MATO GROSSO
SES já investiu R$ 18 milhões em reforma do Hospital Regional de Colíder
A Secretaria de Estado de Saúde (SES) já investiu mais de R$ 18 milhões para reformar e modernizar o Hospital Regional de Colíder, no norte de Mato Grosso. A obra da unidade está com 52% de execução e aumentou a estrutura permanente em 1.104 metros quadrados.
Desde 2019, a SES já concluiu a reforma completa do Pronto Atendimento, farmácia, cozinha, a troca de toda a estrutura da cobertura, a ampliação da área de apoio do auditório, com banheiros, copa e Depósito de Material de Limpeza (DML), e a implantação de dois novos reservatórios de 100 mil litros de água.
Além disso, foi feito um bloco Covid-19 durante a pandemia, com o investimento de mais R$ 10 milhões para a ampliação da internação e da Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
“Esse investimento vai melhorar o atendimento prestado à população e aumentar a produtividade da unidade. É um exemplo da eficiência da gestão, que está atenta às tendências de tecnologias em saúde, com o compromisso de modernizar a estrutura e o parque tecnológico dos hospitais estaduais”, destacou o secretário de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo.
Para a secretária adjunta de Infraestrutura e Tecnologia da Informação, Mayara Galvão, com um ambiente amplo, moderno e equipamentos de ponta, o hospital beneficia os pacientes tratados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e também os servidores.
“As equipes se sentem valorizadas por atuar em uma estrutura adequada, com ambiente salubre, que proporciona mais qualidade de vida. Desta forma, vai ser possível atender os usuários com mais qualidade”, afirmou.
Está em execução uma nova rede de esgoto, uma nova cabine de força com transformadores e geradores, a reforma completa do refeitório, adequações no pátio interno, e da Central de Material e Esterilização (CME), setor primordial para o funcionamento do hospital.
“Além das obras para a modernização, são realizados serviços de manutenção mensal, como revisão dos geradores e da rede de gases, manutenção periódica no telhado, pintura, portões, limpa fossa, reparos de elétrica, hidráulica e sanitária, e a instalação de câmeras”, acrescentou.
Segundo a diretora do Hospital Regional de Colíder, Grazielle Guimarães, os pacientes gostaram muito das melhorias que estão sendo realizadas.
“Nossa ouvidoria é cheia de elogios sobre o nosso atendimento. Ampliamos muito o número de consultas e exames do hospital e não temos demanda reprimida das cirurgias que realizamos aqui na nossa região. Isso quer dizer que a gente atendeu todo mundo que aguardava e hoje chegam para atendimento os pacientes novos, da rotina, pela emergência ou pelo ambulatório”, contou Grazielle.
O andamento da obra não interfere no atendimento aos usuários, que continuam sendo atendidos e, sempre que necessário, são realocados dentro da própria unidade.
Modernização
De acordo com o secretário adjunto de Gestão Hospitalar da SES, Oberdan Lira, o Hospital Regional de Colíder adquiriu duas novas torres de vídeo no ano passado para realizar procedimentos cirúrgicos mais seguros e menos invasivos. Os equipamentos foram fruto de um investimento de R$ 1,7 milhão da SES.
“Com esses aparelhos, oferecemos uma assistência mais confortável para os pacientes, com um pós-operatório menos incômodo e uma internação mais rápida, além de proporcionar menor risco de infecções”, ressaltou.
A Secretaria também aplicou R$ 2,5 milhões para a entrega de 596 equipamentos mobiliários para o Hospital Regional de Colíder.
A modernização da unidade vai contribuir para um atendimento de excelência. O Hospital Regional de Colíder atua como referência em pronto atendimento, terapia intensiva adulto, neonatal e infantil, clínica médica, pediatria, ortopedia, cirurgia geral, ginecologia e obstetrícia, cirurgia vascular, urologia, cardiologia e hansenologia.
O hospital atende os moradores de Colíder, Itaúba, Marcelândia, Nova Canaã do Norte, Nova Guarita e Nova Santa Helena, e a população indígena do Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei) Kayapó.
A unidade conta com 82 leitos operacionais, sendo 10 leitos de UTI adulto, 8 de UTI neonatal e 2 de UTI Pediátrica, além de 3 leitos pré parto, 3 leitos de estabilização, 3 leitos de Recuperação Pós-Anestésica (RPA), 3 leitos de isolamento. Há também 20 clínicas médicas adulto, 5 pediátricas, 20 cirúrgicas e 10 obstétricas, 3 salas cirúrgicas e 8 consultórios.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Politec conclui que incêndio em prédio da prefeitura não teve origem criminosa
A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.
Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.
No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.
Conforme o perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo, os exames não permitiram identificar o que pode ter provocado o fenômeno termoelétrico, que segundo a literatura pericial pode estar relacionado à sobrecarga elétrica, curto-circuito, ou descarga elétrica contínua.
“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.
Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.
No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.
Fonte: Governo MT – MT
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