MATO GROSSO
Suspeito é preso em flagrante após enforcar namorada e ameaçá-la de morte em Sinop
Um homem foi preso em flagrante na madrugada desta quarta-feira (11.09), após agredir a namorada com socos e chutes, além de enforcá-la, no bairro Jardim Primavera, no município de Sinop (a 480 km de Cuiabá). A vítima apresentava diversos ferimentos pelo corpo.
Por volta das 4h40, os policiais militares do 11º Batalhão foram acionados para atenderem a uma ocorrência de violência doméstica em um residência no bairro.
Assim chegaram no local, as equipes se depararam com os envolvidos. A vítima relatou que eles estavam em um bar no momento em que começou uma discussão. Após chegarem em casa, por volta das 22 horas, o suspeito proferiu diversas palavras de baixo calão contra a vítima, alegando que ela possuí um relacionamento extraconjugal com o ex-marido.
O suspeito passou agredi-la com socos e chutes. Ele também enforcou a mulher. O homem ainda segurou a vítima pelo cabelo batendo a cabeça dela contra a parede. Ela apresentava diversas lesões no rosto, pescoço, perna esquerda e nos olhos.
O suspeito ameaçou a vítima de morte. As equipes encontraram a casa do casal completamente revirada e com os móveis todos quebrados. O homem foi autuado em flagrante e encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Novo equipamento da Politec acelera análises de vestígios de crimes sexuais
Novo equipamento de alta tecnologia foi destinado à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para acelerar as análises periciais de DNA forense de crimes sexuais feitas pela instituição.
Denominado QIAcube Connect, o aparelho realiza a extração diferencial, que consiste na separação da mistura de DNA contido nas células espermáticas do DNA presente no corpo da vítima da qual foi realizada a coleta para exames.
Na prática, isso significa que mais amostras genéticas serão processadas em menos tempo, com menos ocorrência de erros humanos e menos chance de contaminações decorrentes de manipulação, agilizando assim a emissão de laudos periciais.
O investimento em tecnologias para o processamento de amostras de crimes sexuais é peça vital no enfrentamento à violência contra a mulher, através da obtenção de evidências forenses, as quais são essenciais para a investigação, condenando agressores e inocentando os não envolvidos.
A obtenção de um perfil genético a partir de vestígios criminais é o objetivo final do processamento laboratorial realizado pela Diretoria Metropolitana de Laboratório Forense, sendo que diversas etapas anteriores, técnicas e equipamentos são necessários.
Conforme a coordenadora de perícias de Biologia Molecular, Rosângela Ventura, antes, o procedimento de lavagem diferencial era feito manualmente, o que restringia a capacidade de processamento de apenas de quatro a seis amostras por vez. “Este método demanda várias horas de trabalho e a supervisão constante de um perito forense com destreza e habilidade para a realização do método. A implementação do equipamento permite o processamento de 12 amostras em apenas 90 minutos, sem a necessidade de supervisão constante por um profissional. Essa automação não apenas reduz significativamente o tempo necessário para análise, mas também minimiza as chances de erros”, explicou a perita.
Rosângela pontua, ainda, que foram observados uma redução substancial no tempo de processamento das amostras de crimes sexuais, encurtando-o em até três horas, além de resultados de alta qualidade.
“Cerca de 300 amostras processadas no laboratório são de vestígios de crimes sexuais. Sendo assim, quando falamos de ganho de três horas com o suporte do equipamento, que antes era limitada pelo trabalho humano, nós estamos falando de ampliar essa tecnologia para toda a nossa demanda relacionada aos vestígios de crimes sexuais que possam conter material espermático, que representa a maioria das nossas buscas por DNA no setor”, analisou.
O equipamento teve o custo de cerca de R$ 250 mil e foi adquirido com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública.
Fonte: Governo MT – MT
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