MATO GROSSO

Projeto Escola da Família segue ativo em escolas estaduais a partir de fevereiro

Com a volta às aulas da Rede Estadual marcada para o dia 2 de fevereiro, a Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso (Seduc-MT) dá continuidade ao Projeto Escola da Família, com a participação de 34 unidades escolares distribuídas em todas as regiões do estado. A iniciativa transforma escolas em espaços de convivência, lazer e aprendizado aos sábados, fortalecendo o vínculo entre alunos, pais e a comunidade.

Criado em 2024, o projeto tem como madrinha a primeira-dama Virginia Mendes e vem se consolidando como uma política pública voltada ao bem-estar, à inclusão social e à aproximação entre escola e comunidade.

De acordo com o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, o Escola da Família amplia o papel social da escola e reforça a educação para além da sala de aula.

“A escola é também um espaço de acolhimento e convivência. Com a volta às aulas, o projeto segue fortalecendo a integração entre estudantes, famílias e a comunidade, oferecendo atividades que promovem cidadania, saúde e desenvolvimento social”, destaca o secretário.

Aos sábados, as escolas participantes oferecem uma programação diversificada, com atividades esportivas, como vôlei, basquete, futsal e tênis de mesa, além de jogos de tabuleiro e oficinas culturais e artísticas, entre elas judô, capoeira, tricô e design de unhas. Em algumas unidades, também são realizadas atividades aquáticas, como hidroginástica e recreação em piscina.

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Além de beneficiar os estudantes, o projeto atende moradores das regiões onde as escolas estão inseridas, ampliando o acesso ao lazer, ao esporte e à convivência comunitária, especialmente em bairros com poucas opções de espaços públicos.

Segundo a Seduc, após iniciar como projeto-piloto em 10 escolas em 2024, o Escola da Família foi ampliado em 2025 e passou a atender 34 unidades escolares em diferentes municípios de Mato Grosso. Para 2026, a Seduc pretende ampliar o número de escolas participantes.

Confira em anexo a relação das escolas que tem o projeto.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Para atender alta complexidade, Hospital Central tem médicos de 36 especialidades

Em julho, o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso ampliará seu escopo de sete para 12 especialidades cirúrgicas 100% cobertas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para isso, a unidade formou um corpo médico com profissionais especializados em 36 áreas diferentes da saúde. O objetivo dessa junta médica é fazer um atendimento integral ao paciente, já que o hospital recebe casos complexos, críticos ou de difícil diagnóstico.

Unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita, o Hospital Central atualmente realiza cirurgias pediátricas, ortopédicas pediátricas, ortopédicas oncológicas, urológicas, gerais, do aparelho digestivo e ginecológicas. Até o final de julho, o escopo se amplia para procedimentos vasculares, cardiovasculares, torácicos, de mastologia oncológica e neurocirurgias eletivas.

Coordenador médico do hospital, Thales Chelala explica que, além dos médicos diretamente ligados à cirurgia, a equipe soma profissionais de 36 áreas específicas da saúde. São clínicos gerais, intensivistas, nefrologistas, anestesiologistas, pediatras, geriatras, médicos de cuidados paliativos, hematologistas, otorrinolaringologistas, entre outros especialistas. Essa multidisciplinaridade é uma das principais características de um hospital de alta complexidade.

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“Essa equipe é fundamental para que o paciente possa ter um diagnóstico preciso e rápido e uma qualidade assistencial diferenciada. Essa integralidade nos cuidados é o que distingue uma unidade de alta complexidade”, ponderou Chelala. Além da realização de cirurgias propriamente ditas, o Hospital Central realiza uma série de procedimentos que dão base e apoio ao tratamento. “Precisamos dessa visão completa do paciente para sermos assertivos no atendimento de casos mais complexos”, destacou.

Na medicina diagnóstica, por exemplo, a unidade dispõe de tomografia, ressonância magnética, ecocardiografia e ultrassonografia. “São exames sofisticados feitos por equipamentos com alta tecnologia e que dependem de profissionais qualificados para interpretá-los”, observou o coordenador. Seguindo o planejamento de implantação plena do hospital, estão outras grandes aquisições para o SUS de Mato Grosso, a hemodinâmica, já em funcionamento, e a mamografia, a ser implantada até agosto.

Já na medicina clínica, o apoio de especialistas ocorre durante todo o período da internação, seja nas unidades de terapia intensiva (UTI) ou nas enfermarias. “É uma engrenagem. Acompanhamos o paciente antes, durante e depois da cirurgia, que é a nossa principal atividade. Adotamos esse modelo assistencial porque ele garante que as necessidades, tanto cirúrgicas quanto clínicas, sejam atendidas de uma maneira mais abrangente e eficiente”, afirmou o coordenador.

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Na prática, cada paciente é atendido por uma junta médica multidisciplinar e especializada. “É uma abordagem que faz muita diferença na medicina de alta complexidade, marcada por situações que demandam cirurgias mais sofisticadas, uso de tecnologia para o diagnóstico e casos com alto risco de vida. Aliar tecnologia com esse suporte humano é fundamental para cumprimos o papel do Hospital Central para o usuário do SUS em Mato Grosso”, contextualizou Alessandra Bokor, diretora da unidade.

É importante frisar que o cuidado interdisciplinar oferecido no Hospital Central ainda envolve outros profissionais da saúde essenciais aos planos terapêuticos, como nutricionistas, fisioterapeutas, farmacêuticos, fonoaudiólogos, psicólogos, enfermeiros, entre outros.

O Hospital Central de Alta Complexidade atende pacientes de todos os municípios de Mato Grosso 100% pelo SUS. Como o foco é voltado para a alta complexidade, os pacientes são encaminhados à unidade pela Central Estadual de Regulação.

Fonte: Governo MT – MT

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