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PM apreende duas armas de fogo, 292 munições e prende homem por porte ilegal e ameaça

Policiais militares do 28º Batalhão prenderam, nesta terça-feira (18.11), em Jaciara (147 km de Cuiabá), um homem suspeito de ameaçar a esposa de morte e de porte ilegal de arma de fogo. Durante a operação, foram apreendidas duas armas e 292 munições escondidas em uma área rural do município.

As equipes receberam denúncia de que havia um casal discutindo em uma residência no bairro Santa Luiza. No local, a vítima, de 27 anos, relatou que estava querendo sair de casa e que o suspeito, de 43 anos, se recusava a levar seus pertences para a casa de sua mãe.

Conforme a mulher, o homem não aceitou o fato e começou a proferir ameaças de morte contra a vítima, caso ela saísse de casa. Ela ressaltou que constantemente é agredida pelo denunciado. Além disso, ponderou que ele possui diversas armas de fogo em uma propriedade rural.

Questionado sobre o porte de armas, o homem revelou que continha 250 munições calibre .22 em sua residência. Em seguida, os policiais militares se deslocaram até uma região nas proximidades do Balneário BH e localizaram outras 42 munições do mesmo calibre e duas espingardas, sem os devidos registros.

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Os policiais militares conduziram o suspeito, junto do material apreendido, à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A população pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, pelos números 190 ou 0800 065 3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Novo equipamento da Politec acelera análises de vestígios de crimes sexuais

Novo equipamento de alta tecnologia foi destinado à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para acelerar as análises periciais de DNA forense de crimes sexuais feitas pela instituição.

Denominado QIAcube Connect, o aparelho realiza a extração diferencial, que consiste na separação da mistura de DNA contido nas células espermáticas do DNA presente no corpo da vítima da qual foi realizada a coleta para exames.

Na prática, isso significa que mais amostras genéticas serão processadas em menos tempo, com menos ocorrência de erros humanos e menos chance de contaminações decorrentes de manipulação, agilizando assim a emissão de laudos periciais.

O investimento em tecnologias para o processamento de amostras de crimes sexuais é peça vital no enfrentamento à violência contra a mulher, através da obtenção de evidências forenses, as quais são essenciais para a investigação, condenando agressores e inocentando os não envolvidos.

A obtenção de um perfil genético a partir de vestígios criminais é o objetivo final do processamento laboratorial realizado pela Diretoria Metropolitana de Laboratório Forense, sendo que diversas etapas anteriores, técnicas e equipamentos são necessários.

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Conforme a coordenadora de perícias de Biologia Molecular, Rosângela Ventura, antes, o procedimento de lavagem diferencial era feito manualmente, o que restringia a capacidade de processamento de apenas de quatro a seis amostras por vez. “Este método demanda várias horas de trabalho e a supervisão constante de um perito forense com destreza e habilidade para a realização do método. A implementação do equipamento permite o processamento de 12 amostras em apenas 90 minutos, sem a necessidade de supervisão constante por um profissional. Essa automação não apenas reduz significativamente o tempo necessário para análise, mas também minimiza as chances de erros”, explicou a perita.

Rosângela pontua, ainda, que foram observados uma redução substancial no tempo de processamento das amostras de crimes sexuais, encurtando-o em até três horas, além de resultados de alta qualidade.

“Cerca de 300 amostras processadas no laboratório são de vestígios de crimes sexuais. Sendo assim, quando falamos de ganho de três horas com o suporte do equipamento, que antes era limitada pelo trabalho humano, nós estamos falando de ampliar essa tecnologia para toda a nossa demanda relacionada aos vestígios de crimes sexuais que possam conter material espermático, que representa a maioria das nossas buscas por DNA no setor”, analisou.

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O equipamento teve o custo de cerca de R$ 250 mil e foi adquirido com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública.

Fonte: Governo MT – MT

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