MATO GROSSO

SES reforça ações contra a hanseníase e destaca medidas para redução de casos em MT

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) tem tomado medidas para reforçar a redução de casos de hanseníase nos municípios de Mato Grosso, que é reconhecido como hiperendêmico para a doença.

Segundo dados do SINAN (Sistema de Informação de Agravos de Notificação), foram registrados 4.359 casos de hanseníase em Mato Grosso, em 2024. Neste momento, 5.336 pessoas estão em tratamento da doença no Estado. Com as iniciativas promovidas pela SES, o índice de cura é de 68%.

Neste Dia Mundial Contra a Hanseníase, comemorado neste domingo (26.1), o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, destacou as ações que estão sendo tomadas pelo Estado, como a formação de profissionais para realizarem o diagnóstico e tratamento contra a hanseníase.

“Através da Escola de Saúde Pública, já formamos 33 médicos hansenólogos para o diagnóstico e tratamento desta doença. Além disso, o Estado está atualizando o Plano Estratégico para o Enfrentamento da Hanseníase e redesenhando a linha de cuidado, com o objetivo de aprimorar o serviço prestado pela rede”, destacou.

Outras medidas também são aplicadas pelo Estado, como a utilização dos índices de cura da hanseníase e tuberculose para a liberação de receita para municípios, através de repasses do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), além da destinação mensal de R$ 10 mil para a manutenção dos Ambulatórios Especializados, localizados em seis municípios de Mato Grosso.

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A superintendente em Vigilância em Saúde da SES, Alessandra Moraes, alertou sobre os sintomas da doença. “Os principais são manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas em qualquer parte do corpo, com perda ou alteração na sensibilidade térmica, ao tato e à dor, que podem estar principalmente nas extremidades das mãos e dos pés, na face, nas orelhas, no tronco, nas nádegas e nas pernas. Assim que a pessoa apresentar esses sintomas, deve se direcionar a Unidade Básica de Saúde”, explicou.

Além dos sintomas citados pela superintendente, também é preciso ficar atento a outros sinais, como áreas com diminuição de pelos e suor; dor e sensação de choque, formigamento, fisgadas e agulhadas ao longo dos nervos dos braços e das pernas; inchaço de mãos e pés, úlceras nas pernas e pés; caroços (nódulos) no corpo, em alguns casos avermelhados e dolorosos; febre, edemas e dor nas articulações; entupimento, sangramento, ferida e ressecamento do nariz e nos olhos.

“Ao apresentar os sintomas, a pessoa deve buscar tratamento imediatamente, visto que a doença é contagiosa e, em casos mais sérios, pode causar lesões neurais e acarretar a incapacidade física. O diagnóstico precoce acelera a cura, diminui as chances de danos permanentes nos nervos, incapacidades físicas e impossibilita o contagio de outras pessoas” acrescentou a superintendente.

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Inicialmente, as Unidades Básicas de Saúde são responsáveis pelo diagnóstico e tratamento da hanseníase. Os pacientes com resistência medicamentosa e/ou com um quadro mais agudo da doença são encaminhados para o Centro Estadual e Referência de Média e Alta Complexidades de Mato Grosso (Cermac), que é gerido pela SES. No local, o paciente é acompanhado por um dermatologista.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Bombeiros capturam gambá em residência em Campo Verde

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) resgatou, na tarde de sábado (13.6), um gambá-de-orelha-branca em uma residência localizada na Avenida Rotary Internacional, no bairro Jardim Ipanema, em Campo Verde (a 139 km de Cuiabá).

A equipe da 11ª Companhia Independente Bombeiro Militar (11ª CIBM) foi acionada via 193, após moradores avistarem o animal silvestre na parte superior da residência.

Ao chegar ao local, os bombeiros constataram que se tratava de um gambá-de-orelha-branca (Didelphis albiventris), que apresentava dificuldades de locomoção.

Com o uso de técnicas adequadas de manejo e contenção de fauna silvestre, a equipe da 11ª CIBM realizou a captura do animal com segurança.

Após a captura, o gambá foi acondicionado em recipiente apropriado e transportado para uma área ambiental adequada, distante da zona urbana, onde foi realizada a soltura.

O Corpo de Bombeiros ressalta que, em casos envolvendo animais silvestres, o cidadão deve entrar em contato pelo telefone de emergência 193 e solicitar auxílio e, em nenhuma hipótese, deve tentar capturar o animal por conta própria.

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Fonte: Governo MT – MT

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