MATO GROSSO

Três faccionados são presos em flagrante pela PM por tráfico de drogas

Equipes do Grupo de Apoio (GAP) do 17º Batalhão de Polícia Militar prenderam, nesta sexta-feira (22.2), três faccionados por tráfico ilícito de drogas e apreenderam 14 porções de maconha, dois tabletes do mesmo entorpecente, além de invólucros de cocaína, em uma casa na região central de São José dos Quatro Marcos (310 km de Cuiabá).

Os policiais militares receberam informações do setor de inteligência apontando que uma residência, na Rua da Saudade, seria ponto de compra e venda de entorpecentes de uma facção criminosa no município.

Diante dos fatos, as equipes intensificaram o policiamento na região e flagraram dois homens, de frente ao imóvel, em atitude suspeita. A dupla tentou fugir da abordagem correndo para dentro da casa, mas foi detida em flagrante.

Durante abordagem, os militares flagraram com os suspeitos diversas porções de substâncias análogas à maconha e pasta base de cocaína, além de uma quantia em dinheiro em espécie.

Questionados sobre a droga, eles confessaram que havia mais entorpecentes escondidos no interior da residência.

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Em busca pelo local, os policiais flagraram um terceiro suspeito. As equipes encontraram, ainda, diversa porções de drogas espalhadas pelo imóvel, bem como alguns tabletes escondidos dentro de uma máquina de lavar roupa, além de outros materiais para embalagem dos ilícitos e duas balanças de precisão.

Os suspeitos confessaram que integram uma facção criminosa em São José dos Quatro Marcos. Em seguida, o trio e todo ilícito apreendido foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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