MATO GROSSO

“Obras do Governo de MT geram mais de mil empregos em Nova Bandeirantes”, afirma prefeito

As obras do Governo de Mato Grosso estão impulsionando o mercado de trabalho em Nova Bandeirantes. O prefeito do município, César Augusto Périgo, afirmou que, atualmente, os projetos em execução empregam mais de mil trabalhadores no município.

Estão em andamento mais de 20 obras do Estado no município, em parceria com a Prefeitura de Nova Bandeirantes, em diversas áreas, incluindo saúde, infraestrutura e esportes, que geram empregos diretos e indiretos na região. Os investimentos passam de R$ 270,7 milhões.

“O Governo do Estado hoje, no meu município, gera mais de mil empregos diretos e indiretos. Somente na obra da ponte do Rio Juruena são 300 empregos diretos. É um antes e depois do Governo Mauro Mendes. A nossa região está muito bem assistida”, pontuou.
Várias obras de pavimentação e pontes são executadas no município – Foto: Marcos Vergueiro/Secom-MT

Para 2024 estão previstas a entrega de 10 destes projetos em execução, entre eles o do Hospital Municipal de Nova Bandeirantes, no qual o Estado aplicou R$ 6,1 milhões, além da construção da Praça do Morro, da quadra poliesportiva na Escola Estadual Cerejeiras e de obras de pavimentação e pontes.

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O município, que antes tinha a extração de madeira e a pecuária como principais fontes da renda, agora está avançando também para o segmento do agronegócio, aumentando a movimentação econômica, criando novas demandas e gerando empregos.

A necessidade de mão de obra é tamanha a ponto de o município, de 13.635 habitantes, segundo o Censo do IBGE de 2022, ter que buscar trabalhadores de outras localidades, de acordo com o prefeito.

“Com a colheita de soja e milho, o município não para. Gera emprego e renda, e hoje estamos importando mão de obra de fora, porque não temos suficiente na região”, destacou.
Somente a construção da ponte sobre o Rio Juruena emprega cerca de 300 trabalhadores – Foto: Marcos Vergueiro/Secom-MT

O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, afirmou que os resultados positivos registrados em Nova Bandeirantes são resultado de políticas públicas estratégicas e investimentos voltados para melhorar a qualidade de vida da população.

“Esses números refletem o impacto positivo das obras em andamento, não apenas na infraestrutura local, mas também na economia e na qualidade de vida dos moradores. O compromisso contínuo do Governo de Mato Grosso com o desenvolvimento regional tem sido fundamental para impulsionar o crescimento econômico e social do Estado”, disse.
Uma das obras é a recuperação da MT-208 entre Nova Bandeirantes e Alta Floresta – Foto: Marcos Vergueiro/Secom-MT

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Mato Grosso pratica menor alíquota de ICMS do país; preço dos combustíveis é resultado de fatores de mercado

Mato Grosso pratica a menor alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do país sobre o etanol hidratado. No estado, a alíquota é de 10,5%, enquanto nos demais estados a carga tributária varia entre 12% e 22%.

O preço dos combustíveis pago pelo cidadão é influenciado por diversos fatores da cadeia produtiva, que vão desde o valor do petróleo no mercado internacional até os custos de distribuição, revenda e a incidência de tributos federais e estaduais, que variam conforme o produto.

Entre os benefícios concedidos na cadeia de combustíveis, destaca-se o setor de aviação, que conta com redução da base de cálculo do ICMS sobre o querosene de aviação (QAV), resultando em carga tributária entre 2,72% e 7%, com finalidade de fomentar a aviação regional, conforme critérios previstos na legislação.

Também recebem incentivos o gás natural (GNV), com carga reduzida de 2%, e o etanol anidro produzido no estado, que conta com abatimento de R$ 0,23 por litro no valor do ICMS devido.

Apesar de compor o preço final, o tributo estadual é apenas um dos elementos do valor pago pelo consumidor. Entre os principais fatores que influenciam o preço estão o custo de produção ou importação do combustível, a política de preços das refinarias, além das despesas com transporte, armazenamento e a margem de lucro de distribuidores e postos revendedores.

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Além disso, também há incidência de tributos federais, como PIS/Cofins, que integram a composição do preço.

A forma de tributação também influencia essa composição. Para combustíveis como gasolina, etanol anidro, diesel, biodiesel e gás liquefeito de petróleo (GLP), o ICMS segue o modelo ad rem, definido pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), com valor fixo em reais por litro. Nesses casos, o imposto é recolhido uma única vez na cadeia, geralmente na etapa de produção ou importação.

Já para o querosene de aviação (QAV), o etanol hidratado e o gás natural (GNV e GNL), a tributação é sobre o valor do produto. Nesses casos, o cálculo do ICMS utiliza o Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), apurado pela Secretaria de Fazenda (Sefaz), que reflete os preços efetivamente praticados no mercado.

Assim, quando há redução nos preços ao consumidor, o PMPF também diminui, resultando em menor base de cálculo do ICMS e, consequentemente, em menor valor de imposto a ser recolhido. Da mesma forma, aumentos nos preços praticados levam à elevação do indicador.

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Fonte: Governo MT – MT

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