MATO GROSSO

PM prende três pessoas que transportavam mais de 300 kg de maconha em carro roubado

A Polícia Militar apreendeu, nesta quinta-feira (13.06), 336 tabletes de maconha, na MT-020, no município de Paranatinga (385 km de Cuiabá). Dois homens e uma mulher que estavam com a droga foram presos por tráfico.

Conforme o boletim de ocorrência, os policiais militares da 2ª Companhia Independente foram informados por equipes da inteligência do Bope, Força Tática dos 1º, 5º e 11º Comandos Regionais, sobre um veículo Gol e um Cretta que estavam transportando grande quantidade de entorpecentes, com destino ao município de Canarana.

Os policiais encontraram o primeiro carro apontado na denúncia estacionado em um restaurante no trevo conhecido como Postinho, e, em seguida, identificaram os dois suspeitos. Durante a abordagem, o trio apresentou diversas informações desencontradas.

As equipes flagraram um saco preto contendo dez tabletes de maconha. Eles disseram que a carga tinha como destino a cidade de Marabá, no Pará. Dois dos suspeitos possuem passagens por tráfico.

Em seguida, os militares localizaram o condutor do Cretta, que fugiu em alta velocidade ao perceber a aproximação das equipes. O homem avançou em uma plantação de milho e percorreu por aproximadamente 2 km, até que saltou do carro e foi detido, posteriormente.

Leia Também:  Autor de dois homicídios tem prisão cumprida pela Polícia Civil em Rondonópolis

No carro, a PM encontrou os tabletes de maconha, que também estavam embalados em um pacote azul, prontos para comercialização.

O carro havia um registro de roubo em Cuiabá no dia 3 de maio.

Os suspeitos, os entorpecentes e os veículos foram encaminhados à delegacia.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

Propaganda

MATO GROSSO

Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas

A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.

O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.

Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.

“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.

Leia Também:  Escola de Governo oferta curso de Gestão e Fiscalização de Contratos

Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.

“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.

As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.

Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.

Leia Também:  Inscrições para o curso de Descentralização da Gestão Ambiental da Sema-MT vão até 14 de junho

Fonte: Governo MT – MT

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA