MATO GROSSO
Secel entrega nova pista de skate do Complexo Arena Pantanal neste sábado (22)
A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) vai entregar, neste sábado (22.2), às 17h, a nova pista de skate no Complexo Arena Pantanal, em Cuiabá. Totalmente revitalizado, o espaço recebe o nome de Arena Skate Plaza.
“Estamos entregando um espaço moderno e seguro para a prática do skate e a convivência da comunidade. É uma revitalização que, além de atender uma modalidade esportiva, deixou o entorno da Arena ainda mais funcional e atrativo para a população”, destaca o secretário da Secel, David Moura.
Localizada ao fundo do setor Norte da Arena Pantanal, a Arena Skate Plaza ocupa uma área total de 840m², sendo 420m² dedicados à pista de concreto polido. A praça conta ainda com uma área de convivência, bancos sustentáveis com assentos de materiais reaproveitados, bebedouro, espaço para carregar celular e arborização.
A pista é do tipo “Skate Street”, em que as manobras são realizadas em circuito que lembra um ambiente urbano, com obstáculos como corrimão, rampa, caixote e banco. Para garantir segurança e qualidade aos praticantes, a revitalização segue todas as orientações da Federação Mato-grossense de Skate.
“É mais um espaço de esporte e lazer que entregamos no entorno da Arena para trazer outras modalidades e propiciar um ambiente para toda a família. E vem mais novidades nos próximos meses. O objetivo do Governo de Mato Grosso é tornar o Complexo Arena Pantanal cada vez mais utilizado pela sociedade”, reitera o secretário adjunto de Esporte e Lazer da Secel, Beto Corrêa.
Serviço | Entrega oficial da Arena Skate Plaza
Data: sábado (22.2), às 17h
Local: Entorno da Arena Pantanal
(Fundo do setor norte)
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Governo pagou R$ 206 milhões por obras do BRT até o momento; apenas venda do VLT rendeu R$ 915 milhões
O Governo de Mato Grosso pagou até o momento, R$ 206 milhões referentes às obras de implantação do Sistema BRT em Mato Grosso. No total, já foram contratados R$ 533 milhões para as obras de infraestrutura, construção de estações e terminais.
Este valor é inferior ao que foi arrecadado pelo Governo com a venda de vagões e equipamentos do VLT, que totalizam R$ 915 milhões.
O secretário de Estado de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira, explica que os valores são a soma de quatro contratos feitos até o momento. “Precisamos esclarecer o que eu acredito que não seja má fé, mas talvez um equívoco sobre os valores gastos pelo Governo nas obras do BRT”, explica.
O primeiro contrato assinado, com o Consórcio Construtor BRT, previa a implantação total da infraestrutura do sistema, mas foi rescindido devido a não execução das obras por parte das empresas responsáveis. Este contrato tinha o valor de R$ 468 milhões, mas o Governo pagou R$ 130 milhões, incluindo os valores de reajustes inflacionários.
Esse recurso foi utilizado na implantação total da infraestrutura nas Avenidas da FEB e João Ponce de Arruda, em Várzea Grande, além de trechos da Avenida do CPA em Cuiabá.
Após a rescisão deste contrato, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) dividiu o restante da contratação em diversos lotes, como forma de acelerar o ritmo das obras. As licitações foram todas abertas à participação de empresas interessadas, incluindo disputa de propostas entre os participantes.
A segunda licitação, que está em andamento, foi feita para a implantar o restante da infraestrutura nas Avenidas do CPA e na Prainha, além do trecho entre o Aeroporto de Várzea Grande e o novo Terminal da cidade. Este contrato tem o valor de R$ 155 milhões, dos quais o Governo já pagou R$ 76 milhões.
A terceira licitação foi realizada para construir as estações, em um valor de R$ 120 milhões – ainda sem pagamentos, devido ao fato de a execução estar em seu início.
O secretário Marcelo explica que essa licitação inicialmente teve uma proposta de R$ 68 milhões, que foi rejeitada pelo fato de a empresa não ter apresentado documentos técnicos e financeiros.
“A partir disso, nós incluímos no projeto a mudança do tipo de piso, a inclusão de portas automáticas, vidros com maior capacidade de reflexão de calor e a climatização das estações. Por isso, elas passaram para esse valor de R$ 120 milhões”, disse.
Por fim, foi realizada uma nova licitação para a contratação de uma empresa para construir os terminais, obras ainda não iniciadas, no valor de R$ 128 milhões.
“Então, foram pagos R$ 206 milhões. E eu quero dizer mais uma coisa. Com a venda dos vagões e mais alguns materiais elétricos, o Estado já arrecadou R$ 915 milhões. Então nós estamos com um superávit de quase R$ 400 milhões. A Sinfra é transparente e republicana”, concluiu o secretário.
Fonte: Governo MT – MT
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