MATO GROSSO

Polícia Civil intercepta veículo com combustível e equipamentos sendo levados para garimpo ilegal

Um carregamento de combustível e equipamentos destinados a atividades de garimpo ilegal na região de Conquista D’Oeste foi interceptado pela Polícia Civil, na noite de terça-feira (18.2), em uma ação realizada pela equipe de policiais da Delegacia de Pontes e Lacerda.

A operação resultou na apreensão do caminhão utilizado no crime, 6.000 litros de óleo diesel, acondicionados em seis contêineres, além de dois motores MWM 6 cilindros e diversos apetrechos utilizados para crimes ambientais diversos.

Três pessoas foram presas em flagrante por transporte de substância tóxica em desacordo com a lei. Com as apreensões, o prejuízo ao crime organizado ultrapassa meio milhão de reais.

A ação foi desencadeada após policiais da Delegacia de Pontes e Lacerda receberem denúncias de que uma estrada de chão próxima ao município de Conquista D’Oeste estaria sendo utilizada para o transporte de materiais ilícitos, incluindo armas de fogo, com destino aos garimpos da região. As denúncias indicavam que o transporte ocorria, principalmente, durante a noite para evitar a fiscalização.

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Diante das informações, uma equipe de investigadores se deslocou ao local e, após algum tempo, avistou um caminhão carregado e coberto com lona, com a placa virada e sem sinalização, seguindo em direção a um garimpo. Os policiais abordaram o veículo que estava com três ocupantes.

Os três suspeitos foram encaminhados à Delegacia de Polícia para as providências cabíveis e responderão pelo crime previsto no art. 56 da Lei nº 9.605/98 consistente em transportar substância tóxica, perigosa ou nociva à saúde humana ou ao meio ambiente em desacordo com a lei.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Politec conclui que incêndio em prédio da prefeitura não teve origem criminosa

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) concluiu os levantamentos periciais e descartou a hipótese de incêndio criminoso no prédio da gerência de patrimônio e da Superintendência Operacional do Sistema Escolar da Prefeitura de Várzea Grande, ocorrido no dia 17/6.

Análises de vestígios coletados no local associada a evidências de registros de gravação de câmeras de segurança das redondezas e depoimento de testemunhas apontaram para causa acidental provocada por fenômeno termoelétrico na fiação localizada na parte superior da câmara fria de alimentos congelados pertencente ao anexo I da Secretaria Municipal de Educação de Várzea Grande, que seriam destinadas à alimentação dos alunos da rede municipal de educação. Os peritos realizaram vistoria externa e superior com a utilização de drones em todo o perímetro colapsado pelo incêndio.

No prédio, funcionava a parte logística da Secretaria onde eram armazenados de alimentos, materiais e equipamentos que seriam destinados às escolas do município.


Conforme o perito oficial criminal Augusto César de Figueiredo, os exames não permitiram identificar o que pode ter provocado o fenômeno termoelétrico, que segundo a literatura pericial pode estar relacionado à sobrecarga elétrica, curto-circuito, ou descarga elétrica contínua.

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“Tudo iniciou-se com o fenômeno termoelétrico que ocorreu na parte superior da câmara fria de congelados, e se propagou para o prédio todo, para os dois sentidos do pavilhão. Na parte de trás da edificação, as chamas rapidamente tiveram contato com dois veículos, que estavam muito próximos a essa câmara, e que possuem uma carga térmica muito alta, causando facilmente a propagação para o fundo dessa estrutura metálica, e também por conta grande quantidade de material combustível que existia dentro prédio, o que ajudou a propagação e a grande monta dos danos e prejuízos causados pelo incêndio”, apontou o perito.

Mediante o término das análises no local do incêndio, o prédio foi liberado pela perícia para a Polícia Civil. O laudo pericial com o detalhamento das análises será concluído em até 30 dias.

No laudo, constará toda a descrição do local e dos vestígios coletados e analisados em laboratório, o relato de depoimentos de testemunhas, as imagens registradas pelo sistema de monitoramento de câmeras que ajudaram a delimitar a dinâmica do incêndio, que explica onde o fogo teve início e como ele se propagou, além dos danos que ocorreram em todos os ambientes.

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Fonte: Governo MT – MT

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