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MPMT retoma projeto na próxima semana em shopping de Cuiabá

O Ministério Público do Estado de Mato Grosso retomará na próxima segunda-feira (02) o projeto Diálogos com a Sociedade no Shopping Estação. Durante 10 dias, de segunda a sexta-feira, serão realizados podcasts e entrevistas no estúdio “bolha”, que ficará localizado em ponto estratégico do shopping. A programação começa às 17h, com a realização do podcast “Vozes do MPMT” com os parceiros da iniciativa. E, na sequência, às 19h, ocorrerão rodadas de entrevistas, que serão transmitidas ao vivo no Portal Primeira Página, da Rede Mato-grossense de Televisão.

De acordo com a subprocuradora-geral de Justiça Administrativa, Claire Vogel Dutra, a ação será semelhante à que foi desenvolvida no mês de março com a campanha “Juntos por Elas”. “Desta vez, as discussões serão ampliadas e contemplarão temas como feminicídio, autismo, abuso sexual contra crianças e adolescentes, assédio nos estádios de futebol, violência contra idosos e protocolo não é não, saúde mental, entre outros”, destacou a subprocuradora-geral.

Segundo ela, o projeto foi viabilizado por meio de parcerias com a iniciativa privada e contará com a participação de profissionais com vasta experiência na área. Na abertura, por exemplo, o procurador-geral de Justiça Deosdete Cruz Junior e a senadora Margareth Buzetti vão abordar os desafios para redução do feminicídio em Mato Grosso.

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Estão previstas ainda discussões sobre a ações de enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes, o cuidado a usuários da Rede de Atenção Psicossocial de Mato Grosso, queimadas no Pantanal, violência no trânsito, entre outros assuntos.

Durante a ação, 11 empresas parceiras do projeto vão participar do Podcast “Vozes do MPMT”, apresentando iniciativas na área socioambiental, com transmissão ao vivo no canal do MPMT no Youtube. Participam do projeto as seguintes empresas e entidades: Ginco, Brasido, Energisa, Todimo, Aster Máquinas, Amaggi, Ditado Popular, Bodytech Shopping Goiabeiras, Aprosoja, Ampa e Shopping Estação.

O gerente de Marketing do Shopping Estação Cuiabá, Deucimar Serra, destacou que “receber um projeto como este é de extrema importância, pois reforça o nosso compromisso com a comunidade em que estamos inseridos e é uma oportunidade de conscientizar a população sobre questões importantes”. Ressaltou que o shopping é um ponto de encontro, lazer e compras que também deve ser visto como um local que promove segurança, cidadania e responsabilidade social.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Segunda fase da Operação Gomorra cumpre 26 ordens judiciais

Nesta quarta-feira (1º), durante a segunda fase da Operação Gomorra, foram cumpridas 26 ordens judiciais, sendo oito mandados de busca e apreensão, uma medida de afastamento de sigilo fiscal, quatro afastamentos cautelares de servidores públicos e 13 ordens de indisponibilidade de bens e arresto de ativos financeiros. A operação conduzida pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Núcleo de Ações de Competência Originária Criminal (Naco Criminal), investiga supostas fraudes em processos licitatórios e na execução de contratos firmados com a administração pública. Durante o cumprimento dos mandados, as equipes apreenderam R$ 17 mil em espécie na residência de um dos investigados. Além disso, o Naco Criminal requereu à Justiça o bloqueio de ativos financeiros que somam mais de R$ 2,9 milhões. A medida visa assegurar eventual ressarcimento aos cofres públicos e preservar recursos que possam estar relacionados aos fatos apurados. A ação contou com apoio da Polícia Civil, da Controladoria-Geral do Estado (CGE) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).As diligências foram realizadas nos municípios de Cuiabá e Campo Verde. Na capital, os mandados foram cumpridos em residências e empresas ligadas aos investigados. Já em Campo Verde, as ações ocorreram na Prefeitura Municipal e nas residências de dois servidores públicos investigados.A nova etapa da operação também incluiu medidas de quebra de sigilos telemático e fiscal, além do afastamento de servidores públicos de suas funções e da indisponibilidade de bens de investigados, entre particulares e agentes públicos.Segundo o MPMT, as determinações judiciais têm como objetivo aprofundar as investigações, reunir novas provas e apurar a eventual participação de agentes públicos e particulares em irregularidades relacionadas a contratos administrativos e procedimentos licitatórios.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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