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Canais de atendimento são reforçados durante campanha

“O amor não machuca, o amor tem que ser leve. Se você, mulher, está em uma relação que não está boa procure ajuda”. O alerta partiu da psicóloga do Núcleo de Defesa da Vida do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Giovana Bárbara Lourenço, durante a jornada de entrevistas da campanha #JuntosPorElas. Ela dividiu o programa com a jornalista e influenciadora digital Jaqueline Naujorks.

A psicóloga reforçou que no MPMT existem vários canais de atendimento às mulheres vítimas de violência. Destacou que no dia 08 de março a instituição lançou o Observatório Caliandra, que reúne dados estatísticos, orientações e informações para atendimento a essas vítimas. Acesse aqui o Observatório Caliandra.

A apresentadora da jornada de entrevistas, jornalista Marcela Vasconcelos, lembrou que até o dia 27 a campanha segue no Shopping Pantanal e que, de segunda a sexta-feira, no período da tarde, estão sendo realizados atendimentos. “Você, mulher, que está precisando de ajuda e não se sente à vontade para ir até uma delegacia, dá uma passadinha aqui no shopping, temos uma equipe preparada para te atender”, avisou.

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A jornalista e influenciadora digital Jaqueline Naujorks destacou que sempre esteve atenta à temática da violência contra a mulher, mas que seu trabalho ficou mais forte na pandemia. Foi quando ela decidiu falar sobre o assunto na rede social Tik Tok. “Eu senti a necessidade de chegar até as pessoas onde a imprensa não chega”.

Desde então, segundo ela, vem postando vídeos a respeito da temática. O seu perfil no Tik Tok possui 1,3 milhão de seguidores. A jornalista ressaltou que o machismo estrutural ainda expõe as meninas e mulheres de hoje aos mesmos riscos de antigamente. “A única mudança é que hoje a mulher vítima tem um amparo melhor, existem grupos de mulheres que se apoiam”, observou.

As entrevistadas falaram ainda sobre estereótipos que colocam a mulher em posições de inferioridade, aspectos culturais, comportamentos machistas no ambiente de trabalho, entre outros assuntos. 

Assista aqui ao programa na íntegra.
 

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Segunda fase da Operação Gomorra cumpre 26 ordens judiciais

Nesta quarta-feira (1º), durante a segunda fase da Operação Gomorra, foram cumpridas 26 ordens judiciais, sendo oito mandados de busca e apreensão, uma medida de afastamento de sigilo fiscal, quatro afastamentos cautelares de servidores públicos e 13 ordens de indisponibilidade de bens e arresto de ativos financeiros. A operação conduzida pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Núcleo de Ações de Competência Originária Criminal (Naco Criminal), investiga supostas fraudes em processos licitatórios e na execução de contratos firmados com a administração pública. Durante o cumprimento dos mandados, as equipes apreenderam R$ 17 mil em espécie na residência de um dos investigados. Além disso, o Naco Criminal requereu à Justiça o bloqueio de ativos financeiros que somam mais de R$ 2,9 milhões. A medida visa assegurar eventual ressarcimento aos cofres públicos e preservar recursos que possam estar relacionados aos fatos apurados. A ação contou com apoio da Polícia Civil, da Controladoria-Geral do Estado (CGE) e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco).As diligências foram realizadas nos municípios de Cuiabá e Campo Verde. Na capital, os mandados foram cumpridos em residências e empresas ligadas aos investigados. Já em Campo Verde, as ações ocorreram na Prefeitura Municipal e nas residências de dois servidores públicos investigados.A nova etapa da operação também incluiu medidas de quebra de sigilos telemático e fiscal, além do afastamento de servidores públicos de suas funções e da indisponibilidade de bens de investigados, entre particulares e agentes públicos.Segundo o MPMT, as determinações judiciais têm como objetivo aprofundar as investigações, reunir novas provas e apurar a eventual participação de agentes públicos e particulares em irregularidades relacionadas a contratos administrativos e procedimentos licitatórios.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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