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MPMT assina aditivo para ampliação do escopo do Projeto Luz

Com o objetivo de ampliar o atendimento do Projeto Luz para casos de violência em geral contra crianças e adolescentes de Nova Mutum e Santa Rita do Trivelato, o Ministério Público do Estado de Mato Grosso firmou um aditivo ao Termo de Compromisso que institui a iniciativa junto aos dois municípios. A solenidade de assinatura ocorreu na tarde desta quinta-feira (27), na sede da Procuradoria-Geral de Justiça, em Cuiabá.

O documento foi assinado pelo procurador de Justiça Paulo Roberto Jorge do Prado, titular da Especializada na Defesa da Criança e do Adolescente, pela promotora de Justiça Ana Carolina Rodrigues Alves Fernandes de Oliveira, titular da 1ª Promotoria de Justiça Criminal de Nova Mutum, pelo prefeito de Santa Rita do Trivelato, Egon Hoepers, e pela secretária Municipal de Educação de Nova Mutum, Elena Maria Maass Lima.

O aditivo prevê estender o procedimento padrão do Projeto Luz, já utilizado pela rede de proteção infantojuvenil em casos de violência sexual praticada por maiores de idade contra crianças e adolescentes, para todos os casos de violência (física, psicológica, sexual, institucional e patrimonial), de modo a garantir uma investigação célere e efetiva, buscando evitar a revitimização e a reiteração delitiva.

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O objetivo é criar a mesma rotina de atuação de cada componente da rede de proteção para investigar e punir todos os casos de violência praticados por maiores de idade contra crianças e adolescentes, de modo a prevenir novos crimes e buscar alternativas para minimizar os danos físicos, psicológicos e sociais sofridos pelas vítimas.

Para o procurador de Justiça Paulo Prado, a ampliação do escopo é de grande importância para o Ministério Público, para o Projeto Luz, para os municípios e para crianças e adolescentes. “Estamos ampliando o foco do Projeto Luz e fortalecendo a proteção de crianças e adolescentes. Mato Grosso está entre os cinco estados brasileiros com maior número de casos de violência contra esse público. Precisamos reverter esse cenário”, afirmou.

Paulo Prado disse ainda estar muito feliz por perceber a preocupação dos municípios com a causa. “Quero agradecer aos municípios de Nova Mutum e Santa Rita do Trivelato por aceitarem essa missão, pelo engajamento e compromisso com o bem-estar das crianças e adolescentes”, completou.

A promotora de Justiça Ana Carolina Rodrigues Alves Fernandes de Oliveira lembrou que as prefeituras foram parceiras desde o início do projeto, quando foi estruturada a rede de proteção com foco no enfretamento à violência sexual contra crianças e adolescentes. “Percebemos que a rede amadureceu de tal forma que, hoje, o projeto abranger toda e qualquer violência contra a criança adolescente é um passo natural e que só vai nos trazer uma maior proteção”, argumentou.

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“E esse aditivo mostra o compromisso dos municípios com a causa da infância e juventude, pois eles não hesitaram, abraçaram a ideia para ampliar a proteção, o que mostra que são dois municípios exemplos, modelos”, acrescentou a promotora.

Os gestores municipais também enalteceram a importância da ampliação do atendimento. “Nós já atuamos na defesa dos direitos da criança e do adolescente e essa ampliação do projeto fará com que cuidemos ainda melhor dos nossos jovens. Eles são o futuro, precisamos educar e protegê-los”, apontou o prefeito Egon Hoepers. “Com certeza esse aditivo representa um grande avanço e agrega muito ao projeto. E os maiores beneficiários serão as nossas crianças”, acrescentou a secretária Elena Maria Maass Lima.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Segunda fase da Operação Gomorra cumpre 26 ordens judiciais

Nesta quarta-feira (1º), durante a segunda fase da Operação Gomorra, foram cumpridas 26 ordens judiciais, sendo oito mandados de busca e apreensão, uma medida de afastamento de sigilo fiscal, quatro afastamentos cautelares de servidores públicos e 13 ordens de indisponibilidade de bens e arresto de ativos financeiros. A operação conduzida pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Núcleo de Ações de Competência Originária Criminal (Naco Criminal), investiga supostas fraudes em processos licitatórios e na execução de contratos firmados com a administração pública. Durante o cumprimento dos mandados, as equipes apreenderam R$ 17 mil em espécie na residência de um dos investigados. Além disso, o Naco Criminal requereu à Justiça o bloqueio de ativos financeiros que somam mais de R$ 2,9 milhões. A medida visa assegurar eventual ressarcimento aos cofres públicos e preservar recursos que possam estar relacionados aos fatos apurados. A ação contou com apoio da Polícia Civil, da Controladoria-Geral do Estado (CGE) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).As diligências foram realizadas nos municípios de Cuiabá e Campo Verde. Na capital, os mandados foram cumpridos em residências e empresas ligadas aos investigados. Já em Campo Verde, as ações ocorreram na Prefeitura Municipal e nas residências de dois servidores públicos investigados.A nova etapa da operação também incluiu medidas de quebra de sigilos telemático e fiscal, além do afastamento de servidores públicos de suas funções e da indisponibilidade de bens de investigados, entre particulares e agentes públicos.Segundo o MPMT, as determinações judiciais têm como objetivo aprofundar as investigações, reunir novas provas e apurar a eventual participação de agentes públicos e particulares em irregularidades relacionadas a contratos administrativos e procedimentos licitatórios.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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