MATO GROSSO
PM prende seis pessoas em flagrante por invasão e extração ilegal de madeira
Entre os materiais apreendidos estão trator, caminhão, motossera, três motocicletas, espingarda, munições, um barco, além de outros equipamentos para acampamentos e diversas toras de madeiras. Os policiais ainda encontraram uma paca que havia sido executada.![]()
De acordo com o boletim de ocorrência, os policiais efetuavam patrulhamento tático de rotina pela zona rural quando identificaram um veículo, sem placas, carregado com toras de madeira.
Dois suspeitos foram abordados. Questionado sobre o transporte, eles alegaram que não teriam documentação necessária para extração e as toras foram retiradas de uma propriedade rural próximo ao local da abordagem.![]()
Os policiais identificaram, ainda, que já houve registros de furtos na referida fazenda.
Após o relato, as equipes se deslocaram até a sede da fazenda e encontraram outros suspeitos, que tentaram fugir da abordagem, sendo detidos em seguida.
Na área, os policiais militares encontraram um acampamento improvisado às margens do rio, com trator, caminhão e diversas motocicletas.
Os suspeitos alegaram que chegaram recentemente ao local e que até então carregaram apenas um caminhão com as toras de madeiras.![]()
Conforme os suspeitos, as madeiras seriam levadas para um distrito conhecido como Entre Rios, no município de Nova Ubiratã.
Os suspeitos, de 24 a 61 anos, foram conduzidos à delegacia para registro do boletim de ocorrência.![]()
Tolerância zero
As forças policiais, civil e militar, atuam em conjunto em todo Mato Grosso com rondas ostensivas, investigações, monitoramento e atividades de inteligência com o objetivo de prevenir e reprimir as invasões. A determinação do governador Mauro Mendes é de tolerância zero às ocupações ilegais de terras no Estado.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Após feminicídio, secretária reforça importância de vítimas de violência manterem medidas protetivas
A chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência de Gênero contra a Mulher, Mariell Antonini, reforçou a importância das vítimas de violência doméstica confiarem na rede de proteção e manterem as medidas protetivas.
O alerta foi feito após uma mulher, identificada como Gleici Fátima Machado Ritter, de 37 anos, ser assassinada a tiros, nesta terça-feira (23.6), em Guarantã do Norte. O principal suspeito é o companheiro dela, de 33 anos. O crime está sendo investigado pela Polícia Civil como feminicídio consumado.
Ele já possuía um longo histórico de violência doméstica contra a vítima. Em novembro de 2025, após um pedido feito pela própria vítima, a medida protetiva que existia contra o investigado foi revogada e ele voltou a responder ao processo em liberdade.
“É importante que toda mulher compreenda que o rompimento do ciclo da violência nem sempre é um processo simples. Muitas vezes, existem obstáculos relacionados à dependência afetiva, dependência econômica, medo, preconceito e outros fatores que dificultam a tomada de decisão. Por isso, é fundamental buscar apoio, acreditar na rede de proteção e no sistema de Justiça”, destacou.
Segundo Mariell Antonini, a violência doméstica costuma seguir um ciclo que tende a se agravar ao longo do tempo.
“A violência é cíclica e, muitas vezes, começa com sinais que podem parecer menos graves, mas pode evoluir para situações cada vez mais letais, culminando na morte da vítima. Ameaças e agressões precisam ser compreendidas como sinais de alerta, e a busca por ajuda deve acontecer o quanto antes”, afirmou.
As primeiras denúncias contra o suspeito foram registradas em 2023, quando Gleici procurou as autoridades para relatar episódios de violência doméstica. Em 2024, novas intervenções policiais ocorreram por crimes como lesão corporal, injúria e posse irregular de arma de fogo, todos envolvendo o mesmo casal.
Já em julho de 2025, o suspeito foi preso em flagrante por lesão corporal no contexto de violência doméstica, após a vítima acionar as forças de segurança. Na ocasião, foram concedidas medidas protetivas de urgência em favor de Gleici. Meses depois, entretanto, a vítima solicitou a revogação da medida, o que resultou na liberdade do suspeito.
Fonte: Governo MT – MT
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