MATO GROSSO

Pedreiro é preso em flagrante pela Polícia Civil após invadir residência e abusar sexualmente de adolescente

Policiais da Delegacia de Dom Aquino prenderam em flagrante, na noite desta terça-feira (12.11), um homem de 40 anos pelo crime de estupro de uma adolescente de 17 anos.

A unidade policial recebeu a denúncia sobre o crime, ainda na terça-feira. A menor estava em casa, quando o suspeito, que é tio da mãe da vítima e morava em um imóvel no mesmo terreno, foi à residência da adolescente e pediu para entrar, no momento em que a mãe dela estava no trabalho. A vítima negou, mas, mesmo assim, o suspeito pegou uma escada, pulou a janela do banheiro, entrou na casa e cometeu a violência sexual contra a menor.

Após a denúncia feita pela mãe da vítima e acolhimento da menor, com encaminhamento para exame pericial, as equipes realizaram diligências para localização do autor do crime.

Com base na descrição do veículo usado por ele para fugir, policiais civis de Dom Aquino localizaram o carro Fiat Uno azul em uma residência no centro da cidade. Após autorização do dono da casa para entrada no imóvel, os investigadores encontraram o veículo e conduziram o suspeito à unidade da Polícia Civil.

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A delegada Anna Paula Marien explica que o pedreiro foi autuado pelo crime de estupro e será encaminhado o procedimento de flagrante ao Poder Judiciário, com o pedido pela conversão em prisão preventiva.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Novo equipamento da Politec acelera análises de vestígios de crimes sexuais

Novo equipamento de alta tecnologia foi destinado à Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) para acelerar as análises periciais de DNA forense de crimes sexuais feitas pela instituição.

Denominado QIAcube Connect, o aparelho realiza a extração diferencial, que consiste na separação da mistura de DNA contido nas células espermáticas do DNA presente no corpo da vítima da qual foi realizada a coleta para exames.

Na prática, isso significa que mais amostras genéticas serão processadas em menos tempo, com menos ocorrência de erros humanos e menos chance de contaminações decorrentes de manipulação, agilizando assim a emissão de laudos periciais.

O investimento em tecnologias para o processamento de amostras de crimes sexuais é peça vital no enfrentamento à violência contra a mulher, através da obtenção de evidências forenses, as quais são essenciais para a investigação, condenando agressores e inocentando os não envolvidos.

A obtenção de um perfil genético a partir de vestígios criminais é o objetivo final do processamento laboratorial realizado pela Diretoria Metropolitana de Laboratório Forense, sendo que diversas etapas anteriores, técnicas e equipamentos são necessários.

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Conforme a coordenadora de perícias de Biologia Molecular, Rosângela Ventura, antes, o procedimento de lavagem diferencial era feito manualmente, o que restringia a capacidade de processamento de apenas de quatro a seis amostras por vez. “Este método demanda várias horas de trabalho e a supervisão constante de um perito forense com destreza e habilidade para a realização do método. A implementação do equipamento permite o processamento de 12 amostras em apenas 90 minutos, sem a necessidade de supervisão constante por um profissional. Essa automação não apenas reduz significativamente o tempo necessário para análise, mas também minimiza as chances de erros”, explicou a perita.

Rosângela pontua, ainda, que foram observados uma redução substancial no tempo de processamento das amostras de crimes sexuais, encurtando-o em até três horas, além de resultados de alta qualidade.

“Cerca de 300 amostras processadas no laboratório são de vestígios de crimes sexuais. Sendo assim, quando falamos de ganho de três horas com o suporte do equipamento, que antes era limitada pelo trabalho humano, nós estamos falando de ampliar essa tecnologia para toda a nossa demanda relacionada aos vestígios de crimes sexuais que possam conter material espermático, que representa a maioria das nossas buscas por DNA no setor”, analisou.

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O equipamento teve o custo de cerca de R$ 250 mil e foi adquirido com recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública.

Fonte: Governo MT – MT

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