras e oficinas sobre o Planejamento Estratégico Institucional, Programa de Qualidade de Vida no Trabalho – Vida Plena e Associação Mato-Grossense do Ministério Público. O fechamento dos trabalhos ficou a cargo do procurador-geral de Justiça, José Antônio Borges Pereira. 

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Coordenado pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, o curso de formação incluiu aulas, palestras, eventos presenciais e a distância; estudos de casos; visitas técnicas; realização de oficinas; participação em atos processuais consistentes em audiências e plenários do Tribunal do Júri; além da elaboração de peças processuais.

A segunda etapa do curso para ingresso, formação inicial e vitaliciamento dos novos membros consistirá na realização de cursos promovidos e coordenados pelo Ceaf, no prazo de 18 meses após a posse no cargo. 

Fonte: MP MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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