MATO GROSSO
Seplag realiza evento para discutir políticas públicas de promoção ao desenvolvimento do governo digital em MT
A Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag) está com inscrições para o “MT 4.0: uma sociedade conectada”. O evento discutirá oportunidades e desafios ligados ao ambiente digital para a gestão pública e ocorrerá no auditório do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), das 8h às 17h, nos dias 10 e 11 de abril. Os interessados devem se inscrever por meio deste link.
No primeiro dia acontecerá uma programação destinada apenas para os servidores das áreas técnicas do Governo de Mato Grosso. A ideia é realizar capacitações para o fortalecimento de uma sociedade digitalmente integrada, contemporânea e alinhada às tecnologias e políticas públicas inovadoras. No dia seguinte, o evento é aberto para os demais servidores e população.
“É uma oportunidade singular para que tanto os servidores públicos quanto os cidadãos mato-grossenses compreendam melhor os benefícios da conectividade digital na administração pública”, complementa o secretário. Entre os diversos canais e serviços digitais implementados pelo Governo de Mato Grosso estão o MT Cidadão, MT Servidor, MT Empresarial e o Portal do Governo.
Segundo ele, este movimento está ligado diretamente com o desenvolvimento de Mato Grosso por meio das políticas públicas que, em sua maioria, dependem ou estão baseadas em soluções tecnológicas. “É um trabalho colaborativo que daremos continuidade ao longo do ano para definição das estratégias digitais”, finaliza o adjunto.
As palestras e outras atividades fazem parte da programação da quinta-feira (11.04). Nesse dia serão realizadas também oficinas, mesas-redondas, outras palestras, além do credenciamento e café de boas-vindas.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado
Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.
O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.
Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.
Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.
Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.
Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.
A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.
Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.
Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.
Fonte: Governo MT – MT
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