MATO GROSSO

Polícia Civil prende autores de furto e receptadores de carga de carnes

O furto qualificado de 20 caixas de carnes, avaliadas em mais de R$ 14 mil, ocorrido no último sábado (28.12), durante o descarregamento em um supermercado em Várzea Grande, foi rapidamente esclarecido pela Polícia Civil, no domingo (29), em ação realizada pelos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos do município (Derf-VG).

A ação resultou na prisão de quatro pessoas, entre elas um funcionário responsável pela entrega da mercadoria e o seu tio, envolvidos no furto, além de dois empresários apontados como receptadores da carga furtada.

As investigações iniciaram após a equipe da Derf-VG receber informações sobre o furto da carga de carnes, no momento em que era feito o descarregamento dos produtos em um supermercado na região do Capão Grande em Várzea Grande.

Por meio de imagens de câmeras de segurança, foi possível identificar o veículo utilizado no crime, sendo posteriormente possível chegar ao endereço do suspeito.

Questionado, o suspeito inicialmente negou o envolvimento no crime, porém posteriormente confessou que buscou as caixas de carne, após orientação do seu sobrinho, que trabalhava como entregador da mercadoria.

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Com base nas informações passadas, os policiais seguiram para residência do funcionário, que confessou o crime e revelou que a carga já havia sido passada para os receptadores, entre eles o proprietário de um açougue no bairro capão Grande, e o proprietário de uma espetaria, no bairro 24 de dezembro.

Em continuidade às diligências, foi possível localizar os dois receptadores e recuperar a mercadoria furtada.

Os quatro suspeitos foram conduzidos à Derf-VG, onde após serem interrogados pelo delegado Sérgio Luís, foram autuados em flagrante pelos respectivos crimes.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

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Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

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Fonte: Governo MT – MT

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