MINISTÉRIO PÚBLICO MT
Departamento Financeiro investe na modernização de processos
A organização e melhoramento dos processos foram o fio condutor do trabalho desenvolvido pelo Departamento Financeiro (Defin) do Ministério Público do Estado de Mato Grosso no ano de 2021. Visando assegurar a disponibilidade financeira e a agilidade nos pagamentos, o setor reduziu a impressão de documentos e investiu em novos fluxos na sua rotina.
Conforme a chefe do Defin, Ludmila Auxiliadora Silvente Audi Bernardino, entre as mudanças implementadas estão a extinção de documentos físicos recebidos para pagamento, suspensão da impressão de Notas de Ordem Bancária (NOBs), assinatura digital das remessas bancárias (que deixaram de ser impressas), envio via e-mail dos ofícios bancários e não impressão dos balancetes contábeis.
“A implantação do Gedoc Eletrônico aliada a outras medidas representou uma verdadeira transformação digital no Departamento, que, historicamente, executava muitas impressões. Além da economia de papel e outros recursos, tivemos ganhos com a otimização dos processos”, argumentou.
Ela conta que para dar agilidade e promover um controle mais efetivo do trabalho, foram implantados novos fluxos aos processos e as folhas de pagamento foram unificadas. Essas ações refletiram na agilidade dos pagamentos, bem como do retorno dos processos aos setores demandantes da instituição, como também na redução das remessas canceladas por inconsistência. Além disso, com o apoio dos gerentes do Defin está sendo feito o envio dos processos físicos ao arquivo central.
Outro fato importante, segundo ela, foi a proposta de um novo Sistema de Diária e Adiantamento (SisDia), o qual unificará os pedidos e prestação de contas de diária e adiantamento em um único sistema. “Com o início de uma nova gestão a partir de fevereiro, buscamos olhar para dentro do departamento e pensar quais procedimentos poderiam ser aprimorados. Assim, conseguimos melhorar a produtividade, reduzir e evitar custos, assim como erros operacionais, contribuindo efetivamente para um Ministério Público mais resolutivo. Por fim, para o ano de 2022 a palavra de ordem no Defin é modernização”, finalizou Ludmila Silvente.
MINISTÉRIO PÚBLICO MT
MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes
O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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